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Empreendedorismo: Dados valiosos são dados protegidos

Aplicando os princípios da LGPD para micro e pequenos negócios
00:00 | Jan. 25, 2022
Autor O Povo
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Da curtida de uma foto àquela pesquisa sobre a dor insistente de cabeça que fazemos no Google para descobrir a causa do problema, estamos gerando dados. Praticamente todas as interações feitas no mundo digital possibilitam a coleta desses dados pessoais do usuário. Estas mesmas informações somam-se a outras tantas em um banco de dados que está sendo continuamente alimentando. Nele, informações como nome, e-mail, endereço, atividade profissional, amizades, grupos e, principalmente, gostos e interesses, compõem quem somos no mundo digital.

A partir desses dados – mensagens, curtidas e outras reações em redes sociais, empresas passam a coletar essas informações e vinculá-las a um usuário ou perfil. E essa base de dados, se tratada corretamente, constitui um valioso ativo para empresas e empreendedores, uma vez que podem antecipar tendências de consumo e comportamentais, servindo como insumo para a tomada de decisões estratégicas, como explica o especialista em Direito e coordenador de Difusão de Conhecimento do Centro de Referência em Inteligência Artificial do Ceará (Cria), Maurício Benevides Filho.

“Além disso, essas mesmas informações, gerenciadas por uma inteligência artificial, podem servir para gerar automaticamente ofertas personalizadas de acordo com o histórico de interações ou padrões de consumo de seus clientes, bem como publicidade direcionada a determinado grupo de pessoas que tem manifestado preferências ou emoções similares”, reitera Benevides.

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A União Europeia e o Brasil foram os primeiros entes públicos a regular sua utilização, com o objetivo de evitar abusos ou uso indevido desse instrumento. Assim, em 2018, surgia a chamada LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que regula e disciplina o uso e o tratamento de dados e informações pessoais de terceiros, armazenados por empresas ou mesmo pessoas físicas. “A finalidade da LGPD é proteger os direitos fundamentais dos usuários, como a liberdade, a privacidade e a intimidade, evitando-se a utilização indevida ou abusiva dessas informações por particulares, empresas privadas e até mesmo governos”, finaliza Maurício.

Dado pessoal é toda e qualquer informação relacionada a uma pessoa física, como seu nome, identidade, número de CPF, endereço, estado civil, grau de escolaridade, etc. Informações que toda empresa hoje em dia obtém já na primeira compra do cliente, seja ela de grande ou de pequeno porte. Por isso, micro e pequenos negócios também precisam estar atentos ao que diz a Lei 13.709/2018. Para não infringir o direito do seu cliente e também resguardar o seu negócio, Maurício Benevides elencou 10 regras no uso de dados pessoais, que toda empresa precisa seguir:

A primeira - mais importante regra é: só pode haver coleta e uso de dados pessoais mediante livre consentimento do titular das informações.

Segunda regra: o consentimento tem que ser expresso, por escrito ou por meio eletrônico, deixando clara a manifestação de vontade do titular em autorizar o tratamento e/ou compartilhamento de seus dados.

Terceira regra: não se pode usar dados pessoas em casos além ou fora do que foi consentido ou em hipóteses de haver dúvida ou vício na formação do consentimento. Não se admite a prática de se valer de autorizações genéricas.

Quarta regra: se houver mudança de finalidade do uso dos dados pessoais, novo consentimento deve ser pedido ao usuário.

Quinta regra: o consentimento pode ser revogado a qualquer momento pelo titular dos dados.

Sexta regra: a venda ou o compartilhamento de dados de qualquer natureza exige consentimento específico

Sétima regra: dados manifestamente públicos não necessitam de consentimento, mas não desobrigam os agentes de tratamento das demais obrigações previstas na LGPD.

Oitava regra: sempre que possível, os dados deverão ser anonimizados, ou seja, desvinculados de seu titular.

Nona regra: o titular tem direito ao acesso fácil às suas informações.

Décima regra: o controlador e o operador devem manter completo registro de todas as operações de tratamento de dados pessoais que foram realizadas para que seja possível a auditagem de seus atos, uma vez que o controlador ou o operador estão obrigados a reparar qualquer dano patrimonial ou moral que o exercício de atividade de tratamento de dados vier a causar a outrem, em violação à legislação de proteção de dados pessoais.

 

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Pequenos negócios movimentam a economia em 2021 no Ceará

#PubliEditorial
00:00 | Dez. 21, 2021 Tipo Publieditorial

Um segundo ano de pandemia trouxe inúmeros desafios para diversos segmentos. Para os micro e pequenos negócios eles foram ainda maiores. Mesmo sendo responsável por boa parte do PIB cearense e gerando cerca de 70% dos postos de trabalho, ainda precisam percorrer um longo caminho para alcançar o sucesso desejado.

O recrudescimento da pandemia no primeiro semestre, o desencadear do processo inflacionário, a elevação dos custos de produção com a elevação do dólar e, consequentemente, dos combustíveis e do gás de cozinha. No segundo semestre, todos esses fatores chegaram juntos com o desalento da economia, juntando-se a isso o crescimento negativo do PIB por dois trimestres seguidos, caracterizando o que os especialistas chamam de estagflação. Como consequência desses fatores macroeconômicos, as micro e pequenas empresas sofreram bastante, principalmente, com a redução dos serviços que só vieram a funcionar plenamente do terceiro para o quarto trimestre.

