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Selic no fim de 2021 permanece em 7,00% ao ano, projeta Focus

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Na véspera da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica da economia) no fim de 2021. O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 2, que a mediana das previsões para a Selic neste ano seguiu em 7,00 ao ano. Há um mês, estava em 6,50%.
No caso de 2022, a projeção seguiu em 7,00% ao ano, ante 6,75% de um mês antes. Para 2023, seguiu em 6,50%, igual a quatro semanas atrás. Para 2024, permaneceu em 6,50%, o mesmo patamar de um mês atrás.
Em junho, o Copom elevou pela terceira vez consecutiva a Selic em 0,75 ponto porcentual, para 4,25% ao ano. Para o encontro desta semana, de 51 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, 44 (86%) preveem aumento da Selic em 1 ponto porcentual, para 5,25%. As sete demais (14%) apostam em alta de 0,75 ponto.
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Projeção mediana para câmbio em 2021 passa de R$ 5,09 para R$ 5,10, diz Focus

ECONOMIA
2021-08-02 09:23:06
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O Relatório de Mercado Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira, 2, pelo Banco Central (BC), mostrou leve alteração no cenário para a moeda norte-americana em 2021. A mediana das expectativas para o câmbio no fim de período foi de R$ 5,09 para R$ 5,10, ante R$ 5,04 de um mês atrás. Para 2022, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 5,20, mesmo valor de quatro pesquisas atrás. A projeção anual de câmbio publicada no Focus passou a ser calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano. A mudança foi anunciada em janeiro pelo Banco Central. Com isso, a autarquia espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.
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Projeção mediana para PIB de 2021 passa de alta de 5,29% para elevação de 5,30%

ECONOMIA
2021-08-02 09:17:42
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Os economistas do mercado financeiro alteraram levemente suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. Conforme o Relatório de Mercado Focus, a expectativa para a economia este ano passou de alta de 5,29% para elevação de 5,30%. Há quatro semanas, a estimativa era de 5,18%. Já para 2022, o mercado financeiro manteve a previsão do PIB de alta de 2,10%. Quatro semanas atrás, também estava em 2,10%.
No Focus divulgado nesta segunda-feira, a projeção para a produção industrial de 2021 foi de alta de 6,36% para 6,38%. Há um mês, estava em elevação 6,30%. No caso de 2022, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 2,20%, ante 2,25% de quatro semanas antes.
A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2021 permaneceu em 61,50%. Há um mês, estava em 61,60%. Para 2022, a expectativa passou de 63,50% para 63,30%, ante 63,60% de um mês atrás.
Déficit primário
O Relatório de Mercado Focus trouxe hoje alteração na projeção para o resultado primário do governo em 2021. A relação entre o déficit primário e o PIB este ano foi de 2,00% para 1,95%. No caso de 2022, seguiu em 1,50%. Há um mês, os porcentuais estavam em 2,39% e 1,65%, respectivamente.
Já a relação entre déficit nominal e PIB em 2021 seguiu em 6,40%, conforme as projeções dos economistas do mercado financeiro. Para 2022, passou de 6,13% para 6,10%. Há quatro semanas, estas relações estavam em 6,55% e 6,20%, nesta ordem.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.
Balança comercial
Os economistas do mercado financeiro alteraram a projeção para a balança comercial em 2021, de superávit comercial de US$ 69,70 bilhões para US$ 70,37 bilhões. Um mês atrás, a previsão era de US$ 68,41 bilhões. Para 2022, a estimativa de superávit foi de US$ 61,00 bilhões para US$ 63,50 bilhões. Há um mês, estava em US$ 60,20 bilhões.
No caso da conta corrente do balanço de pagamentos, a previsão contida no Focus para 2021 passou de superávit de US$ 0,25 bilhão para zero, ante déficit de US$ 0,41 bilhão de um mês antes. Para 2022, a projeção de rombo nas contas externas permaneceu em US$ 14,30 bilhões. Um mês atrás, o déficit projetado era de US$ 16,00 bilhões.
Para os analistas consultados semanalmente pelo BC, o ingresso de Investimento Direto no País (IDP) será suficiente para cobrir o resultado deficitário nestes anos. A mediana das previsões para o IDP em 2021 foi de US$ 53,50 bilhões para US$ 53,75 bilhões. Há um mês, estava em US$ 55,50 bilhões. Para 2022, a expectativa seguiu em US$ 67,50 bilhões, ante US$ 69,00 bilhões de um mês antes.
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IPCA para 2021 sobe de 6,56% para 6,79%, bem acima do teto da meta

