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Preços de alimentos e produtos nos supermercados de Fortaleza subiram 1,01% em agosto, segundo Procon

O órgão acompanha, mensalmente, a evolução dos preços de 60 produtos de primeira necessidade nos estabelecimentos da Capital

14:01 | 18/08/2020
O Procon acompanha, mensalmente, a evolução dos preços de 60 produtos de primeira necessidade (Foto: Divulgação)
O Procon acompanha, mensalmente, a evolução dos preços de 60 produtos de primeira necessidade (Foto: Divulgação)

Os preços de alimentos e produtos nos supermercados de Fortaleza subiram 1,01%, de acordo com o novo levantamento do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza). Pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 18. Esta é a quarta alta de preços consecutiva dos últimos quatro meses, ainda segundo informações do órgão. As regionais do Centro, V e II puxaram a elevação de preços em agosto - que somou R$ 488,43 contra R$ 483,54 no mês de julho. O Procon acompanha, mensalmente, a evolução dos preços de 60 produtos de primeira necessidade em todas as regionais de Fortaleza.

Segundo o novo levantamento, o quilo do pimentão pode ser encontrado com diferença de preço de até 249,49%, indo de R$ 2,99 a R$ 10,45. A laranja também apresenta alta variação, custando de R$ 1,89 a R$ 4,59, conferindo uma variação de 142,85%. Os supermercados pesquisados foram Carrefour, Center Box, Cometa, Extra, G. Barbosa, Hiper Bompreço, Pão de Açúcar, São Luís, Super do Povo, Super Lagoa,

A pesquisa completa com os preços dos produtos em todas as regionais está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS, bem como no portal da Prefeitura de Fortaleza, no campo defesa do consumidor.

Clique aqui para acessar pesquisa completa 

Veja o Comparativo Mensal

Janeiro: R$ 410,89
Fevereiro: R$ 455,60
Março: R$ 451,72
Abril: R$ 476,56
Junho: R$ 477,00
Julho: R$ 483,54
Agosto: R$ 488,43

Em maio a pesquisa não foi realizada devido às medidas de isolamento social rígido, o lockdown.


Preços de alimentos e produtos nos supermercados de Fortaleza subiram 1,01% em agosto, segundo Procon | Economia O POVO - Notícias em Fortaleza, Ceará e Mundo
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Preços de alimentos e produtos nos supermercados de Fortaleza subiram 1,01% em agosto, segundo Procon

O órgão acompanha, mensalmente, a evolução dos preços de 60 produtos de primeira necessidade nos estabelecimentos da Capital

14:01 | 18/08/2020
O Procon acompanha, mensalmente, a evolução dos preços de 60 produtos de primeira necessidade (Foto: Divulgação)
O Procon acompanha, mensalmente, a evolução dos preços de 60 produtos de primeira necessidade (Foto: Divulgação)

Os preços de alimentos e produtos nos supermercados de Fortaleza subiram 1,01%, de acordo com o novo levantamento do Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza). Pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 18. Esta é a quarta alta de preços consecutiva dos últimos quatro meses, ainda segundo informações do órgão. As regionais do Centro, V e II puxaram a elevação de preços em agosto - que somou R$ 488,43 contra R$ 483,54 no mês de julho. O Procon acompanha, mensalmente, a evolução dos preços de 60 produtos de primeira necessidade em todas as regionais de Fortaleza.

Segundo o novo levantamento, o quilo do pimentão pode ser encontrado com diferença de preço de até 249,49%, indo de R$ 2,99 a R$ 10,45. A laranja também apresenta alta variação, custando de R$ 1,89 a R$ 4,59, conferindo uma variação de 142,85%. Os supermercados pesquisados foram Carrefour, Center Box, Cometa, Extra, G. Barbosa, Hiper Bompreço, Pão de Açúcar, São Luís, Super do Povo, Super Lagoa,

A pesquisa completa com os preços dos produtos em todas as regionais está disponível no aplicativo "Proconomizar", nas plataformas android e iOS, bem como no portal da Prefeitura de Fortaleza, no campo defesa do consumidor.

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Janeiro: R$ 410,89
Fevereiro: R$ 455,60
Março: R$ 451,72
Abril: R$ 476,56
Junho: R$ 477,00
Julho: R$ 483,54
Agosto: R$ 488,43

Em maio a pesquisa não foi realizada devido às medidas de isolamento social rígido, o lockdown.