PUBLICIDADE
Economia
NOTÍCIA

Prévia da Inflação fica em 0,04% na Região Metropolitana de Fortaleza

O percentual ficou abaixo da média do Brasil (0,14%) e quinta menor variação entre as regiões metropolitanas pesquisadas. Porém, no acumulado do ano, RMF segue sendo a mais alta do País

Irna Cavalcante
13:48 | 22/11/2019

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação, variou 0,04% em novembro, na Região Metropolitana de Fortaleza, em relação ao mês de outubro. Foi o segundo menor resultado para um mês de novembro desde 2012, ficando atrás apenas da marca registrada em 2017 (-0,05%). Porém, no acumulado do ano, o indicador segue sendo a maior do País (3,55%).

É mais do que o dobro do acumulado no ano do IPCA-15 do Brasil, que foi de 2,67%. No período de doze meses, a variação na RMF é 3,50%, enquanto a média brasileira de 2,67%.

Os dados divulgados nesta sexta-feira,22 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, no mês de novembro, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados na Região Metropolitana, dois apresentaram deflação: Transporte (-0,94%) e comunicação (-0.06%).

O primeiro foi influenciado pela queda observada na gasolina (- 3,78%), no etanol (- 2,05%), e ônibus interestadual (- 3,01), que já vem em queda desde outubro. 

Por outro lado, o segmento de despesas pessoais foi o que apresentou maior alta no mês,de 0,53%. Com destaque para recreação, fumo e fotografia, que passou de -0,02% em outubro de 2019 para 0,97% em novembro.

Alimentos e bebidas, o setor de maior peso na composição do índice (31,2%), permaneceu estável, com leve variação positiva de 0,04%. As carnes subiram 4,63%, já as maiores quedas foram observadas no preço da cebola (- 19,94%), do mamão (-11,51%), do tomate(-6,66%) e dos pescados(-4,74%).

A alimentação fora do domicílio sofreu deflação, passando de 0,41% em outubro para -0,52% em novembro, com destaque para lanche (-1,71%) e cerveja (-1,38%).

Enquanto saúde e cuidados pessoais apresentou variação mensal de 0,35%; habitação 0,01%; vestuário,0,18%; e educação e artigos de residência, 0,06%;