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ANP: preço médio do etanol sobe em 13 Estados e no DF na semana

Autor - Agência Estado
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Os preços médios do etanol hidratado subiram em 13 Estados e no Distrito Federal nesta semana, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em outros 13 Estados, as cotações recuaram.
Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol recuou 0,41% na semana ante a anterior, de R$ 4,344 para R$ 4,326 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do hidratado ficou em R$ 4,009 o litro, queda de 0,63% ante a semana anterior.
O preço mínimo registrado nesta semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,649 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio estadual, de R$ 4,007, foi registrado em Mato Grosso. O preço máximo, de R$ 6,999 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 5,844.
Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País caiu 0,64%. O Estado com maior alta no período foi Amazonas, onde o litro subiu 6,19% no mês; e o maior recuo foi de 1,82%, no Rio de Janeiro. Na apuração semanal, a maior alta de preço foi observada no Amapá, com avanço de 2,97%; enquanto o maior recuo foi em Roraima, de 2,27%.
Etanol X gasolina
Na semana o etanol só foi mais competitivo em relação à gasolina no Estado de Mato Grosso, mostra levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. A paridade ficou em 68,33% no Estado. Nas demais Unidades da Federação, a gasolina tinha preços mais vantajosos - só não foi feito levantamento no Amapá.
Os critérios consideram que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol está com paridade de 74,30% ante a gasolina.
Recentemente, executivos afirmaram que, dependendo do veículo, uma paridade maior ainda pode dar vantagem ao biocombustível. Além de Mato Grosso, três Estados têm paridade de menos de 75%: Goiás, Minas Gerais e São Paulo, com 72,97%, 72,37% e 74,70%, respectivamente.
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ANP inclui 377 blocos exploratórios na Oferta Permanente

Economia
2021-07-30 15:19:46
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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) incluiu mais 377 blocos exploratórios de petróleo e gás natural na Oferta Permanente, que passa a contar com 1.068 blocos. A inclusão foi oficializada na nova versão do edital da oferta, publicada hoje (30).

Como o nome indica, os blocos da Oferta Permanente são os que estão à disposição do mercado para estudos de forma contínua, sem a limitação de tempo imposta pelas rodadas de licitação.

O edital com os 377 novos blocos foi debatido em audiência pública em 2 de junho para receber manifestações da sociedade e do mercado. O documento também passou por avaliação jurídica da Procuradoria Federal junto à ANP e aprovação da diretoria colegiada da agência reguladora. 

Onde ficam

Os novos blocos incluídos na Oferta Permanente estão nas bacias do Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Foz do Amazonas, Paraná, Parecis, Pelotas, Pernambuco-Paraíba, Potiguar, Recôncavo, Santos e Tucano. O grupo abrange blocos em terra, água rasa, profunda e ultraprofunda.

Entre os 377 blocos que ficam à disposição para estudos de empresas petrolíferas a partir de hoje, 160 são  marítimos na Bacia de Santos, tanto em águas rasas quanto em profundas e ultraprofundas.

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Bolsonaro: botijão de gás poderia ser vendido a R$ 60 ou R$ 70 no máximo

ECONOMIA
2021-07-27 00:30:00
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira, 26, que o preço do botijão de gás para o consumidor final deveria ser de no máximo R$ 70 e novamente culpou tributos estaduais pelo valor elevado de produtos essenciais. "Poderia ser vendido a R$ 60, R$ 70, no máximo. Depende de o governador colaborar nesse sentido", disse em entrevista à rádio Arapuan, da Paraíba.

Bolsonaro voltou a citar o valor do frete, o ICMS dos Estados e a margem de lucro dos vendedores para justificar o alto custo do gás, sem mencionar a responsabilidade do governo federal na alta dos preços. "O preço médio de um botijão de 13 kg lá onde ele é engarrafado é R$ 45. Imposto federal: zero. Então chega a 100, 110 como? Basicamente, é o ICMS, mais o preço do transporte a margem de lucro", esquivou-se.

