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PUBLIEDITORIAL Uniodonto

O atendimento odontológico em cada fase da vida

Saiba quais são os principais cuidados e recomendações para a saúde bucal, desde a infância até a vida adulta

12/06/2019 07:00:10
O dentista orienta sobre a alimentação da criança, a escovação e o tipo de creme dental utilizado (FOTO: FREEPIK)
O dentista orienta sobre a alimentação da criança, a escovação e o tipo de creme dental utilizado (FOTO: FREEPIK)

Apesar de ser relativamente negligenciado, o tratamento odontológico deve ser realizado durante toda a vida do indivíduo, de forma regular. O indicado é que esse acompanhamento inicie quando a criança ainda está na barriga da mãe, para que esta possa receber orientações para sua saúde bucal e do seu bebê.

A odontopediatra da Uniodonto, Andrea Mendes, ressalta a importância de verificar se a mãe do bebê foi acompanhada durante a gestação, qual a rotina alimentar da criança e por quais acidentes ou doenças esse paciente pode ter passado. “A nossa abordagem com o paciente tem que ser multidisciplinar. Você não pode olhar só para a boca do bebê, tem que avaliar uma série de fatores, como o psicológico e o nutricional. Temos recebido muitas crianças em nossos consultórios com alterações nos dentes, e uma delas é a hipoplasia nos molares e incisivos, que é um defeito que deixa o dente mais frágil e suscetível à cárie, e isso pode ser por causa de uma febre muito alta que a criança teve durante a primeira infância”, explica Andrea.

Outra orientação importante é manter a amamentação da criança. O exercício diário de sucção ajuda a desenvolver a mandíbula e o maxilar do bebê, permitindo um encaixe adequado entre ambas as partes, ou, ainda, amenizando problemas hereditários. O uso prolongado de chupetas, por exemplo, pode causar a deformação da arcada dentária. “O leite materno tem anticorpos que ajudam até a combater doenças bucais. Se a criança só mamar e não tiver dentes, não precisa fazer limpeza da boca, mas se começar a introduzir outros leites artificiais e tiver dentes é necessário dar as devidas orientações, pois a fórmula artificial demora mais a ser digerida”, recomenda a odontopediatra.

Infância:

- Partindo do pressuposto de que a mãe teve um acompanhamento odontológico durante a gestação, o indicado é que a criança vá ao dentista após o nascimento do primeiro dentinho.

- Na consulta, o profissional deve orientar sobre a alimentação da criança, a escovação e o tipo de creme dental utilizado.

- É importante que o paciente retorne de seis em seis meses. “A gente trabalha muito com uma dieta zero açúcar até os dois anos de idade. É importante também o trabalho com os pais, porque às vezes eles pensam que não estão dando o açúcar diretamente, mas existem certos alimentos que têm o ingrediente na composição que vai ser transformado em açúcar do mesmo jeito”, alerta a odontopediatra Andrea Mendes.

- Por volta de um ano de idade, as crianças começam a andar e surge o risco de quedas e pancadas que podem comprometer o dente permanente. É imprescindível o acompanhamento radiográfico da evolução ou involução desse trauma.

- O acompanhamento odontológico nessa fase é importante para identificar o quanto antes a necessidade de usar aparelho, porque os ossos são mais plásticos e mais fáceis de se movimentar.

- É essencial higienizar o aparelho, principalmente os fixos. O material pode acumular placa bacteriana que, aos poucos, acaba desmineralizando os dentes.

- O paciente deve permanecer atento às orientações dos profissionais em relação ao uso de escovas específicas e demais cuidados.

Adolescência:

- Os tecidos que circundam o dente, por causa da alteração hormonal no período da adolescência, em alguns pacientes tornam-se mais vulneráveis, e a probabilidade de surgir um quadro grave no local devido à falta de higienização é maior. Por isso, o ideal é ter o dobro de cuidado com a escovação e nunca esquecer o fio dental, ressalta o doutor Ricardo Simões, especialista em Periodontia.

Vida adulta:

- A ida de seis em seis meses ao dentista é uma regra que nunca deve ser deixada de lado, mesmo na vida adulta. Independente da faixa etária, o indivíduo sempre estará suscetível a problemas bucais.

- A tendência, com o passar do tempo, é de haver uma diminuição da produção de saliva, perda óssea e retração gengival, e isso deve ser cuidado. “Pessoas idosas têm mais tendência à cárie na cervical do dente, que é pertinho da gengiva”, aponta Andrea.

- Doenças sistêmicas como diabetes, que costumam acometer adultos, alteram a saúde bucal, influenciando na cicatrização e nas defesas do organismo. O diabetes favorece o desenvolvimento de doenças na região em caso de maus cuidados. É possível, até, perder os dentes, comenta o periodontista da Uniodonto Fortaleza, Ricardo Simões.

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