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Endividamento em Fortaleza caiu 0,6 pontos percentuais em janeiro, segundo pesquisa

Em dezembro de 2017, este indíce era de 65,1%, já em janeiro, 64,5%

16:14 | 18/01/2018
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Um levantamento feito pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE) sobre endividamento do consumidor de Fortaleza mostrou uma queda de -0,6 pontos percentuais no número de consumidores da capital cearense que têm alguma dívida. Em dezembro de 2017, este indíce era de 65,1%, já em janeiro, 64,5%.

Conforme a pesquisa, a proporção de consumidores com contas ou dívidas atrasadas caiu de 22,8% para 19,3% neste mês. Outra informação revelada pelo levantamento é a de que as complicações financeiras agetam mais as mulheres. 20,3% das mulheres entrevistadas pela pesquisa afirmaram ter contas a pagar. Os consumidores acima de 35 anos e com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos são 21,0% e 19,5%, respectivamente, com contas atrasadas.

Este atraso no pagamento dura, em média, 66 dias. O argumento mais usado para justificar o atraso é o do desequilíbrio financeiro, ou seja, a diferença entre o que se recebe de salário para as despesas. Este argumento foi citado por 63,7% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento devido ao desvio do recurso para outros fins, com 31,0%. Em terceiro lugar, a contestação da dívida, com 7,3%.

Programação mensal

A pesquisa mostra que 74,4% dos entrevistados afirmou que planejam e acompanham os gastos do mês, o que, segundo eles, auxilia para a evolução do controle dos níveis de endividamento. 11% disseram que não elaboram orçamento dos rendimentos, mas sem qualquer controle dos gastos e 14,6% disse que não têm orçamento e controle dos gastos.

Veja como o consumidor destinou sua renda:

Consumo de itens de alimentação (58,6% das respostas);

Compra de artigos de vestuário (42,3%);

Aquisição de eletroeletrônicos (37,6%);

Realização de despesas de educação e saúde (32,4%).

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