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FMI: Conselho aprova proposta que adiciona US$ 650 bi aos SDR

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O Conselho do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou nesta segunda-feira, 2, a proposta que aumenta em US$ 650 bilhões o volume dos Direitos Especiais de Saque (SDR, na sigla em inglês). A alocação dos recursos entrará em vigor no dia 23 deste mês, e cerca de US$ 275 bilhões dos recursos serão destinados a nações emergentes e de baixa renda, segundo o Fundo.
Diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva classificou a decisão como "histórica" e disse que a adição aos SDRs impulsionará a economia global em "momento de crise sem precedentes", em nota no site da entidade multilateral.
"Continuaremos a nos envolver ativamente com nossos países-membros para identificar opções viáveis para o escoamento voluntário dos SDRs das nações mais ricas para as mais pobres, de forma a apoiar a recuperação após a pandemia de covid-19 e alcançar um crescimento resiliente e sustentável", completou Georgieva.
De acordo com o FMI, a "canalização" dos recursos por países ricos aos membros economicamente mais vulneráveis pode ser feita pelo programa de
Redução da Pobreza e Confiança no Crescimento (PRGT, na sigla em inglês) do Fundo, sob o qual atualmente não há incidência de juros, como destaca a entidade.
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Dinheiro digital: dólar deve seguir como moeda de reserva, diz diretora do FMI

ECONOMIA
13:53 | Jul. 29, 2021
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A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, previu que o dólar seguirá como moeda de reserva internacional, dentro de uma década. Ela foi questionada sobre o tema durante evento virtual, no qual defendeu que o dinheiro digital mais seguro serão as moedas digitais de bancos centrais (CBDC, na sigla em inglês).

Georgieva disse que pode ser que tenhamos em nossas "carteiras" dinheiro digital, o tradicional ou, "provavelmente", um mix dos dois, mas previu que a força da economia dos Estados Unidos - e sua capacidade de inovação - devem garantir a manutenção do importante papel do dólar na economia global.

Segurança

Ao afirmar que o dinheiro digital mais seguro serão as moedas digitais de bancos centrais, Kristalina Georgieva disse que as CBDCs serão confiáveis devido à regulação e ao lastro governamental. "É uma revolução devido à enorme oportunidade de melhorar os sistemas de pagamento", declarou.

Na visão de Georgieva, diante do surgimento de diversos ativos digitais, há "muito trabalho" para os órgãos reguladores, que precisam proteger os consumidores e a economia como um todo. Ela mencionou riscos de lavagem de dinheiro e ataques cibernéticos com moedas que não são reguladas, como o bitcoin.

A diretora do FMI, ao destacar também a volatilidade do bitcoin, considerou arriscada a decisão do governo do El Salvador de adotar a criptomoeda como referência nacional.

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FMI eleva projeção para PIB do Brasil a 5,3% em 2021, mas baixa a 1,9% em 2022

ECONOMIA
15:08 | Jul. 27, 2021
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O Fundo Monetário Internacional elevou a projeção de crescimento do Brasil de 3,7% para 5,3% em 2021, mas reduziu a previsão para 2022, de 2,6% para 1,9% na revisão de julho do relatório Perspectiva Econômica Mundial. No documento, o FMI melhorou algumas estimativas de indicadores fiscais do País para este ano, influenciados pelo avanço do produto interno bruto. O déficit público nominal como proporção do PIB deve atingir 6,3%, abaixo dos 8,3% comunicados em abril, e a dívida pública bruta deve alcançar 91,8% na mesma base de comparação, marca inferior aos 98,4% divulgados anteriormente.

A revisão das projeções do Fundo trouxe somente novas estimativas sobre o PIB de países e alguns números relativos às suas contas públicas, sem tratar de outros indicadores, como projeções para inflação, déficit de transações correntes e taxa de desemprego.

O FMI destacou que, no caso do Brasil, a elevação da projeção de crescimento para este ano foi motivada em boa medida por resultados mais favoráveis do PIB no primeiro trimestre e por elevação dos termos de trocas do comércio internacional, que beneficia o país particularmente com a elevação das cotações de commodities.

O Fundo apontou no documento que no Brasil, bem como em outros mercados emergentes, como Hungria, México e Rússia, os seus respectivos bancos centrais começaram a elevar as taxas básicas de juros para conter pressões de alta dos índices de preços ao consumidor.

O relatório do FMI ressaltou também que o Brasil e a Índia propuseram a adoção de medidas fiscais para mitigar as consequências econômicas de "ondas recorrentes de infecções" causadas pela transmissão do coronavírus.

Recuperação antecipada

A economista-chefe do FMI, Gita Gopinath, confirmou nesta terça-feira, 27, que a instituição elevou a previsão para o crescimento do Brasil em 2021, de 3,7% para 5,2%, e disse que "foi antecipada a recuperação". Ela fez o comentário ao responder pergunta do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, sobre a decisão do Fundo de reduzir a previsão do PIB brasileiro, de 2,6% para 1,9%, em 2022, na atualização do documento Perspectiva Econômica Mundial.

