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FGV: alta recente do dólar pode pressionar atacado nas próximas leituras do IGP

17:08 | Nov. 14, 2019
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A valorização recente do dólar ante o real pode pressionar as próximas leituras da inflação no atacado, dentro do Índice Geral de Preços apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A avaliação é de André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).
O dólar teve uma alta de 4,4% apenas nos dez primeiros dias de novembro, período captado pelo Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10). O IGP-10 subiu 0,19% em novembro, após ter aumentado 0,77% em outubro.
"O câmbio não só puxaria o minério de ferro, mas também as commodities agrícolas, como soja e milho", ressaltou Braz.
Por ora, ainda não houve impacto nos preços ao produtor. A inflação no atacado medida pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-10) teve alta de 0,25% em novembro. Se a desvalorização do real se sustentar, porém, o IPA-10 pode encerrar o mês mais perto de 0,50%, previu o pesquisador.
"Pode chegar ao IPA, mas não acho que chegue em forma de choque. Pode influenciar os preços paulatinamente. Se o câmbio continuar nesse patamar, isso pode motivar a Petrobras a reajustar a gasolina e o diesel, o que seria mais uma pressão no IPA", disse Braz.
No IPA-10 de novembro, houve pressão de avanços no milho, soja, bovinos, carnes e óleos combustíveis. Por outro lado, a queda de 9,47% no preço de minério de ferro impediu uma inflação maior.
No varejo, a inflação ao consumidor medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) teve alta de 0,03% em novembro, após uma redução de 0,06% em outubro. Nas próximas leituras, o avanço deve ser maior, devido aos aumentos sazonais nos custos de alimentos in natura, além de carne bovina, tarifa de energia elétrica e loterias.
"Isso tudo vai promover uma aceleração não trivial no IPC, que deve se aproximar de 0,50% no fechamento do mês de novembro", previu André Braz.
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IPC-S acelera em 2 das 7 capitais pesquisadas no fechamento de julho, diz FGV

ECONOMIA
09:02 | Ago. 03, 2021
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O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou em duas das sete capitais pesquisadas no fechamento de julho, na comparação com a terceira quadrissemana, informou nesta terça-feira, 3, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O IPC-S avançou a 0,92% na última leitura de julho, após registrar 0,90% na terceira do mês passado e elevação de 0,64% em junho. A alta acumulada em 12 meses é de 8,76%, maior do que os 8,73% ocorridos no período até a terceira quadrissemana.
A aceleração mais significativa no IPC-S Capitais foi registrada em Porto Alegre, onde a inflação avançou de 0,77% para 0,90% da terceira para a quarta quadrissemana de julho. São Paulo também teve alta notável, de 0,93% para 1,04%.
Na direção oposta, Belo Horizonte (0,70% para 0,59%) e Rio de Janeiro (0,91% para 0,79%) apresentaram alívio no fechamento do mês. Brasília (1,05% para 0,98%), Recife (1,30% para 1,29%) e Salvador (0,81% para 0,75%) foram as outras capitais analisadas pela FGV que também desaceleraram na última leitura de julho.
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Pico do IPC-S em 12 meses deve ser renovado em agosto, diz Picchetti, da FGV

ECONOMIA
11:47 | Ago. 02, 2021
Autor Agência Estado
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O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) deve desacelerar de 0,92% para 0,70% em agosto, mas renovar o pico no acumulado em 12 meses, de 8,76% para 8,93%, estima o coordenador do indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV), Paulo Picchetti. Como reflexo de problemas climáticos, Picchetti elevou a projeção para o resultado anual de 5,90% para 6,40%.
"Entre junho e julho, tivemos novidades relevantes para a dinâmica da inflação. E as duas principais são climáticas", explica o coordenador. "De um lado tem a seca, que está se delineando como preocupante, por todas as declarações do pessoal de energia. E do outro lado geadas, com perspectiva de comprometer a oferta de alguns alimentos."
Além dos obstáculos relacionados ao clima, Picchetti afirma que os dados de núcleo e difusão caracterizam uma inflação que não está mais restrita a poucos itens. Apesar de ficar estável entre junho e julho (0,43% para 0,42%), o núcleo avançou de 3,50% para 3,67% no acumulado em 12 meses. A difusão, por sua vez, acelerou na margem, de 63,55% para 64,52%.
O arrefecimento no IPC-S de agosto deve ser puxado pelos alívios em passagem aérea e tarifa de eletricidade residencial, que registraram altas significativas em julho (13,11% e 7,80%, respectivamente). No sentido oposto, a gasolina deve pressionar o índice neste mês. Após avançar de 1,47% para 1,85% no fechamento de julho, o combustível já acelera a 2,30% na ponta comparação entre a quarta semana de julho e o mesmo período do mês anterior. "O aumento da Petrobras está chegando ao consumidor final", diz Picchetti.
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FGV: inflação pelo IPC-S acumula alta de 8,76% em 12 meses

Economia
10:23 | Ago. 02, 2021
Autor Agência Brasil
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A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,92% na quarta quadrissemana de julho, acumulando alta de 8,76% nos últimos 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre).

Houve aumento em quatro das oito classes de despesa que compõem o índice, com destaque para o grupo Habitação, que passou de 1,77% na apuração anterior para 2,09%. Segundo a pesquisa, a tarifa de eletricidade residencial puxou a alta, passando de 6,28% para 7,80%.

Os outros grupos que registraram alta nas taxas de variação foram Transportes, que passou de 0,74% para 0,85%, com a gasolina indo de 1,47% para 1,85%; Alimentação (de 0,70% para 0,78%, com as hortaliças e legumes passando de -3,94% para -0,17%; e Saúde e Cuidados Pessoais (-0,06% na apuração anterior para 0,00%, dentro do qual artigos de higiene e cuidado pessoal foram de 0,96% para 1,22%).

