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G-7 diz calibrar aperto monetário para evitar efeito em países em desenvolvimento

Em comunicado conjunto após reunião na Alemanha, os ministros das finanças e presidentes de bancos centrais do G-7 reconheceram o desafio da escalada da inflação e se comprometeram a apertar a política monetária com base nos indicadores econômicos, de forma a evitar efeitos negativos em países em desenvolvimento. Na nota, o grupo informa que monitora a recente volatilidade dos mercados financeiros e destaca que a resposta fiscal à pandemia levou a níveis elevados de dívida pública.

"Estamos comprometidos com uma política macroeconômica de médio prazo com um mix de política orientado para a estabilidade e o crescimento, que nos coloque em um caminho claro para a sustentabilidade de médio prazo das finanças públicas e um setor financeiro resiliente", ressalta o G-7.

Os signatários do texto responsabilizam o governo do presidente russo, Vladimir Putin, pelas consequências econômicas da guerra na Ucrânia.

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Também reforçam comprometimento em manter os mercados de energia e alimentos abertos, com intuito de mitigar o impacto do conflito. "Continuamos a aumentar os custos da guerra da Rússia isolando a Rússia e Belarus da economia global", enfatizam.

O grupo diz ainda que pretende apoiar os países em desenvolvimento na implementação da reforma do sistema tributário global, que inclui a criação de um imposto corporativo mínimo e mudanças na taxação de serviços digitais.

O G-7 é composto por Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, com representação da União Europeia.

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