Bolsonaro afirmou que vai vetar qualquer aumento de impostos no texto final da reforma tributária e responsabilizou o Congresso por eventuais medidas de expansão da cobrança de impostos. No entanto, a proposta do próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, prevê limitar o uso da declaração simplificada do imposto de renda da pessoa física e a cobrança de tributos sobre lucros e dividendos. Segundo estimativa da Receita Federal, as mudanças resultariam em aumento de R$ 6,15 bilhões da arrecadação federal.

"O objetivo principal é simplificá-la, mas passa pelo parlamento, aí muita mudança pode ser feita. O que eu já falei: nós não vamos admitir aumento de carga tributária. Se aumentar alguma coisa, eu veto aquilo que começou comigo mesmo", disse.

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Bolsonaro: botijão de gás poderia ser vendido a R$ 60 ou R$ 70 no máximo

ECONOMIA
2021-07-26 19:33:35
Autor Agência Estado
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira, 26, que o preço do botijão de gás para o consumidor final deveria ser de no máximo R$ 70 e novamente culpou tributos estaduais pelo valor elevado de produtos essenciais. "Poderia ser vendido a R$ 60, R$ 70, no máximo. Depende de o governador colaborar nesse sentido", disse em entrevista à rádio Arapuan, da Paraíba.

Bolsonaro voltou a citar o valor do frete, o ICMS dos Estados e a margem de lucro dos vendedores para justificar o alto custo do gás, sem mencionar a responsabilidade do governo federal na alta dos preços. "O preço médio de um botijão de 13 kg lá onde ele é engarrafado é R$ 45. Imposto federal: zero. Então chega a 100, 110 como? Basicamente, é o ICMS, mais o preço do transporte a margem de lucro", esquivou-se.

Bolsonaro afirmou que vai vetar qualquer aumento de impostos no texto final da reforma tributária e responsabilizou o Congresso por eventuais medidas de expansão da cobrança de impostos. No entanto, a proposta do próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, prevê limitar o uso da declaração simplificada do imposto de renda da pessoa física e a cobrança de tributos sobre lucros e dividendos. Segundo estimativa da Receita Federal, as mudanças resultariam em aumento de R$ 6,15 bilhões da arrecadação federal.

"O objetivo principal é simplificá-la, mas passa pelo parlamento, aí muita mudança pode ser feita. O que eu já falei: nós não vamos admitir aumento de carga tributária. Se aumentar alguma coisa, eu veto aquilo que começou comigo mesmo", disse.

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Etanol: com bom preço, anidro é aposta de usinas para garantir mistura de 27%

ECONOMIA
2021-07-26 09:58:34
Autor Agência Estado
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São Paulo, 26 - O etanol anidro, que é misturado à gasolina, vem ganhando espaço na produção das usinas brasileiras. Nos três primeiros meses da safra 2021/22 de cana-de-açúcar, abril a junho, 35,54% do total fabricado no Centro-Sul foi anidro. E essa participação deve crescer, segundo o diretor Comercial da BP Bunge Bioenergia, Ricardo Busato Carvalho. "Nossa inteligência de mercado prevê que, até o final da safra, quase 40% da produção de etanol no Centro-Sul seja anidro", disse. Os dados mostram que, nesta temporada, a fatia desse tipo de etanol no total produzido é a maior para o período desde 2017/18, quando o País ainda passava por uma mudança na política de preços da gasolina, que começava a ter reajustes mais frequentes, com base na paridade internacional.

Hoje, o anidro tem se mostrado mais vantajoso economicamente do que o hidratado - que é adicionado diretamente aos veículos, sem mistura. "Nesta safra o preço do anidro subiu muito", afirma o consultor de açúcar e etanol da Stonex, Bruno Lima. "Em meados de maio, (a cotação) chegou a 14% acima do hidratado."

