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FenaPrevi: seguro de pessoas cresce 10,96% no 1º semestre e movimenta R$ 16,68 bi

08:40 | 23/08/2017
O mercado de seguros de pessoas, que engloba apólices de vida e acidentes pessoais, dentre outras modalidades, movimentou R$ 16,68 bilhões em prêmios no primeiro semestre de 2017, cifra 10,96% superior ao mesmo intervalo do ano passado, de cerca de R$ 15 bilhões, segundo informou a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).

O impulso para o desempenho no período, conforme a entidade, veio, além do seguro de vida, que tem a maior representatividade, do chamado prestamista, que cobre prestações no caso de morte, invalidez ou desemprego do segurado; viagem, utilizado para custear despesas médicas e até extravio de bagagens em deslocamentos no Brasil ou no exterior; e ainda o educacional, que garante o pagamento de mensalidades na falta do responsável.

Na análise de desempenho por modalidade, o seguro de vida respondeu por 39,6% do resultado, com R$ 6,61 bilhões em prêmios emitidos na primeira metade do ano, aumento de 5,15% em relação ao mesmo período de 2016. Dentre os destaques, o prestamista teve alta de 21,08%; vida resgatável, aumento de 27,96%; viagem, de 52,93%; e educacional, alta de 24,03%.

Já o auxílio funeral somou R$ 274,353 milhões em prêmios, alta de 16,36% em relação aos R$ 343,96 milhões contratados no primeiro semestre de 2016. Segundo o levantamento da FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, teve arrecadação 1,84% superior, com R$ 2,64 bilhões, enquanto no mesmo período de 2016 foram registrados R$ 2,59 bilhões.

No primeiro semestre, de acordo com a federação, o valor das indenizações pagas aos segurados (ou aos seus beneficiários) totalizou R$ 4,27 bilhões, volume 1,6% superior ao registrado no mesmo período de 2016.

Distribuição geográfica

Dos R$ 16,68 bilhões em prêmios no primeiro semestre, São Paulo respondeu por 44,4%, liderando o ranking em termos de distribuição geográfica. O Rio de Janeiro teve representatividade de 9,2%, seguido por Distrito Federal (8,2%), Rio Grande do Sul (7,9%), Minas Gerais (7,4%) e Paraná (5,5%). Os demais Estados responderam por 3%.

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