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Inflação em Fortaleza em agosto fecha em 0,43%; a menor do Brasil

O indicador representa metade da média da inflação brasileira no mês (0,87%), segundo o IBGE. Ter a menor variação mensal, no entanto, não significa alívio no bolso. No acumulado do ano, a alta é de 6,54%
10:18 | Set. 09, 2021
Autor Irna Cavalcante
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Irna Cavalcante Repórter no OPOVO
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A inflação em Fortaleza, no mês de agosto, fechou em 0,43%. Junto com Belo Horizonte, foi o menor percentual registrado no País e metade do indicador nacional ( 0,87%). Os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foram divulgados nesta quinta-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do ano, no entanto, o indicador acumula a terceira maior alta de 6,54%.

 

Está atrás apenas de Curitiba (7,72%) e Vitória (6,61%). Em relação à média Brasil está 0,87 pontos percentuais acima (5,67%). No comparativo de doze meses, o IPCA em Fortaleza registrou alta de 11,20%.

Ter a menor variação mensal da inflação do País, não significa, no entanto, que houve um alívio significativo no bolso do consumidor. Pelo contrário. Dos dez grupos pesquisados pelo IBGE, apenas dois apresentaram deflação: Saúde e cuidados pessoais (-0,33%) e educação (-0,41%).

A maior alta foi observada no grupo Transportes (1,17%), impulsionado pelos reajustes nos preços dos combustíveis (2,46%). A gasolina vem apresentando reajustes mensais, de janeiro a agosto ela já acumula alta de 27,04%.

“O preço da gasolina é influenciado pelos reajustes aplicados nas refinarias de acordo com a política de preços da Petrobras. O dólar, os preços no mercado internacional e o encarecimento dos biocombustíveis são fatores que influenciam os custos, o que acaba sendo repassado ao consumidor final. - disse o analista da pesquisa, André Filipe Guedes Almeida.

Já o grupo alimentação e bebidas, o de maior peso na composição da cesta, acumulou alta no mês de 0,51%. Neste grupo, destaque para alimentação no domicílio (0,53%), pressionada principalmente, pela alta nos preços de aves e ovos ( 4,66%), hortaliças e verduras (4,11%), e bebidas e infusões (3,22%).

Por outro lado, a carne, subitem que vinha se destacando na pesquisa em meses anteriores apresentou queda de 2,27%. Já a alimentação fora do domicílio fechou o mês de agosto com variação mensal de 0,46%.

Também apresentaram alta: vestuário (1,04%), habitação (0,08%), artigos de residência (0,82%), despesas pessoais ( 0,60%) e comunicação (0,43%)

Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto foi de 0,87%, a maior variação para um mês de agosto desde 2000 (1,31%). Embora o indicador seja 0,09 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de 0,96% registrada em julho.

No ano, o IPCA acumula alta de 5,67% e, nos últimos 12 meses, de 9,68%, acima dos 8,99% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em agosto de 2020, a variação mensal foi de 0,24%. 

Quanto aos índices regionais, todas as áreas pesquisadas apresentaram variação positiva em agosto. O maior foi registrado em Brasília (1,40%), influenciado pelas altas nos preços da gasolina (7,76%) e da energia elétrica (3,67%).

Entenda o IPCA

Para o cálculo do IPCA de agosto, foram comparados os preços coletados no período de 29 de julho a 27 de agosto de 2021 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de junho a 28 de julho de 2021 (base).

Em virtude do quadro de emergência de saúde pública causado pela Covid-19, o IBGE suspendeu, no dia 18 de março de 2020, a coleta presencial de preços nos locais de compra. A partir dessa data, os preços passaram a ser coletados por outros meios, como pesquisas realizadas em sites de internet, por telefone ou por e-mail. A partir do início de julho de 2021, o IBGE iniciou a retomada gradual da coleta presencial de preços em alguns estabelecimentos, conforme descrito na Portaria nº 207/2021 da Presidência do IBGE.

 

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Ceará apresenta maior alta do consumo das classes C e D no Nordeste

Economia
10:36 | Set. 09, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Após dois meses negativos no consumo das classes C e D, o Ceará fechou julho com maior alta entre os três estados do Nordeste e acima da elevação nacional, que foi de 5%.

É o que aponta a pesquisa Hábitos de Consumo da Superdigital, fintech do Grupo Santander. O levantamento mostra crescimento de 10% no mês, contra 7% de Pernambuco e 3% da Bahia.

Em junho, os estados tinham encerrado, respectivamente, com retração de 3%, 1% e 1%, ante maio. 

Segundo a pesquisa, os segmentos que mais evoluíram no Ceará e que apontam a retomada da economia foram: companhias aéreas (47%), rede online (26%), serviços (25%), automóveis e veículos (19%), hotéis e motéis (19%), transporte (15%) e lojas de Roupas (12%).

Entretanto, caíram os gastos com lojas de artigos diversos (-10%), diversão e entretenimento (-3%) e drogaria e farmácia (-1%).

No Brasil, quase todas as regiões registraram crescimento, mas as que impulsionaram o resultado total foram Norte e Nordeste, com aumento de 23,5% e 8,5%, respectivamente.

O Sul avançou 7,7%, enquanto o Sudeste, 3,5%. Já o Centro-Oeste teve leve queda de 0,5%. O levantamento é realizado mensalmente e busca traçar o perfil de consumo das classes C e D.

Os setores que mostraram recuperação mais significativa no consumo foram rede online (8%), transportes (7%), restaurantes (6%), supermercado (5%), prestadores de serviços (5%) e combustível (5%). Na outra ponta, os gastos que mais caíram foram com diversão e entretenimento (-8%).

