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Pesquisa aponta que 42% dos nordestinos estão com os nomes negativados

O Nordeste é a segunda região do País com mais pessoas com o crédito no negativo

13:23 | 11/12/2017
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[FOTO1]A Região Nordeste é a segunda do País em número de pessoas com o nome negativado, são 16,85 milhões de pessoas, o que representa 41,99% da população adulta, de acordo com dados da pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 11, pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

O Nordeste fica atrás apenas do Sudeste, com 24,24 milhões de pessoas com crédito negativado, o que representa 36,87% dos consumidores adultos da região.

Já em termos de proporção, o Norte lidera com 45,79% da população, representando 5,42 milhões de consumidores. Em segundo lugar, aparece o Centro-Oeste com 5,08 milhões de negativados, 43,72% dos moradores da região.

No Sul do País, as pessoas negativadas representam 36,95% da população adulta, 8,30 milhões de consumidores.

Brasil

Nos dados nacionais, o volume de brasileiros com contas em atraso e registrados nos cadastros de devedores atinge a 59,9 milhões dos consumidores. O número representa 39,5% da população com idade entre 18 e 95 anos.

Em novembro, houve um aumento de 0,23% na quantidade de inadimplentes na comparação com o mesmo período do ano passado. Na comparação entre outubro e novembro de 2017, o índice cresceu 0,15%.

“Mesmo com a estabilidade, a cifra ainda é bastante elevada. Para as empresas, o cenário implica a perda de potenciais consumidores; para os consumidores, implica restrição do acesso ao crédito”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

Ele afirma que a redução desse quadro passa pela diminuição do desemprego no País. Pelizzaro também disse que o avanço da economia neste ano ainda não atingiu a vida cotidiana do brasileiro. "Nos últimos meses, a economia brasileira iniciou um processo de recuperação. A atividade avançou por três trimestres consecutivos e a inflação e os juros recuaram. Não obstante, a recuperação ainda é incipiente e não atinge o bolso do consumidor.”
 
 
Redação O POVO Online 

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