Outro fator que influenciou negativamente o empreendedorismo foi o aumento da taxa de juros SELIC. Com ele, o aumento dos juros para empréstimos foram ficando mais caros, desestimulando o empreendedor. Diante desse cenário, o que pensa o Governo do Estado e o que tem feito para abraçar esse segmento que tem uma forte influência nos indicadores de Emprego? Que propostas e projetos tem para os setores que movimentam o PIB do Estado e seguem numa tendência de crescimento? Dois grandes nomes dessa política nos trazem essa perspectiva: o Secretário do Desenvolvimento Econômico, Maia Júnior, e Alci Porto, Diretor Técnico do Sebrae Ceará.

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O POVO - Qual o balanço que você faz de 2021, do ponto de vista do empreendedorismo dos pequenos negócios no Estado e quais foram as principais dificuldades?

Maia Júnior - Em primeiro lugar, tem algumas preocupações que geram algumas dificuldades não só para o empreendedorismo, mas para economia de forma mais ampla. Primeiro, a subida da inflação está obrigando o Banco Central a subir os juros em busca de conter a inflação. A taxa de juros é uma dificuldade para o empreendedor, taxas elevadas, logicamente, dificultam e muito a questão do capital de giro e da remuneração dos investimentos. Outro ponto importante, eu ainda insisto, é a falta de previsibilidade das ações do Governo Federal. O empresário não tem uma clareza de para onde está indo o Governo Federal, através do Ministério da Economia e de outros ministérios que são correlatos e de igual importância. A falta de previsibilidade para o empreendedor dificulta a tomada de decisões de médio e longo prazos. Outra dificuldade que essa falta de previsibilidade traz é a falta de financiamento; não se faz desenvolvimento sem financiamento e acesso ao crédito.

OP - Quais são os possíveis cenários previstos para a economia em 2022?

MJ - Apesar de dois trimestres praticamente sem crescimento a nível nacional, o Ceará está se comportando de uma forma diferente do normal, por que a economia do Ceará sempre reage um pouco depois da nacional, mas a nacional não está reagindo e nós estamos, e isso é uma diferença importante. Dentro do cenário do ano, é previsto um crescimento em torno de 3,5% e 4% da economia brasileira. Só que esse crescimento, é um crescimento em cima de uma economia negativa, que foi o ano de 2020, o ano de maior impacto na economia por conta do Covid. Então essa base negativa não dá uma realce na retomada da economia como se desejaria, por que uma coisa é crescer 4% em cima de -4%, como é o caso, outra coisa é crescer 4% em cima de 4%, que é o desejado, em cima de bases mais fortes.


OP - E quais foram os fatores que levaram o Ceará a ficar fora da curva na crise econômica nacional?

MJ - Ele fica fora da curva, primeiro, por que nós não gerenciamos inflação, nem gerenciamos taxa de juros, isso é um problema de ordem da União, do Governo Federal. Hoje, o Ceará é um Estado, do ponto de vista econômico, muito previsível. Todas as políticas públicas do Ceará estão em avanço, avanços consideráveis ao longo do que agora se completa um ciclo de transformação que está acontecendo no Ceará desde 1987, com Tasso Jereissati. Nós estamos vivendo uma sequência de grandes e de bons governadores. E esses bons governadores trilharam o caminho da continuidade, do aperfeiçoamento, do aprimoramento dessas políticas públicas, isso está colocando o Ceará numa condição, na minha opinião, que nunca tivemos. A questão da gestão fiscal, por exemplo, possibilitou ao Ceará ser um Estado eficiente do ponto de vista de gestão pública. Permitiu ao Ceará não só manter o funcionamento da máquina, mas expandir essa máquina de ofertas e serviços ao longo desses 35 anos.


OP- Como a economia vem se estruturando ao longo desses anos para alcançar o cenário atual?

MJ - O Ceará, nessa reestruturação da economia, está preenchendo algumas lacunas no sentido de sair de uma economia de baixo nível de produtividade, de baixo valor agregado de salários, para uma economia de crescimento de alto valor agregado, de alto valor internacional. Então a gente está aí transitando numa retrofitagem da economia antiga do Ceará: estamos retrofitando a indústria de calçados, têxteis e confecções. Estamos retrofitando também uma economia antiga de milho e feijão, que era a grande produção agrícola do Ceará, uma agricultura de sobrevivência, para uma agricultura nova, que é essa economia do mar, com a inserção de empresas que estão liderando a produção de pescados, tornando o Ceará importante exportador de pescados – lagostas, camarão, atum e outros. Estamos expandindo e entrando num outra geração da pecuária leiteira. Estão surgindo ainda outras cadeias, que a gente vem profissionalizando, como o turismo. Já se espera que, do ponto de vista do mercado interno, a gente já retome próximo de 90% as atividades de turismo e estima-se que até julho do próximo ano, o Ceará possa recuperar também essa base do turismo internacional.

OP - Como o Governo vê hoje os micro e pequenos negócios na geração da riqueza no Estado ?

