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Fipe: projeção para o IPC de julho sobe de 0,82% para 0,92%, diz Moreira

12:13 | Jul. 27, 2021
Autor Agência Estado
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A aceleração do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na terceira quadrissemana de julho levou o coordenador da pesquisa na Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Guilherme Moreira, a elevar a projeção de inflação no fechamento do mês de 0,82% para 0,92%. Segundo o economista, a leitura mostrou retomada da inflação de alimentos in natura, com a pressão causada pelas mudanças climáticas das últimas semanas.

"As geadas, mudanças climáticas, inverteram o comportamento dos alimentos in natura, que estavam segurando a Alimentação e vieram positivos. A Alimentação volta a ser importante no crescimento da inflação", explica Moreira. O IPC-Fipe acelerou de 0,83% na segunda quadrissemana de julho para 0,90% na terceira, puxado por aumento das taxas de Habitação (1,20% para 1,21%) e Alimentação (0,81% para 1,03%).

Os produtos in natura inverteram o sinal e avançaram 0,12% na leitura, após mais de um mês e meio em deflação. Com a pressão das geadas, os legumes saíram de deflação de 1,52% para alta de 6,18% - com pressão de itens como chuchu (5,35% para 11,77%), vagem (10,21% para 18,77%) e abobrinha (16,29% para 21,52%) - e, na pesquisa de ponta, que indica tendência, aparecem com inflação de 20,80%, segundo Moreira.

A aceleração da inflação de alimentos, diz o economista, é acompanhada pela manutenção das pressões de outras fontes. No grupo Habitação, a energia elétrica acelerou de 1,96% para 2,96%, com pressão de 0,10 ponto no IPC do mês. O gás de botijão avançou de 2,22% para 2,75% e, na leitura de ponta, acelera a 3,45%.

"Ainda temos os veículos novos (1,65% para 1,45%) e usados (2,95% para 2,66%) em alta, e vão continuar subindo enquanto a indústria automobilística não regularizar a produção. O índice geral começa a ficar complicado. Daqui para a frente, a Alimentação vai subir, as carnes vão subir mais, por causa do prejuízo grande na safra de milho", diz Moreira.

Com as novas pressões nas leituras de inflação, Moreira afirma que há uma "grande chance" de elevar a projeção de IPC de 2021, atualmente em 6,50%, no fechamento de julho. "Ela pode passar desses 6,50% e já ficar beirando os 7,0%, por causa desses impactos", afirma o economista.

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Petrobras: campos da cessão onerosa têm produção recorde em julho

Economia
12:13 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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Os campos de petróleo e gás natural da cessão onerosa - excedente do volume de petróleo e gás que a União cedeu à Petrobras - registraram recorde de produção no mês de julho, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em balanço divulgado hoje (17), a agência informou que a produção dos poços aumentou 6,23% em relação ao mês anterior e passou a responder por 23,51% do total do país. 

O volume extraído dos três campos da cessão onerosa em produção foi de 921.741,68 barris de óleo equivalente por dia. A unidade é usada para contabilizar tanto o volume de gás natural, medido em metros cúbicos, quanto o de petróleo, medido em barris. A produção diária dos dois combustíveis foi de 740.887,63 barris de petróleo por dia e de 28,753 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

O campo de Búzios é o maior produtor da cessão onerosa, com uma produção maior que a de Atapu e Sul de Tupi somados. Foram 710.831,62 barris de óleo equivalente por dia, sendo 569.648,36 barris de petróleo por dia e 22,446 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. 

A cessão onerosa é um regime de contratação direta de áreas específicas de petróleo da União para a Petrobras. Por meio da Lei n.º 12.276/2010, a estatal recebeu o direito de extrair até cinco bilhões de barris de óleo equivalente de áreas não concedidas localizadas no pré-sal.

Como foi descoberto um volume de petróleo maior que o previsto em quatro campos petrolíferos sob esse contrato (Búzios, Atapu, Itapu e Sépia), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou a ANP a licitar os volumes excedentes.

A 1ª Rodada de Licitações dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa foi realizada em 2019, quando foram arrematados os direitos de exploração e produção sobre os volumes excedentes de petróleo em Búzios e Itapu.

A segunda rodada, na qual serão ofertados novamente os direitos para Sépia e Atapu, está prevista para dezembro deste ano. A Petrobras manifestou interesse em exercer o direito de preferência nas duas áreas, com percentual de 30% em cada uma.

