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Economia
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Turismo cearense cresce 11,2% em outubro

Apesar da alta, no acumulado do ano, a queda foi de 35,2%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),

10:19 | 11/12/2020
Índice de atividades turísticas cresce 11,2% em outubro, no Ceará (Foto: Thais Mesquita)
Índice de atividades turísticas cresce 11,2% em outubro, no Ceará (Foto: Thais Mesquita)

Em outubro último, o índice de atividades turísticas cresceu 11,2% frente a setembro no Ceará, terceira taxa positiva seguida, mas em desaceleração na comparação com os meses anteriores: agosto (77,8%) e setembro (14,6%). Em outubro de 2019, a variação foi de 1,2%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira, 11. 

No acumulado do ano, todavia, houve queda de 35,2%. As medidas contra a Covid-19 (como o estímulo ao isolamento social) atingiram de forma mais intensa e imediata boa parte das atividades turísticas, principalmente ao transporte aéreo de passageiros, restaurantes e hotéis.

Todas as 12 unidades da federação onde o indicador é investigado acompanharam este movimento de expansão, com destaque para São Paulo (3,6%), seguido por Bahia (24,4%), Rio de Janeiro (6,1%), Minas Gerais (10,9%) e Rio Grande do Sul (19,7%). O Ceará ocupa posição intermediária, com a variação de 11,2%.

Frente a outubro de 2019, o índice de volume de atividades turísticas no Ceará caiu 35,2%, oitava taxa negativa seguida, pressionado, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo; restaurantes; hotéis; serviços de bufê; rodoviário coletivo de passageiros; agências de viagens; e locação de automóveis.

Em termos regionais, todas as 12 unidades da federação investigadas mostraram recuo nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (-40,9%), seguido por Pernambuco (-38,2%), Distrito Federal (-36,3%), Rio Grande do Sul (-35,8%) e Ceará (-35,2).

No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas caiu 43,1% frente a igual período de 2019. Todas as 12 unidades da federação investigadas registraram taxas negativas, com destaque para Distrito Federal (-45,9%), Rio Grande do Sul (-44,6%) e Ceará (-43,1%).