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Expedição de papelão ondulado chega a 329.757 t em junho, recorde para o mês

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A expedição de caixas, acessórios e chapas de papelão ondulado atingiu 329.757 toneladas em junho, 16,7% superior ao registrado no segundo trimestre de 2020. Segundo a Associação Brasileira de Embalagens em Papel (Empapel), com o resultado, o 1º semestre de 2021 registra um volume de 1.992.653 toneladas e é 13% superior ao mesmo período do ano anterior.
Este é o maior volume expedido para os meses de junho, superando o volume de junho de 2018, período em que houve recomposição da expedição após a paralisação dos serviços de transporte de carga, no final de maio do mesmo ano. Esta também é a 12ª vez consecutiva em que o crescimento de um ano para o outro do volume expedido é recorde.
O volume de expedição por dia útil foi de 13.190 toneladas em junho, também um aumento de 12,8% na comparação interanual, dado que junho de 2021 e 2020 registraram a mesma quantidade de dias úteis. Segundo a Empapel, este é o maior volume por dia útil da série histórica para os meses de junho.
Pelos dados livres de influência sazonal, o Boletim Mensal de junho aponta alta de 1,0% do IBPO, para 150,9 pontos. Na mesma métrica, o volume expedido de papelão ondulado foi de 338.122 toneladas e a expedição por dia útil foi de 13.525 toneladas, 1,0% superior ao mês anterior.
O volume expedido de papelão ondulado no segundo trimestre de 2021 foi inferior em 1,7% o volume do trimestre imediatamente anterior, na série ajustada sazonalmente.
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13º de aposentados e precatórios influenciaram déficit primário em junho, diz BC

ECONOMIA
2021-07-30 12:49:50
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O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central (BC), Fernando Rocha, destacou nesta sexta-feira que a antecipação do 13º de aposentados e pensionistas e a alta nos pagamentos de precatórios pela União em junho explicam o aumento do déficit primário do setor público em relação a maio.
Apenas o rombo da Previdência aumentou R$ 27,7 bilhões de um mês para outro. O setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção de Petrobras e Eletrobras) apresentou déficit primário de R$ 65,508 bilhões em junho. Em maio deste ano, havia sido registrado déficit de R$ 15,541 bilhões e, em junho de 2020, déficit de R$ 188,682 bilhões.
"Já na comparação com o ano passado, o resultado melhorou bastante porque tivemos em junho 2020 o maior déficit fiscal da história para o mês, em função dos gastos para enfrentar a pandemia de covid-19.
Além dessas despesas, em junho do ano passado estávamos no momento mais agudo da crise, com queda na arrecadação e diferimento de tributos", completou.
Rocha apontou ainda que a melhora no superávit dos governos regionais se deve ao crescimento da arrecadação de tributos e aos repasses da União para Estados e municípios.O resultado fiscal de junho foi composto por um déficit de R$ 75,083 bilhões do Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e INSS). Já os governos regionais (Estados e municípios) influenciaram o resultado positivamente com R$ 8,391 bilhões no mês.
Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 7,541 bilhões, os municípios tiveram resultado positivo de R$ 850 milhões. As empresas estatais registraram superávit primário de R$ 1,183 bilhão.
Pagamento de juros
Fernando Rocha também disse que o ganho de R$ 21,7 bilhões do BC com swaps cambiais ajudou a reduzir a conta de juros do setor público em junho. O setor público consolidado teve despesas de R$ 10,086 bilhões com os juros da dívida pública em junho, após ter encerrado maio com gastos de R$ 21,897 bilhões. Segundo Rocha, sem esse efeito dos swaps, o pagamento de juros teria sido de R$ 32 bilhões no mês passado.
"Sem esse efeito dos swaps cambiais, teria havido um aumento da conta de juros tanto em relação a maio quanto em relação a junho do ano passado, devido ao aumento da Selic e da inflação", completou Rocha.
Dívida
O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central afirmou que o aumento de 1,1 ponto porcentual da dívida líquida em proporção Produto Interno Bruto (PIB) do de maio para junho se deve principalmente ao déficit nominal R$ 75,6 bilhões no mês passado.
A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) passou de 59,8% (dado revisado) para 60,9% do PIB em junho. A DLSP atingiu R$ 4,878 trilhões. A dívida líquida apresenta valores menores que os da dívida bruta porque leva em consideração as reservas internacionais do Brasil.
"Outro efeito que explica o aumento da dívida líquida em junho foi a apreciação cambial de 4,4% no mês", afirmou. "Já o aumento do PIB nominal no mês puxou a dívida para baixo, contrabalançando esses efeitos e equilibrando um pouco a alta da DLSP", completou.
Já a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) fechou junho aos R$ 6,729 trilhões, o que representa 84,0% do PIB. Apesar de o endividamento ter crescido nominalmente, o porcentual, divulgado nesta sexta pelo Banco Central, é menor que os 84,6% de maio (dado revisado).
"O principal fator para a redução da dívida bruta em porcentual em junho foi o aumento do PIB nominal, que cresceu mais aceleradamente que a dívida no mês. E, diferentemente da dívida líquida, no caso da dívida bruta a apreciação cambial contribui para reduzir o estoque", explicou.
No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB. A Dívida Bruta do Governo Geral - que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais - é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.
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Dívida Bruta do governo geral fecha junho a R$ 6,729 trilhões, 84% do PIB, diz BC