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Preços de tomate, cenoura e alface avançam no atacado em julho, diz Conab

ECONOMIA
11:37 | Ago. 17, 2021
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Os preços de hortaliças comercializadas nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) apresentaram avanço em julho em decorrência das geadas que atingiram o Brasil. As principais altas foram as de tomate, cenoura e alface, informa a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no 8º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nesta terça-feira, 17.
A pesquisa da Conab considera as cinco hortaliças (batata, cenoura, cebola, tomate e alface) com maior representatividade na comercialização nas principais Ceasas do País e que registram maior destaque no cálculo do índice de inflação oficial (IPCA).
A cenoura teve mais de 50% de alta nos mercados atacadistas em cinco Estados analisados. Em Vitória (ES), o avanço alcançou 64,57%. A queda na quantidade de cenouras nos mercados analisados foi de quase 10% na comparação com junho e de 6% ante julho/2020 em decorrência das baixas temperaturas e do intervalo entre a safra de verão e a de inverno, que está começando. "Para o início de agosto, os preços continuam em níveis elevados, porém menores do que os registrados em julho", informa a Conab em comunicado.
Já o tomate, segundo o órgão, deve continuar se valorizando no atacado, impulsionado pelas baixas temperaturas que atrasam a colheita e reduzem a oferta. Em julho, houve também geadas.
Cebola e batata foram na direção contrária e recuaram no mês passado. A batata foi pressionada pela oferta farta até meados de julho - este mês, porém, a tendência é de alta nos preços, segundo a Conab, porque as geadas alteraram os produtos que serão colhidos. O preço da cebola caiu porque a produção em Goiás, Minas Gerais e São Paulo aumentou.
Frutas
As frutas, em geral, também se valorizaram por causa do tempo mais frio, de acordo com a Conab. "Com isso, os preços permaneceram em bons patamares, mesmo na presença de demanda fraca", afirma o órgão. O mamão registrou alta nos preços por causa da oferta restrita. Já a banana teve oscilações de preços a depender da demanda no varejo e da intensidade de vendas da variedade prata.
Índice de preços da Ceagesp
O Índice de Preços da Ceagesp, usado para medir variações no entreposto de São Paulo, terminou julho com avanço de 11,2% motivado por geadas no Centro-Sul do Brasil. Mesmo assim, no acumulado do ano, o resultado ainda é de queda de 8,4%. A expectativa é de preços firmes em agosto com a volta às aulas.

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Produção industrial dos EUA sobe 0,9% em julho ante junho

ECONOMIA
10:47 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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A produção industrial dos Estados Unidos cresceu 0,9% em julho ante junho, informou nesta terça-feira o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). O resultado veio acima do esperado por analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam crescimento mensal de 0,5%.
A produção industrial de maio foi revisada para baixo ante ao mês anterior, de uma alta de 0,4% para um avanço de 0,2%, afirmou o Fed.
A taxa de utilização da capacidade instalada, por sua vez, teve crescimento, de 75,4% em junho para 76,1% em julho.
De acordo com o Fed, a taxa é 3,5 pontos porcentuais abaixo de sua média de longo prazo, entre 1972 e 2020. O dado ficou acima dos 75,7% previstos pelos analistas.

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Vendas no varejo nos EUA caem 1,1% em julho ante junho

ECONOMIA
09:57 | Ago. 17, 2021
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As vendas no varejo dos Estados Unidos tiveram queda de 1,1% em julho na comparação com o mês anterior, a US$ 617,7 bilhões, segundo dados ajustados divulgados nesta terça-feira pelo Departamento do Comércio. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal projetavam recuo menor, de 0,3%. Na comparação anual, as vendas no varejo de julho tiveram crescimento de 13,3%. Excluindo-se automóveis, houve queda de 0,4% no mês, quando a expectativa era de avanço de 0,2%. Já em junho, a alta mensal de 0,6% nos vendas no varejo antes informada foi revisada para um avanço maior ante maio, de 0,7%. (Com informações da Dow Jones Newswires).

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IPC sobe 1,35% na 2ª quadrissemana de agosto, afirma Fipe

ECONOMIA
07:24 | Ago. 17, 2021
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O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 1,35% na segunda quadrissemana de agosto, acelerando em relação à alta de 1,18% observada na primeira quadrissemana do mês, segundo dados publicados nesta terça-feira (17) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
Cinco dos sete itens do IPC-Fipe apresentaram variação positiva: Habitação (de 1,39% na primeira quadrissemana de agosto a 1,62%); Alimentação (de 1,92% a 2,06%); Transportes (de 0,95% a 1,08%); Despesas Pessoais (de 0,87% a 1,18%); e Saúde (de 0,04% a 0,05%). Por outro lado, as altas de Vestuário (de 0,22% a 0,21%); e Educação (de 0,09% a 0,01%) desaceleraram.
Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe na segunda quadrissemana de agosto:
- Habitação: 1,62%
- Alimentação: 2,06%
- Transportes: 1,08%
- Despesas Pessoais: 1,18%
- Saúde: 0,05%
- Vestuário: 0,21%
- Educação: 0,01%
- Índice Geral: 1,35%

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