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Produção industrial cresce 0,6% no Ceará, em abril

Porém, o Estado teve recuo quando comparado com mesmo período do ano passado (-5,9%) e no quadrimestre (-2,9%)

16:36 | 09/06/2017
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[FOTO1] O aumento no ritmo da produção industrial, de março para abril, na série com ajuste sazonal, apresentou avanço de 0,6% no Ceará. Em relação a abril de 2016, houve recuo do índice no Estado (-5,9%). Já no indicador acumulado para o período de janeiro a abril de 2017, frente a igual período do ano anterior, o Ceará teve queda de 2,9%.

No Brasil, de março para abril, houve resultado positivo, com destaques para Santa Catarina (1,2%), Região Nordeste (0,6%), Pernambuco (0,6%) e Minas Gerais (0,5%). Enquanto Espírito Santo (0%) repetiu o patamar observado no mês anterior. Amazonas (-1,9%0), Rio de Janeiro (-1,9%), Paraná (-1,6%) e Goiás (-1,3%) apresentaram resultados negativos. Também recuaram em abril Rio Grande do Sul (-0,8%), Pará (-0,8%), Bahia (-0,7%) e São Paulo (-0,1%).

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria recuou em sete locais: Ceará (-1,2%), Pará (-2,7%), Pernambuco (-2,0%) e Espírito Santo (-1,8%). Por outro lado, Bahia (1,5%) registrou a expansão mais elevada em abril de 2017.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 4,5% em abril. Também recuaram São Paulo (-8,1%), Bahia (-8,0%) e Pernambuco (-7,2%).

Mato Grosso (-6,2%), Goiás (-6,1%),  e Paraná (-4,7%) também registraram taxas negativas mais elevadas do que a média da indústria (-4,5%), enquanto Região Nordeste (-4,4%), Rio Grande do Sul (-4,3%), Pará (-3,8%), Santa Catarina (-3,5%) e Minas Gerais (-2,6%) completaram o conjunto de locais com recuo na produção nesse mês.

Por outro lado, Amazonas (7,7%) apontou o avanço mais acentuado em abril, impulsionado, em grande parte, pelo comportamento positivo vindo do setor de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (televisores e computadores pessoais portáteis). Os demais resultados positivos foram observados no Rio de Janeiro (3,2%) e no Espírito Santo (1,4%). 

De janeiro No indicador acumulado para o período janeiro-abril de 2017, frente a igual período do ano anterior, o decréscimo observado na produção alcançou seis dos quinze locais pesquisados, com destaque para o recuo assinalado pela Bahia (-8,2%), Região Nordeste (-2,9%), São Paulo (-1,9%), Mato Grosso (-0,9%) e Pará (-0,5%).

Rio de Janeiro (5,2%), Espírito Santo (3,3%) e Santa Catarina (3,0%) apontaram os avanços mais elevados no índice acumulado no ano. Amazonas (2,6%), Goiás (2,5%), Pernambuco (2,3%), Paraná (2,2%), Minas Gerais (2,0%) e Rio Grande do Sul (0,4%) completaram o conjunto de locais com resultados positivos nesse período.

No primeiro quadrimestre do ano, o setor industrial, ao recuar 0,7%, assinalou a décima taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto, mas a menos intensa dessa sequência. A redução na magnitude de queda no total da indústria nacional na passagem do período setembro-dezembro de 2016 (-3,6%) para o quadrimestre seguinte (-0,7%). 

Acumulado nos úlO indicador acumulado nos últimos doze meses, ao recuar 3,6% em abril de 2017 no total da indústria nacional, permaneceu com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 (-9,7%).

Em termos regionais, os principais ganhos de ritmo entre março e abril de 2017 foram registrados por Amazonas (de -5,3% para -3,0%), Espírito Santo (de -13,0% para -11,2%) e Rio de Janeiro (de -0,3% para 0,8%), enquanto Pará (de 6,9% para 5,9%), Mato Grosso (de -3,2% para -4,0%), Bahia (de -7,8% para -8,4%), São Paulo (de -2,2% para -2,7%) e Goiás (de -2,1% para -2,5%) mostraram as maiores perdas entre os dois períodos.

Redação O POVO Online

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