"A recuperação ocorreu antes do que o antecipado em 2021. O Brasil é um dos países que está se beneficiando pela ata de preços de commodities e da retomada de grandes parceiros comerciais como EUA e China", destacou a economista-chefe do FMI. "Há também contratempos, pois a pandemia não terminou no mundo. O Brasil passa por uma terceira onda de covid-19 que ainda não cessou." Ela fez as afirmações em entrevista coletiva promovida pelo Fundo Monetário Internacional.

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FMI confirma projeção de crescimento de 7% do PIB dos EUA em 2021 e 4,9% em 2022

ECONOMIA
17:00 | Jul. 22, 2021
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) confirmou sua projeção de que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos irá crescer 7% em 2021 e 4,9% em 2022. A versão preliminar das projeções havia sido publicada no início do mês. O Fundo prevê, ainda, que o PIB americano cresça anualmente 1,9% em 2023 e 1,7% entre 2024 e 2026.

O conselho do FMI observou que as medidas adotadas pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano) têm sido "altamente eficazes" na administração da crise e na retomada econômica. "Os diretores cumprimentaram o compromisso do Fed em comunicar com bastante antecedência seu pensamento, de forma que a eventual retirada das compras de ativos e da acomodação monetária seja ordenada e transparente", conforme o documento. O FMI estima que o juro suba de 0,1% no fim de 2021 para 0,2% em 2022, 0,7% em 2023, 1,4% em 2024, 2,1% em 2025 e 2,3% em 2026.

Os diretores afirmaram, ainda, que sérias considerações devem ser feitas sobre mudanças estruturais na operação do mercado de Treasuries, dos mercados monetários principais e dos fundos do mercado monetário de primeira linha. "A pandemia revelou deficiências importantes no funcionamento sob estresse de mercados e instituições dos EUA sistemicamente importantes".

A expectativa é que, na comparação anual, a inflação medida pelo índice de preços dos gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) fique em 4,3% em 2021 e 2,4% em 2022 e 2023. O núcleo da inflação, por sua vez, deve ser de 3,7%, 2,4% e 2,6%, respectivamente, na mesma base de comparação.

Mesmo elogiando os esforços americanos para controlar a pandemia da covid-19, os membros do conselho pontuaram que o progresso veio com um custo, elevando significativamente o nível da dívida pública e ampliando o déficit atual. De acordo com o relatório, os diretores enfatizaram que ajustes de política são necessários para reduzir o déficit fiscal e colocar a dívida pública em uma trajetória de queda gradual no médio prazo.

Entre as recomendações do Fundo, está aumentar as receitas americanas - através de um imposto sobre o carbono, maior tributação sobre os combustíveis e um imposto federal sobre o consumo de base ampla - e diminuir o impacto do envelhecimento da população nos gastos futuros.

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FMI anuncia reformas para melhorar apoio econômico a países pobres na pandemia

ECONOMIA
14:59 | Jul. 22, 2021
Autor Agência Estado
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O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou, nesta quinta-feira, 22, a aprovação de um conjunto de reformas na estrutura de empréstimos. Segundo comunicado, o objetivo é intensificar o apoio a países de baixa renda em meio à pandemia de coronavírus.

As mudanças incluem um aumento de 45% nos limites para acesso ao crédito por esses governos e a manutenção dos juros dessas operações em 0%. No ano passado, o empréstimos a nações pobres disparou mais de 8 vezes na comparação com o período de 2017 e 2019 e deve continuar crescendo, de acordo com o FMI.

Para ajudar a financiar as reformas, o FMI buscará cerca de US$ 18 bilhões entre países membros, além de US$ 4 bilhões em subsídios para apoiar os juros a 0%. O Conselho ainda discutiu possíveis soluções para fortalecer sua estrutura de financiamento e chegou a debater uma possível venda das reservas de ouros do Fundo.

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Conselho do FMI aprova reformas para apoiar recuperação de países pobres

ECONOMIA
13:46 | Jul. 22, 2021
Autor Agência Estado
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) informa em comunicado nesta quinta-feira que seu conselho executivo aprovou no dia 14 reformas com o intuito de garantir que o Fundo possa ajudar de modo flexível países de renda baixa em suas necessidades de financiamento, durante a pandemia da covid-19 e na sua recuperação - enquanto continua a prover empréstimos sob condições a juro zero. O cerne das reformas aprovadas foi um aumento de 45% nos limites normais ao acesso para financiamento sob condições, ao lado da eliminação de "limites duros" sobre o acesso para os países mais pobres, diz o FMI.

O conselho executivo também aprovou uma estratégia de financiamento em dois estágios para cobrir o custo de empréstimos sob condições relacionados à pandemia e apoiar a sustentabilidade do "Poverty Reduction and Growth Trust" (PRGT).

Segundo o FMI, houve um aumento "dramático" em seus empréstimos em 2020, de oito vezes a média dos níveis do período 2017-2019, e eles deve continuar em patamar elevado durante vários anos, conforme os países de baixa renda buscam apoio financeiro para ajudar na resposta e na recuperação da pandemia. O grosso dessa ajuda financeira futura deve vir de acordos de empréstimos de vários anos, uma mudança em comparação com 2020, quando a maioria da assistência veio por meio de instrumentos de financiamento emergencial do Fundo, explica.

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