Além disso, as usinas não querem pôr em risco a política que prevê a mistura de 27% do biocombustível na gasolina C - entidades representantes de distribuidoras pediram redução desse porcentual, alegando quebra de safra de cana-de-açúcar e o alto preço do biocombustível. "Ninguém quer colocar isso em risco", disse o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Antonio Padua Rodrigues. Ele lembra que o mercado de etanol anidro é regulado e já está contratado junto às distribuidoras. O anidro costuma ser negociado em contratos anuais junto às distribuidoras. O hidratado, por outro lado, é vendido principalmente no mercado "spot", ou à vista.

Ricardo Carvalho, da BP Bunge Bioenergia, vê o mercado capaz de atender a demanda por combustíveis. "Nenhum país do mundo pode mudar o mix como o Brasil, que também tem boa flexibilidade entre anidro e hidratado", ressaltou. A visão reflete a da maior parte do setor sucroenergético brasileiro, que considera pequena a chance de a oferta não atender à demanda. Alguns suspeitam que os pedidos das distribuidoras estejam mais relacionados a preço do que à disponibilidade.

O etanol alcançou cotações recordes ao longo do ano, em decorrência da expectativa de quebra da safra de cana no Brasil, da alta de preços do açúcar e de uma reação do petróleo após retomada parcial do consumo, com o início da vacinação contra a covid-19. A importação de etanol também tem sido menor este ano, já que dólar e o preço do milho (matéria-prima do biocombustível nos Estados Unidos, onde o Brasil vai buscar o que falta) desestimulam a compra do exterior. Com isso, o biocombustível ajuda a impulsionar também o preço da gasolina.

Com o alto volume de açúcar já fixado pelas usinas em um ano de produção de cana menor, devido ao clima, as cotações do anidro e do hidratado devem se manter sustentadas. Lima, da StoneX, diz que as usinas "estão bem comprometidas em fixação de açúcar, então o espaço para troca de mix é menor".

As vendas antecipadas do adoçante estão em níveis altos. O preço do açúcar em reais alcançou recordes nominais ao longo do ano. "Várias usinas pensam em trocar mix, mas poucas executam", diz o analista. "Vemos mais cancelamento de contrato por performance em decorrência da quebra de safra do que para trocar para etanol."

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Preço médio do etanol sobe em 18 Estados e no DF nesta semana, diz ANP

ECONOMIA
2021-07-26 08:53:38
Autor Agência Estado
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Os preços médios do etanol hidratado subiram em 18 Estados e no Distrito Federal na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em outros 7 Estados, as cotações recuaram. Não houve levantamento no Amapá.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 0,51% na semana ante a anterior, de R$ 4,322 para R$ 4,344 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do hidratado ficou em R$ 4,125 o litro, alta de 0,68% ante a semana anterior.

O preço mínimo registrado nesta semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,189 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio estadual, de R$ 4,091, foi registrado em Mato Grosso. O preço máximo, de R$ 6,890 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 5,834.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País caiu 1,30%. O Estado com maior alta no período foi Amazonas, onde o litro subiu 6,31% no mês; e o maior recuo foi de 2,61%, em Minas Gerais. Na apuração semanal, a maior alta de preço foi observada em Sergipe, com avanço de 2,79%; enquanto o maior recuo foi em Mato Grosso, de 1,26%.

Competitividade

Na semana passada,o etanol só foi mais competitivo em relação à gasolina no Estado de Mato Grosso. A paridade ficou em 68,99% no Estado. Nas demais Unidades da Federação, a gasolina tinha preços mais vantajosos - só não foi feito levantamento no Amapá.

Os critérios consideram que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol está com paridade de 74,12% ante a gasolina.

Recentemente, executivos afirmaram que, dependendo do veículo, uma paridade maior ainda pode dar vantagem ao biocombustível. Além de Mato Grosso, três Estados têm paridade de menos de 75%: Goiás, Minas Gerais e São Paulo, com 73,12% e 72,31% e 74,95%, respectivamente.

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