Queda

Paralelamente, houve queda nas taxas de variação nos grupos Educação, Leitura e Recreação (2,37% para 1,42%); Vestuário (0,20% para 0,08%), com as roupas masculinas passando de 0,76% para 0,31%; Comunicação (0,00% para -0,09%), onde as mensalidade para TV por assinatura foram de -0,16% para -0,38%; e Despesas Diversas (0,05% para 0,02% - a tarifa postal passou de 0,75% para 0,00%).

A análise destaca também a queda na variação das passagens aéreas, que foram de 22,46% para 13,11%.

O IPC-S apura a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento do índice. O divulgado hoje (2) apurou os preços até o dia 31 de julho, tendo como base de comparação os preços levantados em quatro semanas até o dia 22.

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IPC-S acelera a 0,92% em julho, após 0,64% em junho, revela FGV

ECONOMIA
09:02 | Ago. 02, 2021
Autor Agência Estado
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O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) registrou avanço a 0,92% no fechamento de julho, após alta de 0,64% em junho e de 0,90% na terceira quadrissemana do mês. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador acumulou alta de 8,76% nos 12 meses até julho, maior que o avanço de 8,29% ocorrido nos 12 meses até junho.
O resultado mensal veio dentro da mediana da pesquisa Projeções Broadcast. O intervalo das apostas ia de 0,90% a 0,95%.
Das oito categorias de despesas que compõem o indicador, quatro registraram acréscimo na variação da terceira quadrissemana de julho para o fechamento do mês, com destaque para Habitação, que avançou de 1,77% para 2,09%. Em junho, a taxa havia sido de 0,89%. Nessa classe de despesa, a FGV destaca o comportamento da tarifa de eletricidade residencial, cuja variação passou de 6,28% para 7,80% na comparação quadrissemanal.
Transportes (0,74% para 0,85%), Alimentação (0,70% para 0,78%) e Saúde e Cuidados Pessoais (-0,06% para 0,00%) também apresentaram aceleração ante a terceira quadrissemana de julho. Nesses conjuntos de preços, os itens mais influentes foram gasolina (1,47% para 1,85%), hortaliças e legumes (-3,94% para -0,17%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,96% para 1,22%).
Já os grupos Educação, Leitura e Recreação (2,37% para 1,42%), Vestuário (0,20% para 0,08%), Comunicação (0,00% para -0,09%) e Despesas Diversas (0,05% para 0,02%) caminharam em sentido oposto. Pela ordem, nessas classes de despesa, houve maior contribuição dos preços de passagem aérea (22,46% para 13,11%), roupas masculinas (0,76% para 0,31%), mensalidade para TV por assinatura (-0,16% para -0,38%) e tarifa postal (0,75% para 0,00%).
Influências individuais
Os itens que mais pressionaram para cima a variação do IPC-S do fechamento de julho foram tarifa de eletricidade residencial (6,28% para 7,80%), passagem aérea (22,46% para 13,11%) e gasolina (1,47% para 1,85%). Condomínio residencial (1,74% para 2,01%) e gás de bujão (4,16% para 4,84%) completam a lista.
Já os maiores alívios vieram dos itens plano e seguro de saúde (-1,27% para -1,27%), batata inglesa (-15,56% para -13,33%) e cebola (-13,66% para -13,58%), seguidos por etanol (-1,39% para -1,62%) e arroz (-1,71% para -1,92%).
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FGV: confiança empresarial sobe 3,1 pontos em julho ante junho, para 101,9 pontos

ECONOMIA
08:47 | Ago. 02, 2021
Autor Agência Estado
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O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 3,1 pontos em julho ante junho, para 101,9 pontos, maior patamar desde junho de 2013, informou nesta segunda-feira, 2, a Fundação Getulio Vargas (FGV). "O ICE rompe em julho a barreira de neutralidade dos 100 pontos com alta de confiança nos quatro grandes setores pesquisados. Apesar do número agregado favorável, percebe-se ainda bastante heterogeneidade nos resultados. No Setor de Serviços, a percepção sobre a situação atual continua fraca e a boa notícia é o retorno do otimismo em relação aos próximos meses em segmentos como Alojamento e Alimentação, dois dos que vêm sofrendo mais durante a pandemia", avalia Aloisio Campelo Júnior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.
"A confiança do Comércio ultrapassou os 100 pontos com avaliações muito favoráveis sobre o presente em segmentos como Materiais de Construção e Veículos, Motos, Partes e Peças e mais fracas nos Super e Hipermercados. A Indústria, setor com desempenho mais consistente nos últimos meses, continua enfrentando problemas no abastecimento de importantes insumos", continua Campelo Júnior.
O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.
O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) subiu 1,6 ponto, para 99,7 pontos, maior nível desde outubro de 2013. O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 3,0 pontos, para 103,9 pontos, maior nível desde junho de 2013.
Todos os grandes setores que integram o ICE registraram alta no mês, com destaque para a melhora das expectativas de curto prazo. Esta é também a primeira vez em que todos os setores registram índices superiores aos do período pré-pandemia, algo até então alcançado somente pela Indústria.
A confiança empresarial subiu em 73% dos 49 segmentos integrantes do ICE em julho, um recuo da disseminação frente aos 82% do mês passado
A confiança da indústria subiu 0,8 ponto em julho ante junho, enquanto a construção avançou 3,3 pontos. A confiança dos serviços cresceu 4,2 pontos. Já o comércio aumentou 5,1 pontos.
A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 3.979 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 26 de julho.
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