MJ - Tem um ponto importante, dentro dessa linha do empreendedorismo, que nós estamos invertendo no governo Camilo: o Ceará era um Estado que estimulava o desenvolvimento apenas dos grandes e médios negócios. A política de incentivos do Estado era toda voltada única e exclusivamente pra indústria, pras médias e grandes empresas, nunca o estado do Ceará teve políticas voltadas para esse segmentos. Logicamente que o Sebrae foi um instrumento importante para essa ausência do Estado, o Banco do Nordeste, com o Crediamigo, também foi muito importante para estimular os pequenos negócios. Até por causa do universo, nós temos 598 mil empresas no Ceará que ou são MEI’s ou são pequenos ou são micro negócios. a expectativa para o saldo de crescimento desses negócios é de 25% ao ano para 2022. 70% desse crescimento são de pequenos negócios, então quem sustenta a economia do Ceará é essa capilaridade.

OP - Na sua opinião, quais são os grandes desafios do Ceará para 2022 , incluindo-se aí uma solução para o problema do desemprego?


MJ - O mercado de trabalho ainda não está tão aquecido, mas já temos bons sinais na reta final do ano, que é a redução da taxa de desemprego no Ceará, que cai de mais de 15% e volta aos níveis de pré-pandemia, que era em torno de 12%. Se repetirmos 2021, será uma coisa extraordinária. Em 2021 nós geramos, no Ceará, mais emprego do que nos últimos 25 anos, do ponto de vista da política de empregos. Nós já estamos com quase 73% de empregos gerados. Os cenários de crescimento do PIB são melhores do que os do Brasil, a expectativa para esse último trimestre é de que os cenários da última pesquisa do IPECE possam se manter e os sinais são de que teremos no PIB um crescimento maior que o do Brasil. Crescimento do PIB, geração de emprego, saldo de empresas abertas, a movimentação portuária, o crescimento da balança comercial, tudo isso são termômetros de bons resultados. Eu acredito que nesses próximos dez anos, o Ceará possa ter uma taxa de crescimento melhor do que o que vinha tendo, eu vejo uma perspectiva de 30 anos bem mais virtuosos.


O CEARÁ TEM HOJE UM DOS MELHORES AMBIENTES PARA OS PEQUENOS NEGÓCIOS

"O Ceará tem hoje um dos melhores ambientes para os pequenos negócios"
"O Ceará tem hoje um dos melhores ambientes para os pequenos negócios" (Foto: Getty Images)

 

OP - Qual o balanço que você faz de 2021, pensando na perspectiva do empreendedorismo no Estado? Quais foram as principais dificuldades?

ALCI PORTO - O ano iniciou com grande perspectiva de retomada da Economia, principalmente das atividades mais impactadas pelas restrições. O crescimento do número de novos negócios, aliado ao grande papel destes como indutores dos empregos gerados em plena Pandemia trouxe a esperança de uma retomada econômica sem muitos atropelos. Entretanto, o retorno do processo inflacionário, fortemente impactado pelos preços dos combustíveis e energia elétrica, mudou o cenário previsto anteriormente, levando todos a passarem a ter maior cautela nos investimentos e endividamentos, até porque justamente nesse período teremos o vencimento de empréstimos bancários contraídos anteriormente.

OP - Qual a sua avaliação das políticas de incentivo ao empreendedorismo, trabalhadas pelo Governo do Estado e Prefeitura? O que o senhor acha das linhas de crédito e programas implantados?

AP – Certamente, os empreendedores cearenses teriam muito mais dificuldade se não fora a pronta parceria do Governo do Estado e Prefeituras com o Sebrae, que buscou minimizar o efeito danosos destes dias difíceis. Graças a isso, o Ceará tem, hoje, um dos melhores ambientes de impulsionamento de novos negócios. Chegamos ao fim do ano de 2020 com 40% a mais de novos negócios no âmbito das pequenas empresas, em relação a 2019. E este ano de 2021, não será diferente. A criação da Secretaria Executiva de Empreendedorismo, pelo Governo do Estado e a retomada do apoio a Programas e Projetos integrados às ações do Sebrae em todo o Estado, já atingem, por exemplo, a mais de 80 mil empreendedores cearenses. Além disso, este ano reforçamos ações em capacitação, crédito orientado, compras governamentais, inserção digital e empreendedorismo nas escolas e Universidades. As Prefeituras, por sua vez, em muito estão contribuindo, apoiando as Salas do Empreendedor que já são realidade em 94 municípios cearenses, com 134 Agentes de Desenvolvimentos plenamente capacitados e acompanhados pelo Sebrae em todas as Regiões.


OP - O Governo vai enfrentar nos próximos anos um grande desafio que é o desenvolvimento de TICS no Ceará, há uma forte escassez de mão de obra e são poucas as microempresas na área de Tecnologia da Informação. Como se pensar nessa perspectiva para o próximo ano?

AP – O Sebrae vem, há anos, investindo na formação de um empreendedor mais capacitado e preparado para desafios como são a Tecnologia da Informação e a Inovação. Estamos, também, investindo, através da Educação Empreendedora, no empreendedor do futuro, fazendo com que, crianças, estudantes do ensino fundamental, médio, técnico e superior, estejam preparados para atuarem a partir do desenvolvimento do estímulo à criatividade, ao pensamento crítico, à visão de mercado, à adoção de estratégias de economia digital e fortalecendo o ecossistema de inovação.
Além disso, até março de 2022 estaremos iniciando as atividades do CEARÁ HABITAT DE INOVAÇÃO, que funcionará no espaço do Centro de Negócios.