ECONOMIA
2021-07-30 11:24:48
Autor Agência Estado
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Em meio ao aumento dos gastos dos governos para fazer frente à pandemia de coronavírus, a dívida pública brasileira desacelerou em junho em proporção do Produto Interno Bruto (PIB). Dados divulgados nesta sexta-feira pelo Banco Central (BC) mostram que a Dívida Bruta do Governo Geral fechou junho aos R$ 6,729 trilhões, o que representa 84,0% do PIB. Apesar de o endividamento ter crescido nominalmente, o porcentual é menor que os 84,6% de maio (dado revisado). No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.
A Dívida Bruta do Governo Geral - que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais - é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.
O BC informou ainda que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) passou de 59,8% (dado revisado) para 60,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em junho. A DLSP atingiu R$ 4,878 trilhões. A dívida líquida apresenta valores menores que os da dívida bruta porque leva em consideração as reservas internacionais do Brasil.
Déficit nominal
O setor público consolidado registrou um déficit nominal de R$ 75,595 bilhões em junho. Em maio, o resultado nominal havia sido deficitário em R$ 37,439 bilhões e, em junho de 2020, deficitário em R$ 210,161 bilhões.
No mês passado, o governo central registrou déficit nominal de R$ 81,274 bilhões. Os governos regionais tiveram saldo positivo de R$ 4,815 bilhões, enquanto as empresas estatais registraram superávit nominal de R$ 864 milhões.
O resultado nominal representa a diferença entre receitas e despesas do setor público, já após o pagamento dos juros da dívida pública. Em função da pandemia do novo coronavírus, que reduziu a arrecadação dos governos e elevou as despesas, o déficit nominal tem sido mais elevado nos últimos meses.
No primeiro semestre, o déficit nominal somou R$ 150,634 bilhões, o que equivale a 3,66% do PIB. Em 12 meses até junho, há déficit nominal de R$ 589,695 bilhões, ou 7,36% do PIB.
Gasto com juros
O setor público consolidado teve despesas de R$ 10,086 bilhões com os juros da dívida pública em junho, após ter encerrado maio com gastos de R$ 21,897 bilhões, informou o Banco Central.
Além de registrar os gastos propriamente ditos do setor público com os juros da dívida pública, esta rubrica contabiliza os resultados do Banco Central com seu estoque de swaps a cada mês. Em função disso, é possível que haja, em alguns meses, resultado positivo na rubrica de juros, como ocorreu em abril.
Conforme o BC, o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) teve no mês passado despesas na conta de juros de R$ 6,191 bilhões. Os governos regionais registraram gastos de R$ 3,576 bilhões e as empresas estatais, despesas de R$ 319 milhões.
No primeiro semestre, o gasto com juros somou US$ 145,426 bilhões, o que representa 3,53% do PIB. Em 12 meses até junho, as despesas com juros atingiram R$ 284,239 bilhões (3,55% do PIB).
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Serviço Social Voluntário será anunciado por Onyx Lorenzoni, diz Bianco

ECONOMIA
2021-07-29 13:23:00
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Perguntado sobre o Serviço Social Voluntário em estudo pelo governo, o secretário executivo do Ministério do Trabalho e Previdência, Bruno Bianco, não forneceu detalhes e respondeu apenas que a formatação do programa e os valores envolvidos serão anunciados pelo novo ministro da pasta, Onyx Lorenzoni.

"Não será nada complexo. Vamos criar algo simples que não burocratiza e gera emprego para jovens também nos ambientes públicos", limitou-se a responder. "Programas geralmente são lançados por medida provisória, devido à urgência de entrar em funcionamento, mas o ministro Onyx que decidirá", completou.

Bianco repetiu que os Bônus de Inclusão Produtiva e Incentivo à Qualificação (BIP e BIQ) terão uma contrapartida pública e uma privada. O secretário lembrou que o governo busca um acordo com o Sistema S para usar os recursos no programa voltado para os trabalhadores mais jovens. "O trabalhador estará disponível por meia jornada, de 4 horas, e a remuneração será paga em parte pelo empregador e parte pelo governo. O objetivo é chegarmos a um valor de meio salário mínimo", afirmou Bianco.

