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Confiança da construção civil cresce em julho, aponta FGV

De acordo com o levantamento, mesmo com o crescimento do índice de confiança no setor, o avanço ainda é pequeno e traz preocupações

10:35 | 26/07/2017
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[FOTO1]A confiança dos empresários da construção civil apresentou leve melhora nesta mês de julho. O Índice de Confiança da Construção (ICST) cresceu 0,4 ponto, subindo para 74,6 pontos, retornando ao patamar de março deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 26, pelo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

Apesar da melhora, o levantamento ainda indica que o pequeno avanço traz preocupações. A coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo, disse que o índice está apenas 7 pontos acima do mínimo histórico e mais 25 pontos abaixo da média. Ela ainda disse que o baixo crescimento e as idas e vindas da confiança nos últimos meses apontam um quadro bastante frágil para a atividade da construção.

O crescimento do ICST neste mês foi influenciado tanto pela avaliação presente quanto pelas perspectivas no curto prazo. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) subiu 0,5 ponto, para 64,4 pontos. Já o indicador que mede a satisfação com a situação corrente dos negócios avançou 1,4 ponto, para 67,2 pontos, maior nível desde o último mês de janeiro (67,4 pontos).

O Índice de Expectativas (IE-CST) apresentou alta de 0,3 ponto, chegando a 85,1 pontos. o Melhor índice veio do indicador que mede o otimismo com a situação dos negócios nos seis meses seguintes, que teve expansão de 0,8 ponto, ficando em 86,8 pontos. Já o Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) do setor voltou a subir com um crescimento de 0,3%, alcançando 61,8%.

De acordo com a FGV, O levantamento ouviu 707 empresas entre os dias 3 e 24 de julho.
 
Ceará

De acordo com os dados da pesquisa do Emprego e Desemprego (PED) realizada pelo Instituto de Desenvolvimento e Trabalho (IDT) e pelo Governo do Estado do Ceará, o setor da construção civil apresentou perda de 17 mil postos de trabalho na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) em 2016. O segmento empregou 8% da população total ocupada da região no ano passado, queda de 0,6% no comparativo com 2015. A retração na atividade atingiu um patamar inferior ao de 2011, quando o índice de ocupação na área foi de 8,1%. Os dados foram divlgados na última segunda-feira, 24.
 
[SAIBAMAIS] 
Redação O POVO Online 

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