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Trabalhadores da construção civil protestam em frente ao terminal Papicu

Categoria reivindica reajuste salarial de 15% e de 7% no auxílio alimentação; Sinduscon civil repudia paralisações

10:13 | 28/04/2014
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Atuaizada às 11:55

Trabalhadores da construção civil realizaram um ato em frente ao terminal Papicu, na manhã desta segunda-feira, 28. A manifestação faz parte da campanha salarial da categoria, que pede 15% de reajuste, além de cesta básica no valor de R$ 120.

Os operários paralisaram as atividades no canteiro próximo ao terminal, por volta das 7 horas, e seguiram até o local, onde fizeram concentração até as 9 horas. Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza (STICCRMF), Laercio Claiton, as empresas da construção civil já fizeram proposta de reajuste no piso de 8,57% e de 7% no auxilio alimentação. A categoria, no entanto, pede 15% no salário e mais R$ 55,00 no valor da cesta básica.

Uma assembleia está marcada para a próxima sexta-feira, 9 de maio, em frente ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Centro. O protesto complicou o trânsito nas avenidas Dom Luís e Engenheiro Santana Júnior. Os passageiros tiveram que seguir a pé quando os ônibus paravam antes de chegar ao terminal.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE) repudiou as paralisações dos trabalhadores. Em nota, o sindicato afirma que o movimento ocorre de forma ilegal, uma vez que a greve não foi decretada oficialmente.

Reivindicações

Além das principais reivindicações quanto ao reajuste do salário e da cesta básica, o STICCRMF pede plano de saúde para os operários, 5% de mulheres nos canteiros de obras, hora-extra de 100% no trabalho aos sábados, auxilio-creche, auxilio combustível e dia do trabalhador da construção civil.

Redação O POVO Online

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