OP - Qual o grande desafio para o governo no tocante ao empreendedorismo em 2022?

AP – Primeiro, compreender que os Pequenos Negócios merecem ser olhados com maior atenção pelas políticas públicas. A migração do emprego formal para as atividades empreendedoras deve ser seguido por iniciativas de apoio à preparação destes empreendedores aos desafios do mercado. Não se trata de ficar criando Programas/Projetos mas, sim, de dar musculatura de atuação aos já existentes, possibilitando a instituições como o Sebrae, expandir sua atuação com os conhecimentos já existentes. O que nos falta é somar esforços, ter complementariedade, integrar ações e recursos em prol de uma estratégia única. Os empreendedores esperam mais maturidade de todos nós.

OP - Quais áreas serão mais promissoras para apostar para quem pensa em empreender?

AP – O problema não é tanta investir, mas em que investir. Para 2022, a dica é ficar atento a tendências já consolidadas como E-commerce, Delivery; o uso de Home Office; o Dropshipping, que abre espaço para quem não precisa ter produto, basta fazer a ponte entre o produtor e os clientes; Criação de conteúdo para ações de marketing Digital e Importação de produtos para comercialização, setores como beleza, economia criativa, e moda. Outra aposta para 2022 são os infoprodutos. Nesse tipo de negócio, o empreendedor passa a ser o criador de produtos digitais como cursos online e e-books, por exemplo, além da área de Alimentação fora do lar, que vem em notório crescimento. Além disso, é bom atentar para tendências inovadoras que podem surgir como grandes oportunidades.

OP - 2022 será um bom ano para empreender?

AP - Talvez nunca uma expressão como “Ano novo, Vida nova” vá ser usada com tanta propriedade quanto no final deste 2021e durante 2022. Depois de quase dois anos fazendo tudo diferente, tem muito empreendedor interessado em seguir inovando e bem longe do que antes era chamado prosaicamente de “Normal”. Afinal, o momento atual demanda formas diferentes e modelos repensados e adaptados, tanto de se ver o mundo como para manter vivo o conceito de empreendedorismo. Quanto a ser um ano bom ou não, é difícil dizer agora, com o que sabemos e com as informações disponíveis, um exercício de futurologia. Seria temerário. Mas, pode-se prever que mudar vai continuar sendo necessário. E se arriscar em novas ideias e modelos, também. Nesse cenário, considero que o Sebrae continua sendo uma boa bússula, um “norte”, um apoio que pode ser demandado para orientar, estimular e, quando necessário, corrigir rotas.

OP - Como o senhor enxerga o trabalho de iniciativas importantes para o empreendedorismo como o movimento empreender, da fundação Demócrito Rocha?


AP - É reconfortante sentir como o empreendedorismo está sendo internalizado e tem ajudado a mudar mentalidades, vidas, cenários e futuros. E a Fundação Demócrito Rocha tem sido uma instituição particularmente importante na disseminação de conteúdos que são importantes para educar, esclarecer, inspirar e influenciar. Esse trabalho, tão rico, acaba fazendo do Sebrae um parceiro de primeira hora dessa missão abraçada pela Fundação e que tem o nosso reconhecimento e aplauso.

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Para vender mais e melhor: Identificando o perfil da sua clientela

#PubliEditorial
00:00 | Dez. 14, 2021 Tipo Publieditorial

E-commerce é a expressão em inglês equivalente a “comércio eletrônico” ou comércio feito por meio de dispositivos eletrônicos. Hoje, praticamente, todo mundo que tem um negócio também tem um canal digital pra chamar de seu. Seja na rede social ou até mesmo um site. E esse canal traz oportunidades únicas para você alcançar seus clientes, onde eles estiverem, e fazer boas vendas. Redução dos limites geográficos e de tempo, interatividade, personalização, socialização das vendas e automação são algumas delas.

Mas assim como nos negócios físicos, no ambiente digital é preciso ter mais informações sobre seu cliente para ter efetividade nas vendas. “Determinar e estudar esse perfil é uma das atividades mais importantes para o sucesso de um e-commerce”. Sabe por quê? Esse conhecimento do seu cliente será fundamental para a escolha dos produtos e serviços que serão ofertados, mas também para influenciar sua comunicação.

E a primeira etapa para caracterização dos seus clientes é a demografia. Faixa etária, gênero, renda e sua localização são informações imprescindíveis. Por exemplo, seu seu negócio for produtos para bebês, provavelmente os clientes mais comuns serão mulheres com idades entre 25 e 35 anos. “Essa informação será especialmente útil quando você for investir seus recursos mercadológicos, pois não adianta direcionar seus esforços para clientes com pouca chance de comprar os seus produtos e serviços”, explica José Florêncio de Queiroz Neto, Doutor em Ciência da Computação e conteudista do curso Transformação Digital para Micro e Pequenas Empresas.