O levantamento mostra também que o principal gasto no orçamento ainda é em supermercados (35%), seguindo de restaurantes (12%) e lojas de artigos diversos (11%), com uma pequena variação entre os meses de junho e julho.

 Em julho, 82% dos gastos totais foram feitos presencialmente, o que representa um ponto percentual a mais em comparação a junho. Observa-se, por exemplo, crescimento de 4% nos gastos em restaurantes e de 22% em diversão e entretenimento. 

Em relação ao ticket médio, houve aumento significativo nos setores rede Online (9%), transporte (5%), prestadores de serviços (3%) e combustível (2%).

Na avaliação da executiva, a inflação dos últimos meses, acima da meta, tem contribuído para esse aumento do ticket médio em alguns itens. “É cada vez mais fundamental o aprimoramento e crescimento da educação financeira também nas classes sociais C e D”, explica.

Na avaliação de Luciana Godoy, CEO da Superdigital no Brasil, os números de julho consolidam a recuperação no consumo destas classes sociais, dado o histórico dos últimos dois meses.

“Tivemos uma leve queda em junho em decorrência de um alto crescimento em maio, principalmente, por conta do Dia das Mães. A tendência é que o segundo semestre mostre uma recuperação mais robusta à medida que a vacinação contra Covid-19 avance e setores da economia que ainda sofreram bastante no primeiro semestre comecem a se recuperar”, diz.

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Puxada pelos combustíveis, infIação oficial fecha agosto em 0,87%

Economia
09:48 | Set. 09, 2021
Autor Agência Brasil
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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou agosto com alta de 0,87%, a maior inflação para o mês desde o ano 2000. Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, o maior acumulado desde fevereiro de 2016, quando o índice alcançou 10,36%. Em agosto do ano passado, a variação foi de 0,24%. Os dados foram divulgado hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os nove grupos e serviços pesquisados pelo instituto, oito subiram em agosto, com destaque para os transportes, com alta de 1,46%, puxado pelos combustíveis. A gasolina subiu 2,80% o etanol 4,50%, gás veicular 2,06% e óleo diesel 1,79%.

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve alta de 0,88% em agosto, 0,14 ponto percentual abaixo do resultado de julho, quando a alta foi de 1,02%. No ano, o indicador acumula elevação de 5,94% e em 12 meses chega a 10,42%, acima dos 9,85% observados nos 12 meses anteriores. Em agosto do ano passado, a taxa variou 0,36%.

Para o INPC, a principal influência foram dos produtos alimentícios, que subiram 1,29% em agosto, acima de 0,66% observado em julho. Os produtos não alimentícios desacelararam e tiveram alta de 0,75% no mês, após variação positiva de 1,13% em julho.

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Aeris fecha negócio de R$ 1,6 bilhão com alemã Nordex para fornecimento de pás eólicas

Economia
09:45 | Set. 09, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Aeris Energy, empresa com sede em Caucaia, no Ceará, divulga contrato de pás eólicas com a alemã Nordex, que resulta em aumento líquido estimado pela empresa de R$ 1,6 bilhão

O negócio prevê que duas linhas de produção da companhia já existentes se voltem para o modelo de pá para aerogeradores de potência superior a 5 megawatts, além de instalação de nova linha também para igual utilidade. 

No comunicado, assinado por Bruno Lolli, diretor de Planejamento e de Relações com Investidores da Aeris, consta que o acordo deverá vigorar até o fim de 2023 e está previsto que a companhia fornecerá à Nordex pás eólicas que resultarão no aumento líquido do potencial de ordens cobertas por contratos de longo prazo de 2 gigawatts. 

 

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FMI: países desenvolvidos usaram 28% do PIB em apoio à economia, emergentes só 6%

INTERNACIONAL
18:20 | Set. 08, 2021
Autor Agência Estado
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A diretora gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, destacou o fato de que países desenvolvidos utilizaram 28% do Produto Interno Bruto (PIB) em apoio à economia, enquanto os emergentes empregaram apenas 6% com essa finalidade, durante a pandemia da covid-19. A declaração foi dada durante discurso na Universidade Americana na Bulgária.
Georgieva qualificou a crise da covid-19 como diferente de todas as outras, com forte impacto na economia. Neste ano, a expectativa é de recuperação, lembrou, mas essa também é bastante singular, com avanços e paradas e novas questões no horizonte. Ela notou que a economia global foi apoiada por um apoio excepcionalmente alto de apoio na política monetária e fiscal. Mas destacou a divergência entre os que puderam investir mais para apoiar o quadro e os demais, o que cria uma "perigosa divergência" entre os países e as pessoas, provocando mais insegurança e instabilidade no mundo.
A diretora gerente do FMI também destacou a importância "óbvia" de temas como a mudança climática e disse que o assunto precisa ser enfrentado de modo decisivo.

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Saiba os aplicativos que vão te ajudar a economizar na compra online no Dei Valor de hoje

ECONOMIA
15:14 | Set. 08, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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O programa Dei Valor desta quarta-feira, 8 de setembro, traz dicas de aplicativos para ajudar você a comprar online e achar os melhores preços. O episódio desta semana irá ao ar às 16 horas, no Youtube e Tik Tok do O POVO.

>> VEJA A PLAYLIST DO DEI VALOR NO YOUTUBE DO O POVO

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Entenda tudo sobre a disparada dos preços dos combustíveis no Brasil no vídeo abaixo

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Quando: quartas-feiras, às 16h

 

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