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Preços ao Produtor tem queda de 0,12% em abril

No ano, os preços da indústria geral acumulam recuo (-0,20%) e, em 12 meses, a variação acumulada é de 3,05%

10:35 | 26/05/2017
 
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),a variação dos preços da indústria geral foi de -0,12% entre março e abril de 2017, inferior à variação entre março e fevereiro (0,06%). 
 
 
No ano, os preços da indústria geral acumulam recuo (-0,20%) e, em 12 meses, a variação acumulada é de 3,05%. Em relação a março, os preços de 13 das 24 atividades industriais investigadas tiveram alta. 
 
 
Em abril de 2017, os preços da indústria geral (extrativas e de transformação) variaram, em média, -0,12% em relação a março, número inferior à variação entre março e fevereiro de 2017 (0,06%).
 
 
Também em abril, ainda em relação a março, 13 das 24 atividades apresentaram variações positivas de preços, contra 16 do mês anterior. As quatro maiores variações se deram nas seguintes atividades industriais: refino de petróleo e produtos de álcool (-2,85%), impressão (-1,94%), minerais não-metálicos (-1,93%) e madeira (1,73%).
 
 
As maiores influências sobre índice do mês, ainda em relação a março (-0,12%), foram refino de petróleo e produtos de álcool (-0,29 p.p.), alimentos (-0,07 p.p.), indústrias extrativas (0,06 p.p.) e outros produtos químicos (0,06 p.p.).
 
 
O indicador acumulado no ano (abril/2017 contra dezembro de 2016) atingiu -0,20%, contra -0,08% em março. As atividades com as maiores variações percentuais na perspectiva deste indicador foram: metalurgia (7,50%), minerais não-metálicos (-6,33%),alimentos (-4,73%) e outros produtos químicos (3,83%). Já os setores de maior influência foram: alimentos (-1,01 p.p.), metalurgia (0,55 p.p.), outros produtos químicos (0,35 p.p.) e refino de petróleo e produtos de álcool (-0,21 p.p.).
 
 
Em relação a abril de 2016, os preços da indústria geral subiram 3,05%, contra 2,82% em março. As quatro maiores variações foram em indústrias extrativas (33,20%), metalurgia (15,26%), minerais não-metálicos (-10,64%) e outros equipamentos de transporte (-7,60%). Os setores de maior influência foram: metalurgia (1,08 p.p.), indústrias extrativas (0,96 p.p.), alimentos (0,69 p.p.) e veículos automotores (0,47 p.p.).
 
 
Entre as grandes categorias econômicas, na comparação com março, as variações foram: 0,09% em bens de capital; -0,29% em bens intermediários; e 0,09% em bens de consumo, sendo que 0,43% foi a variação observada em bens de consumo duráveis e -0,01% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis.
 
 
Redação O POVO Online 

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