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Polícia apreende adolescente envolvido em morte de soldado

O adolescente de 17 anos confessou o crime e mostrou o local que escondia a arma do soldado Farias, morto em assalto no Conjunto Ceará

20:46 | 21/05/2014

Mais um acusado pela morte do soldado Paulo Henrique de Farias Nobre, morto em um assalto no bairro Conjunto Ceará, foi encontrado. Um adolescente de 17 anos foi apreendido na tarde desta quarta-feira, 21, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

[SAIBAMAIS 2] Os policiais militares do Batalhão de Ronda de Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio) encontraram o adolescente escondido na casa de parentes, localizada na rua Doutor Joaquim São João, em Maranguape (distrito de Amanari). De acordo com o Major Márcio, do BPRaio, o adolescente de 17 anos apreendido nesta quinta confessou o crime e mostrou o local que escondia a arma do soldado Farias, uma pistola 40, que estava no bairro jardim Iracema.

Na última quarta, dois adolescentes suspeitos do crime haviam sido identificados, com o auxílio das imagens de câmeras de segurança próximas ao local onde o carro do PM foi abandonado. Os dois adolescentes também teriam sido reconhecidos por Paulo Henrique Mesquita. O adolescente de 17 anos, recolhido hoje, já havia sido apreendido por roubo de carro.

 

Um homem acusado de guardar os pertences do soldado que estavam na Saveiro levado pelos ladrões também foi preso, na última quarta-feira, 20. Mais dois envolvidos na morte do policial foram identificados e estão sendo procurados, segundo informou a SSPDS nesta tarde.

 

Caso
De acordo com a Polícia, o soldado estava no carro dele, com a esposa, quando foram abordados por assaltantes. Na ação, o soldado foi baleado na cabeça. A esposa dele foi atingida no quadril, mas passa bem. Os criminosos fugiram levando a arma e o carro do policial. Paulo Henrique Farias ainda foi conduzido ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, no Conjunto Ceará, mas não resistiu.

Inicialmente, a Polícia acredita que o soldado havia reagido ao assalto, mas a possibilidade foi descartada pelo delegado Lira Ximenes, titular do 12º Distrito Policial. Ele informou que o crime está sendo investigado como latrocínio (roubo seguido de morte). “Acredito que ele não reagiu ao assalto. A esposa dele ainda não foi ouvida. Eles (assaltantes) devem ter atirado quando perceberam que ele tinha uma arma”, opina.

Redação O POVO Online

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