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Projeção mediana para câmbio em 2021 passa de R$ 5,09 para R$ 5,10, diz Focus

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O Relatório de Mercado Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira, 2, pelo Banco Central (BC), mostrou leve alteração no cenário para a moeda norte-americana em 2021. A mediana das expectativas para o câmbio no fim de período foi de R$ 5,09 para R$ 5,10, ante R$ 5,04 de um mês atrás. Para 2022, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 5,20, mesmo valor de quatro pesquisas atrás. A projeção anual de câmbio publicada no Focus passou a ser calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não mais no valor projetado para o último dia útil de cada ano. A mudança foi anunciada em janeiro pelo Banco Central. Com isso, a autarquia espera trazer maior precisão para as projeções cambiais do mercado financeiro.
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Selic no fim de 2021 permanece em 7,00% ao ano, projeta Focus

ECONOMIA
2021-08-02 09:23:07
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Na véspera da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica da economia) no fim de 2021. O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 2, que a mediana das previsões para a Selic neste ano seguiu em 7,00 ao ano. Há um mês, estava em 6,50%.
No caso de 2022, a projeção seguiu em 7,00% ao ano, ante 6,75% de um mês antes. Para 2023, seguiu em 6,50%, igual a quatro semanas atrás. Para 2024, permaneceu em 6,50%, o mesmo patamar de um mês atrás.
Em junho, o Copom elevou pela terceira vez consecutiva a Selic em 0,75 ponto porcentual, para 4,25% ao ano. Para o encontro desta semana, de 51 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, 44 (86%) preveem aumento da Selic em 1 ponto porcentual, para 5,25%. As sete demais (14%) apostam em alta de 0,75 ponto.
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Projeção mediana para PIB de 2021 passa de alta de 5,29% para elevação de 5,30%

ECONOMIA
2021-08-02 09:17:42
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Os economistas do mercado financeiro alteraram levemente suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. Conforme o Relatório de Mercado Focus, a expectativa para a economia este ano passou de alta de 5,29% para elevação de 5,30%. Há quatro semanas, a estimativa era de 5,18%. Já para 2022, o mercado financeiro manteve a previsão do PIB de alta de 2,10%. Quatro semanas atrás, também estava em 2,10%.
No Focus divulgado nesta segunda-feira, a projeção para a produção industrial de 2021 foi de alta de 6,36% para 6,38%. Há um mês, estava em elevação 6,30%. No caso de 2022, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 2,20%, ante 2,25% de quatro semanas antes.
A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2021 permaneceu em 61,50%. Há um mês, estava em 61,60%. Para 2022, a expectativa passou de 63,50% para 63,30%, ante 63,60% de um mês atrás.
Déficit primário
O Relatório de Mercado Focus trouxe hoje alteração na projeção para o resultado primário do governo em 2021. A relação entre o déficit primário e o PIB este ano foi de 2,00% para 1,95%. No caso de 2022, seguiu em 1,50%. Há um mês, os porcentuais estavam em 2,39% e 1,65%, respectivamente.
Já a relação entre déficit nominal e PIB em 2021 seguiu em 6,40%, conforme as projeções dos economistas do mercado financeiro. Para 2022, passou de 6,13% para 6,10%. Há quatro semanas, estas relações estavam em 6,55% e 6,20%, nesta ordem.
O resultado primário reflete o saldo entre receitas e despesas do governo, antes do pagamento dos juros da dívida pública. Já o resultado nominal reflete o saldo já após as despesas com juros.
Balança comercial
Os economistas do mercado financeiro alteraram a projeção para a balança comercial em 2021, de superávit comercial de US$ 69,70 bilhões para US$ 70,37 bilhões. Um mês atrás, a previsão era de US$ 68,41 bilhões. Para 2022, a estimativa de superávit foi de US$ 61,00 bilhões para US$ 63,50 bilhões. Há um mês, estava em US$ 60,20 bilhões.
No caso da conta corrente do balanço de pagamentos, a previsão contida no Focus para 2021 passou de superávit de US$ 0,25 bilhão para zero, ante déficit de US$ 0,41 bilhão de um mês antes. Para 2022, a projeção de rombo nas contas externas permaneceu em US$ 14,30 bilhões. Um mês atrás, o déficit projetado era de US$ 16,00 bilhões.
Para os analistas consultados semanalmente pelo BC, o ingresso de Investimento Direto no País (IDP) será suficiente para cobrir o resultado deficitário nestes anos. A mediana das previsões para o IDP em 2021 foi de US$ 53,50 bilhões para US$ 53,75 bilhões. Há um mês, estava em US$ 55,50 bilhões. Para 2022, a expectativa seguiu em US$ 67,50 bilhões, ante US$ 69,00 bilhões de um mês antes.
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IPCA para 2021 sobe de 6,56% para 6,79%, bem acima do teto da meta

