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Feirantes fecham cruzamento da Alberto Nepomuceno com Deputado João Moreira

Comerciantes permanecem em local proibido na Praça da Sé. Fiscais dizem que avisos não surtiram efeito e a feira segue normalmente

15:47 | 30/07/2014
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Atualizado às 22h15min

Com gritos de "queremos trabalhar", um grupo de pessoas que trabalha na feira da Sé, na avenida Alberto Nepomuceno, no Centro, fechou, na noite desta quarta, 30, o cruzamento entre a via e a avenida Deputado João Moreira, em frente à 10ª Região Militar, no Centro da Capital. Os comerciantes se recusam a sair do local de costume da feira. Fiscais da Prefeitura dizem os avisos não adiantam.

Um total de 22 pessoas, sendo dois fiscais e 20 auxiliares da Prefeitura de Fortaleza, começou a vistoriar a feira da Sé, na avenida Alberto Nepomuceno, no Centro, nas proximidades da Catedral Metropolitana de Fortaleza, no início da noite desta quarta, 30. O objetivo era verificar se o acordo entre o Município e os feirantes está sendo cumprido.

O acordo firmado em março de 2013 diz respeito aos dias da semana, horários de funcionamento e os locais em que as barracas devem ser montadas. A feira só pode ser realizada, semanalmente, entre às 19h de quarta e às 7 horas de quinta, e às 19h de sábado e 11 horas de domingo.

O objetivo é não atrapalhar o trânsito e não impedir a livre circulação de pessoas. Segundo o gerente da Célula de Mercado Ambulante, da Secretaria Regional do Centro, Rennan Azevedo, os feirantes já foram avisados e orientados a não armarem as barracas nos locais não permitidos e já foi realizada campanha de conscientização dos vendedores. Nesta quarta, os fiscais vão poder, segundo ele, apreender as mercadorias.

Os locais permitidos para a realização da feira são: rua José Avelino, Travessa Icó, feirão do Viaduto (exceto na pista) e primeiro quarteirão da rua Governador Sampaio. A feira é proibida na calçada do entorno da Catedral Metropolitana de Fortaleza e na avenida Alberto Nepomuceno. “A feira já chegou a esses locais, apesar de as equipes de fiscalização estar em trabalho constante. O número de feirantes aumentou. Estamos tentando devolver à população o direito de transitar pelas ruas e de devolver a igreja e o entorno às pessoas”, informa o fiscal.

Na operação, 15 agentes da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC) também fiscalizam os estacionamentos irregulares.

 Redação O POVO Online 

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