ECONOMIA
2021-08-02 09:07:41
Autor Agência Estado
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A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2021 se distanciou ainda mais do teto da meta perseguida pelo Banco Central (BC). Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA - o índice oficial de preços - este ano, conforme o Relatório de Mercado Focus, de alta de 6,56% para 6,79%. Há um mês, estava em 6,07%. A projeção para o índice em 2022 foi de 3,80% para 3,81%. Quatro semanas atrás, estava em 3,77%.
Nesta segunda-feira, 2, o Relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2023, que seguiu em 3,25%. No caso de 2024, a expectativa continuou em 3,00%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,25% para ambos os casos.
A projeção dos economistas para a inflação já está bem acima do teto da meta de 2021, de 5,25%. O centro da meta para o ano é de 3,75%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). A meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%), enquanto o parâmetro para 2023 é de inflação de 3,25%, com margem de 1,5 ponto (de 1,75% a 4,75%). Já para 2024 a meta é de 3,00%, com margem de 1,5 ponto (de 1,5% para 4,5%).
Últimos 5 dias úteis
A projeção mediana para o IPCA de 2021 atualizada com base nos últimos 5 dias úteis passou de 6,67% para 6,88%, conforme o Relatório de Mercado Focus. Houve 92 respostas para esta projeção no período. Há um mês, o porcentual calculado estava em 6,10%.
No caso de 2022, a projeção do IPCA dos últimos 5 dias úteis passou de 3,80% para 3,81%. Há um mês, estava em 3,70%. A atualização no Focus foi feita por 90 instituições.
Outros meses
Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA em julho de 2021, de alta de 0,87% para 0,94%. Um mês antes, o porcentual projetado era de 0,47%. Para agosto, a projeção no Focus foi de alta de 0,38% para 0,44% e, para setembro, foi de alta de 0,32% para 0,35%. Há um mês, os porcentuais indicavam elevações de 0,27% e 0,29%, nesta ordem.
No Focus agora divulgado, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de alta de 4,44% para 4,47% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,24%.
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Copom: Bruno Serra estará ausente de reunião após testar positivo para covid-19

ECONOMIA
2021-08-02 09:02:43
Autor Agência Estado
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O diretor de política monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra Fernandes, não participará das reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) nestas terça e quarta-feiras (dias 2 e 3) por ter testado positivo para covid-19 na semana passada. Como as reuniões do Copom são presenciais, todos os membros do colegiado testam para covid-19 nas vésperas do encontro. Segundo o BC, Bruno Serra segue assintomático e trabalhando normalmente de maneira remota.
Em junho passado, o Copom elevou pela terceira vez consecutiva a Selic em 0,75 ponto porcentual, para 4,25% ao ano. Para o encontro desta semana, de 51 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, 44 (86%) preveem aumento da Selic em 1 ponto porcentual, para 5,25%. As sete demais (14%) apostam em alta de 0,75 ponto.
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Juros imobiliários em alta: é o fim das boas oportunidades?

