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Economia
NOTÍCIA

Produção industrial do Ceará tem alta de 1,7% e supera nível pré-pandemia na comparação com fevereiro

Houve crescimento em dez dos 15 locais pesquisados na passagem de outubro para novembro

Beatriz Cavalcante
09:54 | 14/01/2021
8 dos 15 locais pesquisados superaram o patamar de fevereiro, no pré-pandemia (Foto: CNI/Miguel Ângelo)
8 dos 15 locais pesquisados superaram o patamar de fevereiro, no pré-pandemia (Foto: CNI/Miguel Ângelo)

A produção industrial cresceu em dez dos 15 locais pesquisados na passagem de outubro para novembro. Em São Paulo, maior parque industrial do País, houve um avanço de 1,5%. O Ceará teve alta de 1,7% no mês, mas, se considerado fevereiro, a alta foi de 7,5%, superando o patamar pré-pandemia. Os demais aumentos ocorreram na Bahia (4,9%), Rio Grande do Sul (3,8%), Amazonas (3,4%), Região Nordeste (2,9%), Santa Catarina (2,8%), Rio de Janeiro (1,6%), Paraná (1,2%) e Minas Gerais (0,6%).

Frente a igual mês do ano anterior, a produção industrial cresceu 6% no Ceará. Já no acumulado do ano, frente a 2019, a redução verificada na produção nacional alcançou 12 dos 15 locais pesquisados, inclusive com queda de 8,2% no Estado. E no acumulado em 12 meses, o recuo da indústria cearense alcançou os 7,3%.

Houve perdas no Pará (-5,3%), Mato Grosso (-4,3%), Pernambuco (-1,0%), Espírito Santo (-0,9%) e Goiás (-0,9%). Na média global, a indústria nacional avançou 1,2% em novembro ante outubro. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A produção industrial já superou o patamar de fevereiro, no pré-pandemia, em 8 dos 15 locais pesquisados. Em novembro, a produção industrial nacional operava 2,6% acima do pré-pandemia. Em São Paulo, o maior parque fabril do País, a produção rodava 6% além do nível de fevereiro.

Os demais locais com ganhos em relação a fevereiro foram Amazonas (com produção 14,9% superior ao pré-pandemia), Santa Catarina (9,5%), Ceará (7,5%), Minas Gerais (6,2%). Paraná (5,9%), Rio Grande do Sul (5,2%) e Pernambuco (1,8%).

Os sete locais ainda com perdas em novembro ante o patamar de fevereiro foram Nordeste (-0,4%), Goiás (-1,8%), Bahia (-2,6%), Pará (-4,5%), Rio de Janeiro (-4,9%), Mato Grosso (-10,3%) e Espírito Santo (-11,8%).

Em outubro, havia nove locais acima do patamar pré-pandemia. Em novembro, o Pará deixou o grupo que contabilizava ganhos desde fevereiro, após três meses seguidos de perdas na produção industrial regional, apontou Bernardo Almeida, gerente da pesquisa do IBGE. (Com Agência Estado)