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Economia
NOTÍCIA

Mourão diz que alta dos alimentos é consequência do auxílio emergencial

Vice-presidente prevê que alta seja sazonal e que ‘daqui a pouco volta tudo ao normal’

15:10 | 09/09/2020
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão,  afirmou que a alta dos preços de alimentos é consequência do dinheiro que o governo federal injetou na economia  (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou que a alta dos preços de alimentos é consequência do dinheiro que o governo federal injetou na economia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou nesta quarta-feira, 9, que a alta dos preços de alimentos da cesta básica é consequência do dinheiro que o governo federal injetou na economia com programas sociais, sendo o auxílio emergencial o principal deles. De acordo com Mourão, a elevação dos preços é uma questão de “lei da oferta e da procura”.

Implementado por conta da pandemia de Covid-19, o auxílio proveu renda extra para mais de 60 milhões de trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados no País.

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"Uma porção de gente comprando porque o dinheiro que o governo injetou na economia foi muito acima do que as pessoas estavam acostumadas, tanto que está havendo grande compra de alimentos e de material de construção. As pessoas estão se alimentando melhor e melhorando suas casas, essas são duas áreas onde está havendo bastante gasto", disse o vice-presidente em Brasília. As informações são do portal de notícias UOL.

Mourão também lembrou que as exportações de arroz se intensificaram nos últimos meses por conta do aumento do dólar, que torna a venda para outros países mais atrativa do que para o mercado interno para alguns produtores.

"Também estamos vendendo bastante para o mercado externo. A safra de arroz nos últimos anos, a área plantada diminuiu porque os arrozeiros tiveram muito prejuízo, o cara muda de ramo, agora eles estão replantando", comentou. O vice-presidente concluiu afirmando que o momento pode ser passageiro. “É um momento sazonal, daqui a pouco volta tudo ao normal", completou.