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Para afinar ainda mais, chegue fundo nesse trabalho: identifique padrões de comportamento (o estilo de vida desses clientes), de consumo (consomem mais online ou offline?), Padrões de uso digital e preferências de consumo de contúdo (o que mais ele acessa? Blogs, redes sociais, sites?).

De posse dessas informações, você poderá definir o seu buyer persona ou, no bom português, perfil típico de cliente, também conhecido como avatar. “É uma pessoa fictícia que representa o seu cliente típico. Fique com ele na cabeça, aprenda como ele pensa e o que ele precisa. Assim, poderá identificar e atender às suas necessidades com mais assertividade”, finaliza José Florêncio.

 

Essas e outras dicas, você encontra no módulo E-commerce - implantando um canal digital, do curso Transformação Digital para Micro e Pequenas Empresas. O curso é gratuito e para se inscrever basta acessar: www.movimentoempreender.com

 

 

 

 

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Tudo é uma questão de dados: startups apostam na tecnologia para aprimorar experiências

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00:00 | Dez. 07, 2021 Tipo Publieditorial

Você já deve ter notado: hoje em dia, praticamente, tudo é dado. Temos dados aplicados à saúde, à educação, à engenharia, enfim o termo está simbióticamente presente no nosso dia a dia. E nas empresas, essa realidade não é diferente. Grandes e pequenos negócios estão tendo seus processos aprimorados por meio da tecnologia de dados, que ajustam dinâmicas e ajudam a oferecer experiências mais assertivas aos clientes.

Victor Cavalcante, 28, engenheiro de formação, tem larga experiência no setor automobilístico. Com essa expertise no currículo e participando de um processo de aceleração com outros três amigos, eles identificaram uma dor comum às empresas que possuem frotas de veículos, a gestão dessas frotas acontecem de forma descentralizada: “Existia um sistema de abastecimento, existia um sistema de manutenção, um sistema de telemetria, mas eles não conversavam. E aí a gente tomou a decisão de ser o primeiro hub integrador de gestão de frotas do Brasil, reunindo todos esses sistemas em um sistema só”.

Assim nasceu a Infleet, plataforma integrada de gestão de fórmulas, que envolve as verticais de manutenção, preventiva e corretiva, monitoramento, telemetria, abastecimento, controle de documentos e multas para frotas. O foco, empresas de distribuição, de coleta de resíduos, transportadoras, enfim toda e qualquer empresa que possua frota veicular.

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“Antes o gestor fazia tudo isso em excel, retirando as planilhas de vários sistemas - e agora ele consegue ver tudo integrado no mesmo sistema”, explica o CEO da Infleet, que tem como sócios Henrique Lima, 28, Lucas Bastos, 27 e Vitor Reis, 28. O objetivo da plataforma é reduzir custos com manutenção e abastecimento. Sistematizando essa área, é possível ainda diminuir a poluição e os acidentes no trânsito.

Do setor automobilístico para o marketing
Sempre que estamos em busca de um produto ou serviço, a primeira coisa que procuramos para balizar nossa compra é a indicação de alguém. Essa é a premissa básica do chamado “Marketing de Indicação”. Conforme dados da CMO by Adobe, blog de insights e inspiração sobre negócios digitais, o boca a boca é responsável por U$ 6 trilhões em consumo ao redor do mundo anualmente.

Pensando nessa perspectiva, uma das coisas mais importantes para os negócios é o relacionamento com seus clientes. Mas nem sempre é fácil manter esse setor em dia, com isso muitas empresas, sejam elas grandes ou pequenas, acabam pecando nessa área. Buscando entregar a melhor experiência possível para os clientes, surge a PliQ, startup cearense que tem revolucionado o marketing de indicação ao focar na experiência do cliente no ambiente digital.

Assim como na Infleet no setor automobilístico, a PliQ também utiliza dados para fazer com que os empresas consigam perceber o que os clientes deles estão sentindo com o uso de seus produtos e serviços: “A PliQ vem transformando experiências em vendas a partir de pesquisa e indicação, apresentando um diferencial em relação ao monitoramento da experiência do cliente, tudo de forma digital e integrada em uma jornada única”, explica a co-fundadora e diretora de operações da startup, Denise Barroso.

Na busca de viabilizar um outro negócio, também com foco na experiência do cliente, Denise identificou que muitas empresas tinham dificuldade nessa área. Foi quando ela decidiu pivotar (mudar a direção de um negócio, mantendo a mesma base que já existia): “ Percebemos que as empresas tinham uma dor em comum, elas não conseguiam se conectar e entender o que os clientes estavam achando delas”. Criaram então a eXplique. Mas daí perceberam que essa dor era uma comum nas empresas e criaram a PliQ, que em dois anos já atendeu mais de 400 empresas com seu serviço diferenciado em relação ao monitoramento da experiência do cliente, de forma digital e integrada.

Hub de inovação: investindo para crescer
Em comum ainda, as duas startups fazem parte da cartela de clientes que integram o Hub de Inovação do Banco do Nordeste, que tem como responsabilidade formular políticas e diretrizes para a gestão da inovação dentro do BNB e desenvolver ações para contribuir com o empreendedorismo regional inovador na área de atuação do Banco do Nordeste.

