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Trabalhadores da construção civil paralisam atividades no Porto das Dunas

Os cerca de mil trabalhadores aprovaram realização de assembleia para dia 11

18:11 | 05/06/2014

Um grupo de trabalhadores da construção civil paralisou as atividades por duas horas, durante a manhã desta quinta-feira, 5, no Porto das Dunas. O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza (STICCRMF) estima que cerca de mil trabalhadores das empresas Marquise, Colmeia, Enault e Strutech participaram do protesto.

Eles aprovaram a realização de uma assembleia para o próximo dia 11 e rejeitaram a proposta do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon/Ce) de 6% de reajuste salarial.

Membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), Maria Lucimar Cordeiro, disse que é preciso haver, pelo menos, 5% de mulheres nos canteiros de obras. "É essencial para superar o preconceito", diz.
Propostas da última negociação
[SAIBAMAIS 3]

 Negociação
O Sinduscon/Ce apresentou na última rodada de negociação, em 30 de maio o índice de 7,5% e o valor de R$ 80 para a cesta-basica. Sobre o plano de saúde, os 5% de mulheres nos canteiros de obras e o auxilio-combustível, os empresários informaram que não poderiam conceder o beneficio.

Protesto
Durante 3h, os trabalhadores da construção civil e de várias categorias se movimentaram, na última quarta-feira, 4 , em referência ao Dia Estadual de Lutas no Ceará. Paralisações e passeatas com os membros de sindicatos ocorreram ao longo de todo o dia. Durante o ato, os grupos fecharam a Praça Portugal, no bairro Aldeota e tomaram  avenida Desembargador Moreira e dispensaram quando chegaram ao Palácio da Abolição.


Redação O POVO Online

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