ECONOMIA
2021-08-02 00:30:00
Autor Irna Cavalcante
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A alta da taxa básica de juros (Selic) para 4,25% ao ano já começa a se refletir nos juros praticados pelas instituições financeiras. Em julho, a maioria dos grandes bancos reajustou os juros cobrados para o crédito imobiliário em até um ponto percentual. E deve subir mais nos próximos meses, acompanhando a tendência de alta da Selic, que deve terminar o ano em 7%, segundo projeção mais recente do Boletim Focus, do Banco Central.

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O movimento começou em 9 de julho, quando o Santander elevou a taxa mínima de 6,99% para 7,99%. No dia 15, foi a vez do Bradesco e da Caixa formalizarem o aumento de suas taxas, segundo o site comparador de financiamento de imóveis Melhor Taxa. O Banco do Brasil informou que também promoveu ajustes pontuais em algumas faixas específicas do crédito imobiliário, mas manteve a taxa de entrada de 6,29% ao ano + TR.

Apenas o Itaú ainda não confirmou alterações. Mas é uma questão de tempo, explica a coordenadora de crédito imobiliário da Melhor Taxa, Priscilla Basso. “O ritmo é sempre o mesmo, geralmente tem uns bancos que saem na frente, outros esperam um pouco mais. Mas sempre que a Selic sobe é natural que os bancos também elevem os juros”

A forma é que, muitas vezes, pode variar de banco para banco. “Tem bancos que alteram por segmento, outros por score (nota atribuída pelo banco com base no histórico e relacionamento do cliente com instituição), mas basicamente é feito por todos”.

Contudo, não é somente o custo do financiamento que está mais caro. Pressionado pela inflação dos materiais de construção e pela forte demanda por imóveis na pandemia, o valor das unidades em si também está subindo em Fortaleza. Dados do Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R) mostram que até junho a variação acumulada nos preços dos imóveis foi de 1,75%. No Brasil, a alta é de 6,04%.

 

O indicador é medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), com base nos laudos de imóveis financiados pelos bancos.

Ou seja, quem adquirir um imóvel agora vai pagar mais caro, por exemplo, do que quem comprou no ano passado ou em 2019. E a tendência é de que, quanto mais o tempo passe, maior o valor que precisará ser desembolsado, afirma a advogada e especialista em financiamento imobiliário, Daniele Akamine.

“Na minha opinião, ainda é um bom momento para comprar um imóvel, mas quem deixar mais para o fim do ano ou para o ano que vem pode pegar uma situação bem mais adversa”.

Ela explica que, no início do ano, a previsão era de que a Selic fechasse o ano em 5,5%. “Hoje já se fala em 7% em 2021. Com isso, a taxa média de juros do financiamento imobiliário que era em torno de 6,7% deve fechar o ano em dois dígitos. O que acaba impactando o poder de compra do consumidor”, reforça Akamine.

Apesar da tendência de alta, o consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn, não acredita que essa seja “a última janela de oportunidade para comprar imóvel barato”. Ele vê, muito mais, como um período de acomodação do mercado.

Ele explica que as circunstâncias de curto prazo - como a pandemia e, mesmo antes, o Brasil já enfrentava uma forte crise econômica - nortearam a decisão do Banco Central de reduzir a política de juros nos últimos anos. Logo, já era esperado que, com o início da retomada econômica e o avanço da vacinação, esse padrão de juros fosse recomposto. Até como uma forma de tentar frear o avanço da inflação, que também está em alta.

+ O que pode mudar na economia - e no seu dia a dia - com a taxa de juros a 4,25%  

“Não dá para ser simplificar tanto as coisas, até porque esse é um mercado muito cíclico. Sim, devemos ter pela frente aumento de taxas de juros, mas ainda estamos em um período de juros excepcionalmente baixos, antes a Selic ficava em dois dígitos”.

Para ele, é preciso considerar também outras variáveis. “Vai impactar o mercado? vai, mas há um outro lado também. Não sabemos até que ponto isso vai afetar o apetite dos clientes e, se a demanda cair, como vai rebater no ímpeto das construtoras em elevar seus preços”.

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