Lina Salles, Gerente do Hub de Inovação do BNB, aponta que o Ceará é um dos Estados mais avançados na estruturação do ecossistema de inovação, com iniciativas no ambiente governamental em todas as esferas (municipal, estadual e federal): “Há iniciativas no âmbito da academia e muitas iniciativas do mundo empresarial. Ou seja, a tríplice hélice da inovação está contemplada. Dispõe-se de Marco Legal da Inovação, incentivos fiscais, programas de incubação, pré-aceleração e aceleração, vários hubs de inovação, eventos regulares de capacitação, divulgação e discussão dos temas associados, e investimentos públicos e privados para fomento às soluções inovadoras das startups”.

No Hub de Inovação do Banco do Nordeste a Infleet participou de dois programas, o Fundeci, Programa de Subvenção Econômica para Inovação em Empresas, e o FNE Startup, que é um crédito para Startups de base tecnológica. “A importância desses dois aportes foi extremamente relevante porque a gente cresceu, mais ou menos, três vezes com esse aporte, e isso possibilitou a gente estar preparado para pegar um investimento com fundos de Venture Capital. E desde que a gente pegou esses investimentos a gente já dobrou de tamanho em menos de 6 meses”, relata Victor. Desde que iniciaram a Infleet, já passaram por mais de 10 prêmios de inovação.

Já a PliQ, integrou por 12 meses o time de startups que se utilizam do espaço de Coworking do Hub. “Foi bem enriquecedor, conseguimos participar de eventos internos, nos conectar com o BNB para uso da PliQ, fizemos conexões com outras startups e tivemos bastante visibilidade no mercado por nos fazermos presente e sermos acreditado pelo banco”, compartilha Denise sobre a experiência que impulsionou seu negócio.

Denise conta ainda sobre a exitosa experiência de ter um espaço físico para dar seus primeiros passos: “ A primeira coisa que eles fazem é organizar as startups dentro do ambiente. Você tem uma mesa lá com três locais, você tem toda estrutura de uma empresa - telefone, sala de reunião, impressora, você tem toda uma gestão administrativa. A segunda parte é fazer reuniões de conexão entre as startups. Então tem as apresentações, cada uma vai ajudando a outra como pode, algumas empresas já contratam negócios dos outros, a gente tem muita troca. E o BNB promove ainda alguns eventos de Open Innovation, neles a gente faz apresentações da nossa empresa para se conectar com os clientes do banco. E o Hubine serve ainda como chancela para o negócio”.

O primeiro espaço de Coworking do Hub de Inovação foi criado em Fortaleza com 10 startups. Em 2018, criou-se o espaço de Salvador e, em 2020, foi a vez de Recife receber seu Coworking. Desde sua criação, mais de 40 startups já passaram pelo Hub de Inovação e mais de 20 acessaram crédito especializado para inovação por meio do FNE Startup e FNE Inovação.

Estrutura
Cada espaço de Coworking abriga 30 startups selecionadas por meio de edital. Uma chamada pública para participação. Como explica a gerente do Hub, os modelos de negócios das startups abrangem temas diversos, de interesse do Banco do Nordeste e da Região Nordeste. Há startups com soluções para agronegócios (agritechs), educação (edtechs), finanças (fintechs), energias renováveis, negócios de impacto social, dentre outros. “Adotamos a estratégia de Inovação Aberta, por acreditar que a parceria com atores do ecossistema de inovação da Região Nordeste possibilita maior efetividade nas ações de apoio ao empreendedorismo. Um dos critérios relevantes para residir nos espaços é apresentar uma solução inovadora que possa contribuir com a inovação da Região Nordeste e do próprio Banco do Nordeste.”, explica Lina.

Lina finaliza ainda com dicas para quem está começando no ramo: “Em primeiro lugar, teste sua ideia, valide com alguns poucos clientes. Faça o que o mercado chama de MVP: mínimo produto viável. Se você descobriu que dá certo, tem mercado, vá em frente. Em seguida, vá buscar os investimentos para crescer. E nunca faça nada sozinho. Colaboração é fundamental. Existe ainda a opção de negócios bem futuristas, que exigem mais pesquisa e mais investimentos. Neste caso, ampliar a colaboração é ainda mais importante. Envolver pesquisadores da academia, fomento de recursos públicos, investidores privados que tem essa visão. De qualquer modo, protótipos são essenciais. Validação contínua da ideia”.

Além do Coworking, o BNB dispõe ainda de diversas linhas de crédito para startups como o Fundeci, que ampliou o fomento à inovação com recursos não reembolsáveis acessados por meio de edital, que só em 2021 ofertou R$10 milhões; o FNE Startup, linha de crédito única no país voltada para financiamento de startups; além da ampliação de fundos de Venture Capital, com a criação do FIP Anjo, em parceria com o BNDES.

 

Curso Gratuito

Quer se aprofundar e aprender de vez como dominar as estratégias digitais para aplicar no seu negócio? Não perca a oportunidade e inscreva-se agora no curso GRATUITO “Transformação Digital para micro e pequenas empresas”. Em formato de ensino à distância (EAD), o curso, idealizado pela Fundação Demócrito Rocha, com o apoio da Universidade Federal do Ceará, tem como objetivo promover o debate, a qualificação e o aperfeiçoamento de profissionais, empreendedores e pequenas empresas que querem desenvolver novos negócios ou incorporar as soluções digitais nas estratégia do seu negócio.

