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Porto do Pecém e base de abastecimento da Petrobras em Fortaleza estão bloqueados

Motoristas da Uber, em Fortaleza, aderem à paralisação e bloqueiam base da Petrobras em conjunto com caminhoneiros. Redução na movimentação de cargas no Porto do Pecém é de cerca de 26 mil toneladas por dia

16:31 | 24/05/2018
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Motoristas estão bloqueando o acesso ao Porto do Pecém e à área de tancagem da Petrobras em Fortaleza. No Porto, os automóveis carregados não podem sair ou entrar e se aglomeram no local destinado à pesagem das cargas. Na base da estatal, motoristas da Uber, em conjunto com caminhoneiros, impedem o abastecimento dos tanques dos caminhões. 
 
No município de São Gonçalo do Amarante, o acesso ao Porto do Pecém está bloqueado. No local, caminhoneiros queimam pneus e impedem a passagem dos veículos. De acordo com Thiago Diniz, cerca de 500 caminhões estão estacionados, tanto dentro da siderúrgica quanto fora. 
 
Em nota ao O POVO Online, o Porto do Pecém informa que a paralisação dos caminhoneiros acontece desde o inicio da manhã de quarta-feira (23). O protesto está sendo realizado por meio da interrupção da rodovia de acesso ao porto, a CE-155.

"As operações internas dentro do porto cearense estão acontecendo de forma parcial, impactando em uma redução na movimentação de cargas de cerca de 26 mil toneladas por dia", afirma a Cearáportos.
 
Mobilizados pelo WhatsApp, alguns motoristas da Uber em Fortaleza bloqueiam a área de tancagem da Petrobras em Fortaleza. A obstrução ocorre em conjunto com os caminhoneiros, que impedem o abastecimento dos veículos na base da estatal. Queda nos preços dos combustíveis e do gás de cozinha está como pauta principal dos manifestantes.
 
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Solidariedade. Este é o sentimento motivador de alguns motoristas da Uber, que aderem às reivindicações dos caminhoneiros e saem às ruas para protestar junto em conjunto. De acordo com o motorista Dantas Lopes, 35, a classe se solidarizou e decidiu se unir para fortalecer a “luta”. “A condição do combustível estar aumentando toda semana causa dificuldade até para se alimentar”, justifica. 
 
Veja o vídeo:
 
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