ECONOMIA
2021-08-02 09:07:41
Autor Agência Estado
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A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2021 se distanciou ainda mais do teto da meta perseguida pelo Banco Central (BC). Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA - o índice oficial de preços - este ano, conforme o Relatório de Mercado Focus, de alta de 6,56% para 6,79%. Há um mês, estava em 6,07%. A projeção para o índice em 2022 foi de 3,80% para 3,81%. Quatro semanas atrás, estava em 3,77%.
Nesta segunda-feira, 2, o Relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2023, que seguiu em 3,25%. No caso de 2024, a expectativa continuou em 3,00%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,25% para ambos os casos.
A projeção dos economistas para a inflação já está bem acima do teto da meta de 2021, de 5,25%. O centro da meta para o ano é de 3,75%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). A meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%), enquanto o parâmetro para 2023 é de inflação de 3,25%, com margem de 1,5 ponto (de 1,75% a 4,75%). Já para 2024 a meta é de 3,00%, com margem de 1,5 ponto (de 1,5% para 4,5%).
Últimos 5 dias úteis
A projeção mediana para o IPCA de 2021 atualizada com base nos últimos 5 dias úteis passou de 6,67% para 6,88%, conforme o Relatório de Mercado Focus. Houve 92 respostas para esta projeção no período. Há um mês, o porcentual calculado estava em 6,10%.
No caso de 2022, a projeção do IPCA dos últimos 5 dias úteis passou de 3,80% para 3,81%. Há um mês, estava em 3,70%. A atualização no Focus foi feita por 90 instituições.
Outros meses
Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA em julho de 2021, de alta de 0,87% para 0,94%. Um mês antes, o porcentual projetado era de 0,47%. Para agosto, a projeção no Focus foi de alta de 0,38% para 0,44% e, para setembro, foi de alta de 0,32% para 0,35%. Há um mês, os porcentuais indicavam elevações de 0,27% e 0,29%, nesta ordem.
No Focus agora divulgado, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de alta de 4,44% para 4,47% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,24%.
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Copom: Bruno Serra estará ausente de reunião após testar positivo para covid-19

ECONOMIA
2021-08-02 09:02:43
Autor Agência Estado
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O diretor de política monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra Fernandes, não participará das reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) nestas terça e quarta-feiras (dias 2 e 3) por ter testado positivo para covid-19 na semana passada. Como as reuniões do Copom são presenciais, todos os membros do colegiado testam para covid-19 nas vésperas do encontro. Segundo o BC, Bruno Serra segue assintomático e trabalhando normalmente de maneira remota.
Em junho passado, o Copom elevou pela terceira vez consecutiva a Selic em 0,75 ponto porcentual, para 4,25% ao ano. Para o encontro desta semana, de 51 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, 44 (86%) preveem aumento da Selic em 1 ponto porcentual, para 5,25%. As sete demais (14%) apostam em alta de 0,75 ponto.
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Dólar ultrapassa R$ 5,20 e fecha julho com maior alta desde janeiro

Economia
2021-07-30 19:25:38
Autor Agência Brasil
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Num dia marcado por tensões domésticas e externas, o dólar voltou a subir e ultrapassou a barreira de R$ 5,20, com a maior alta mensal desde janeiro. A bolsa caiu mais de 3% hoje (30) e fechou julho com o pior desempenho em cinco meses.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira vendido a R$ 5,21, com alta de R$ 0,131 (+2,57%). A cotação chegou a operar abaixo de R$ 5,10 no fim da manhã, mas disparou durante a tarde, até encerrar perto da máxima do dia.

Com o desempenho de hoje, a divisa, que vinha de dois dias seguidos de queda, fechou julho com alta de 4,76%. Essa foi a maior valorização mensal da moeda norte-americana desde janeiro, quando o dólar havia subido 5,51%.

Na bolsa de valores, o pessimismo foi semelhante. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta sexta-feira aos 121.801 pontos, com recuo de 3,08%. O indicador operou em queda durante toda a sessão. Em julho, o Ibovespa acumulou perda de 3,94%, o pior desempenho desde fevereiro (-4,37%).

Inflação nos EUA

No plano internacional, a divulgação de que a inflação em 12 meses nos Estados Unidos superou a meta de 2% estabelecida pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) trouxe pessimismo nos mercados de todo o planeta. Apesar de o Fed, na reunião da última quarta-feira (28), ter assegurado que os estímulos concedidos durante a pandemia não serão retirados tão cedo, os gastos dos consumidores norte-americanos em junho subiram mais que o esperado, desestimulando essa expectativa.

Além disso, as preocupações com o crescimento de casos de covid-19 causados pela variante delta do novo coronavírus e com a desaceleração da economia chinesa ampliaram as tensões. O preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional), principalmente do minério de ferro, prejudicaram países emergentes, como o Brasil.

No mercado interno, as expectativas voltam-se para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) na próxima semana. Desde março, o BC tem elevado a taxa Selic (juros básicos da economia) em 0,75 ponto percentual a cada reunião, mas a alta do dólar e da inflação no Brasil está aumentando as pressões para que o reajuste chegue a um ponto percentual. Além disso, a possibilidade de que o novo programa Bolsa Família seja bancado com recursos fora do teto de gastos provocou tensões nos investidores.

* Com informações da agência Reuters

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