Para acompanhar tudo sobre o universo do empreendedorismo acesse MOVIMENTO EMPREENDER e tenha acesso a um universo de possibilidades.

 

 

 

 


 


 

 

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Plano de comunicação digital: por onde começar?

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00:00 | Nov. 30, 2021 Tipo Publieditorial

Quantas horas por dia você passa na internet? Quanto já gastou só em 2021 com produtos ou serviços que estavam a um clique de distância? De acordo com dados da Ebit | Nilsen, só no primeiro semestre deste ano, o brasileiro gastou mais de R$53,4 milhões em compras online. Não resta dúvida que o e-commerce se consolidou de vez e que o consumidor está cada dia mais conectado.

Em termos globais, o Brasil é um dos países onde as pessoas passam mais tempo conectadas. De acordo com o IBGE, em 2019, 82,7% dos domicílios brasileiros utilizavam a internet. A mesma pesquisa revela que a maior parte desse uso é feita por dispositivos móveis, como smartphones. Com dados mais atuais, o relatório da App Annie Intelligence, aponta que o uso de telas pelos brasileiros aumentou em 30% entre 2019 e 2021, chegando a uma média de 5,4 horas diárias gastas no uso de aplicativo de celular. Esse dado coloca o Brasil no topo do rankinkg mundial de uso de smartphones.

Outro levantamento, agora feito pela plataforma Nuvemshop, indica um crescimento médio de 140%do faturamento de pequenas e médias empresas no primeiro semestre de 2021 se comparado ao mesmo período do ano anterior. A pesquisa revela ainda que 73% das vendas online foram feitas através do celular. Sem dúvida, houve um impacto gigante da pandemia nestes dados, mas o fato é que o digital tornou-se ainda mais imprescindível para os negócios e trouxe a urgência de uma nova comunicação, mais integrada e estratégica.

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Mas por onde começar? Georgia Cruz, professora do curso de Sistemas e Mídias Digitais da UFC, explica que para construir essa resposta, é preciso pensar que comunicação digital tem em seu DNA a construção de um relacionamento entre empresas e consumidores de uma maneira mais horizontal e fluida. “O ponto de partida do seu processo precisa pensar em quem será seu público e com quais pessoas você vai lidar”.

Quem?
Ela aponta ainda algumas perguntas imprescindíveis para resolver o primeiro ponto-chave para a construção de um Plano de Comunicação assertivo: Quais são as necessidades e desejos do seu público? De que maneira o seu produto se conecta com essas pessoas? Do que essas pessoas gostam? Quais são seus valores? O que é de fato importante para esse público? Qual o repertório e as referências que essa pessoa tem? Quais os meios mais acessados por esse público? “É a partir dessa definição que seu plano de ação será desenhado. Sem conhecer as pessoas com que você deseja conversar, é pouco provável que você consiga direcionar de maneira efetiva suas mensagens”, orienta. Ou seja, o primeiro passo é conhecer seu público!

O quê?
O segundo ponto é ter muito clara qual é a mensagem a ser comunicada. Aqui, não é somente sobre conteúdo de texto ou imagens, é sobre o os valores da sua marca, do seu produto, da sua empresa. “Quanto mais clareza acerca dessa mensagem, mais fácil será pensar nos textos, imagens e demais elementos do seu plano de comunicação”, pondera a especialista no módulo 8 do curso Transformação Digital para Micro e Pequenas Empresas, do qual Georgia é uma das conteudistas.

Como?
Pronto, seguindo os dois primeiro passos você já sabe quem é seu público e sobre o que deseja falar. Agora vem um dos elementos mais cruciais: como falar. “Isso envolve pensar na sua estratégia e na linguagem. A estratégia deve levar em consideração quais serão seus canais de comunicação e venda e tipo de atendimento ao público”, explica. A linguagem a ser utilizada deve ser clara, simples e estar próxima do universo do seu público.

Quando?
Georgia explica ainda que um plano de comunicação digital requer preparo. “É necessário planejamento para criar o conteúdo e saber o melhor momento de divulgá-lo”, ressalta. A criação de materiais requer preparo: qual é o texto a ser usado? Quais imagens? Quem fará esse material? Quando será postado? Com tantas demandas cotidianas, se não houver uma preparação, há muitas chances de as coisas saírem do controle.

Por quê?
Ter clareza dos seus objetivos é fundamental para otimizar os recursos financeiros e de tempo utilizados no processo: “Por que você está planejando uma determinada comunicação? Quais resultados você deseja alcançar?”, indaga.

Por fim, onde? Existem muitas redes sociais, sites e plataformas. Preciso estar em todas? Georgia devolve a resposta com mais perguntas: “Faz sentido para o seu negócio? Seu público está em todos os espaços?”. Por isso é tão importante saber quem é seu público e onde encontrá-lo, pois de posse dessas informações seu conteúdo será veiculado de maneira mais estratégica. “Não é porque um determinado aplicativo está na moda que ele é instantaneamente um lugar para estar presente digitalmente”. Logo, lembre-se: se você estiver em muitos espaços, mais conteúdo terá que produzir e mais tempo será necessário para interação com seu público e construção do relacionamento com ele.

