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Em comparação com 2013, casos de dengue caem 53% em Fortaleza

15:34 | 08/09/2014

Fortaleza registrou 3671 casos de dengue entre janeiro e agosto de 2014. Isso significa uma redução de 53% da incidência da doença quando comparamos com a quantidade de casos vistos no mesmo período de 2013 (7860). Os dados estão disponíveis no Boletim Semanal da Dengue, divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) na última sexta-feira, 5 de setembro.

Os meses de 2014 com maior número de casos da doença foram maio, junho e julho - com 906, 1056 e 551 pessoas infectadas, respectivamente. Foram 8250 casos notificados na Capital durante os primeiros oito meses do ano. Deste, 858 ainda estão em investigação, 3671 foram confirmados e 3720 foram descartados.

Os bairros de Fortaleza com maior incidência da doença em 2014 foram Mondubim (265), Messejana (249) e Jangurussu (176).
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Para ser considerado caso suspeito de dengue é necessário que o paciente viva ou tenha viajado nos últimos 14 dias apra área onde esteja ocorrendo transmissão ou tenha presença de Aedes aegypti, tenha febre usualmente entre dois e sete dias, ou apresente um dos seguintes sintomas: exantema (manchas vermelhas no corpo, cefáleia, dor retro-orbitária, mialgia, artralgia, náuseas, vômitos ou leucopenia.

 

Em todo o Ceará, em 2014, registrados 32.692 casos suspeitos de dengue até a Semana Epidemiológica (SE) 36 (31/08/2014 à 06/09/2014). Na análise comparativa em relação ao ano de 2013, observa-se redução de 36,0% dos casos no Ceará para o mesmo período, de acordo com informações do boletim da Sesa.

 

Dos casos notificados em 2014, foram confirmados 12.689 em 21 (100%) diferentes Coordenadorias Regionais de Saúde (Cres), em 139 municípios (75,5%). Destacam-se os municípios de Aracati, Araripe, Alto Santo, Arneiroz, Brejo Santo, Campo Sales, General Sampaio, Hidrolândia, Icó , Jaguaribara, Jaguaribe, Jijoca de Jericoacoara, Limoeiro do Norte, Nova Olinda, Piquet Carneiro, Pentecoste, Pereiro, Parambu, Porteiras, Quixeré, Santana do Cariri, Tauá, Umari e Ocara.

 

Redação O POVO Online

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