Para o secretário, o Sistema S pode melhorar. Ele apontou que o governo tem elogios e críticas ao sistema gerido pelas confederações setoriais. "Buscamos um consenso e certamente será feito acordo com sistema S, de mãos dadas com o sistema. Mas preciso ser franco, o governo entende que isso faz parte da missão do Sistema S", afirmou. "Onyx tem perfil conciliatório e conhecimento para chegar a acordo com Sistema S", avaliou.

Bianco também respondeu que a recriação do ministério sem a absorção da Dataprev não deve prejudicar em nada o trabalho da Previdência Social. "Somos clientes da Dataprev e não haverá nenhuma descontinuidade", afirmou, sem responder se a manutenção da estatal na estrutura do Ministério da Economia está relacionada com a possível privatização da empresa. "A Dataprev presta serviços para diversos órgãos, como o Ministério da Cidadania no auxílio emergencial e a secretaria especial de governo digital da Economia", acrescentou.

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Criação de empregos continua em ritmo acelerado, diz Guedes

ECONOMIA
2021-07-29 11:47:21
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira que a economia brasileira continua em ritmo acelerado de criação de empregos. O mercado de trabalho formal brasileiro registrou um saldo positivo 309.114 carteiras assinadas em junho, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No acumulado do primeiro semestre de 2021, ao saldo do Caged já é positivo em 1,536 milhão vagas.
"Se pegarmos os últimos 12 meses, geramos 2,8 milhões de novos empregos. O mercado formal atinge agora pela primeira vez desde 2015/2016 o patamar dos 40,8 milhões de empregos", destacou. "Estamos criando 1 milhão de empregos a cada três meses e meio ou quatro meses", completou.
O ministro apontou que todos os Estados e regiões apresentaram resultado positivo em junho, com destaque para os setores de serviços e comércio, que abriram a maior quantidade de vagas no mês, com 125.713 e 72.887 postos formais, respectivamente.
"Os setores mais atingidos pela pandemia estão na vanguarda, liderando a retomada. O Brasil continua no rumo certo, com vacinação em massa para garantir o retorno seguro ao trabalho, com a geração de novos empregos", avaliou Guedes.
Resiliência
O secretário executivo do Ministério do Trabalho e Previdência, Bruno Bianco, também avaliou que o mercado de trabalho tem mostrado resiliência na saída da crise causada pela pandemia de covid-19. "Considerando apenas as admissões, geramos 37 empregos formais por minuto em 2021, um ano de crise de proporções mundiais. Descontando as demissões, o saldo ainda é de 7 novos empregos por minuto. Isso mostra a força do mercado e a resiliência de empregadores e empregados", apontou.
"Os números são expressivos. O saldo de 1,5 milhão de vagas nos alegra e coroa o nosso trabalho. Com as medidas tomadas pelo governo, os empregadores e empregados têm uma caixa de ferramentas para que possam sair da crise e superar os problemas, fazendo que o Brasil mantenha empregos e mantenha empresas vivas", completou.
De acordo com o ministério, 3,558 milhões de trabalhadores seguiam com garantia provisória de emprego em junho graças às adesões em 2020 ou 2021 ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm). Para cada mês de suspensão ou redução de jornada pelo programa, o trabalhador tem o mesmo período de proteção à sua vaga.
Informais
Bruno Bianco disse, porém, que o grande desafio da nova pasta do Trabalho é aproximar o mercado formal do mercado informal, possibilidade a oportunidade do primeiro emprego para os mais jovens. "Todos os trabalhadores terão uma caixinha dentro de uma formalização no Brasil. Os empregados formais na CLT e os empregados informais em novas formas de contratação, mais simples, menos burocráticas e com absoluta segurança jurídica", afirmou. Segundo Bianco, a meta é ter quase todos os trabalhadores brasileiros formalizados até o fim do atual governo.
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Economia antecipa divulgação do Caged de junho para 10h30

ECONOMIA
2021-07-28 20:48:40
Autor Agência Estado
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O Ministério da Economia informou nesta quarta-feira, 28, que a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do mês de junho foi antecipada para as 10h30 desta quinta-feira. Antes, a previsão era que os dados fossem conhecidos às 13h. A mudança deveu-se a uma "reorganização das agendas", o que possibilitará a participação do ministro Paulo Guedes na coletiva, que terá início às 11h.
Segundo pesquisa do Projeções Broadcast, as estimativas das instituições ouvidas variam de uma criação líquida de postos de trabalho de 175.000 a 350.000, com mediana de 280.666 vagas.
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