 

Curso gratuito

Mas quer aprender como utilizá-las na prática? Todos este conteúdo está presente no módulo 8, do curso Transformação Digital para Micro e Pequenas Empresas. E sabe o melhor, o curso é gratuito e recheado de conteúdos para você aplicar no dia a dia do seu negócio e alcançar outro patamar no digital.

Em formato de ensino à distância (EAD), o curso, idealizado pela Fundação Demócrito Rocha, com o apoio da Universidade Federal do Ceará, tem como objetivo promover o debate, a qualificação e o aperfeiçoamento de profissionais, empreendedores e pequenas empresas que querem desenvolver novos negócios ou incorporar as soluções digitais nas estratégia do seu negócio. Clique AQUI para se inscrever


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Transformação Digital para os pequenos negócios é tema de Webinar gratuito

#PubliEditorial
00:00 | Nov. 23, 2021 Tipo Publieditorial

Transformação Digital é hoje um dos grandes desafios para as micro e pequenas empresas. Acelerada pela pandemia, a digitalização dos negócios fincou os dois pés na realidade e bateu na porta de todo mundo que tem um negócio pra chamar de seu. Quem não se organizou para ter presença forte nas redes, ficou para trás. Para estes micro e pequenos empreendedores o novo cenário trouxe enormes desafios.

Como se destacar num meio onde a concorrência parece ser ainda mais acirrada? O digital não é divido por bairros ou departamentos, ele é global. É como se milhares de empresas do mesmo segmento estivessem dividindo o mesmo quarteirão. Como se diferenciar? Como transformar like em vendas? Sim, por que não basta estar presente, é preciso ter estratégias para que as ferramentas tecnológicas tenham efetividade. Mas qual o papel da tecnologia no ambiente da pequena empresa? Como ela pode favorecer seu crescimento?

Relacionamento com o cliente, automação de processos, impulsionamento das vendas online, posicionamento estratégico. São inúmeras as possibilidades que o uso dessas ferramentas trazem para as micro e pequenas empresas para que eles alcancem não só outro patamar no digital, mas mantenham estratégias fortes também no offline. Para impulsionar esses pequenos negócios, o Movimento Empreender promove uma nova rodada de um dos maiores eventos de Empreendedorismo: o Webinar Transformação Digital para os Pequenos Negócios. Desta vez o foco do evento é nas tecnologias habilitadoras da transformação digital e nas startups, tanto para você que tem o sonho de iniciar neste universo como para quem quer se aprimorar no segmento.

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Nos dias 25 e 26 de novembro, você vai acompanhar uma verdadeira aula com especialistas que trarão perspectivas de mercado e dicas para você aplicar no seu negócio e alcançar outro patamar também no digital. O evento é gratuito. Para se inscrever basta acessar movimentoempreender.com

Confira a programação completa:


Dia 25/11
Hora: 19h
Tema: Quero iniciar ou acelerar minha startup, e agora? Programas de incentivo no Ceará para desenvolvimento do empreendedorismo digital

Convidadas
Lina Salles - Gerente do Ambiente Hub de Inovação BNB
Com experiência de gestão nas áreas de Tecnologia da Informação, Segurança da Informação, Gestão de Riscos e Auditoria Interna.

Denise Barroso - Líder do Rapadura Digital
Formada em MKT e Pós-Graduada em Gestão de Processos. Atua nas comunidades Rapadura Valley, Women of CS, Drink About ,CS Meetup Brasil e é membro da CXLA.

Dia 26/11
Hora: 19h
Tema: Tecnologias habilitadoras da transformação digital na pequena empresa

Convidados
José Antônio Macêdo - Cientista Chefe de Dados do Governo do Estado do Ceará
Professor associado do Departamento de Computação da UFC e Cientista Chefe de Dados e Transformação Digital do Governo do Ceará

Luiz Alberto Sabóia - Presidente da Citinova
Graduado em Administração de Empresas, com especialização em Tecnologia da Informação e mestre em Planejamento e Avaliação de Políticas Públicas

 

Webinar Gratuito

25 e 26 de novembro

Serão 2 dias de evento com especialistas focados na tecnologia para fazer seu negócio chegar mais longe no digital. A inscrição é gratuita e o Webinar acontece por meio da plataforma Zoom, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da FDR.

Participe! Inscreva-se agora:

www.movimentoempreender.com

 

Curso gratuito

Quer se aprofundar e aprender de vez como dominar o digital para aplicar no seu negócio? Não perca a oportunidade e inscreva-se agora no curso GRATUITO “Transformação Digital para micro e pequenas empresas”. Em formato de ensino à distância (EAD), o curso, idealizado pela Fundação Demócrito Rocha, com o apoio da Universidade Federal do Ceará, tem como objetivo promover o debate, a qualificação e o aperfeiçoamento de profissionais, empreendedores e pequenas empresas que querem desenvolver novos negócios ou incorporar as soluções digitais nas estratégia do seu negócio.

E mais: se inscrevendo no curso Transformação Digital para Micro e Pequenas Empresas com o seu CNPJ você ganha vantagens EXCLUSIVAS! O curso é GRATUITO e tem certificação pela Universidade Federal do Ceará. Acesse movimentoempreender.com e se inscreva, agora!

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