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As dores do desemprego para os brasileiros

De acordo com o levantamento da SPC/CNDL, a falta de emprego impacta na saúde e nas emoções dos trabalhadores. Saiba quais são as dores reveladas pela pesquisa

11:25 | 20/03/2017
59% estão depressivos e desanimados
63% estão estressados ou nervosos
62% dizem ter estado angustiados. 
 
75% sentem a privação de consumo
70% sentem ansiedade (70%)
68% estão inseguros de não conseguir um novo emprego
 
57% sentem medo
55% sofrem de baixa autoestima
39% sentem que perderam valor perante as pessoas
37% sentem vergonha diante de amigos ou parentes
26% sentem culpa
 
51% teve alterações no sono
45% relatam mudanças no apetite
40% têm dores de cabeça ou enxaquecas frequentes
29% tiveram alteração na pressão (principalmente aqueles com mais de 50 anos, 54%)
16% disseram descontar a ansiedade em vícios como álcool, cigarro, comida entre outros.
 
 
O SPC/CNDL entrevistou pessoalmente 600 homens e mulheres desempregados acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais do País. A margem de erro geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.
 
Para Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, o desempregado precisa ser mais realista em relação sua situação financeira para evitar problemas maiores relacionados a dívidas. “É importante que o desempregado mantenha a mente aberta para propostas diferentes das que ele esteja esperando, seja em termos de salário ou função. Nessa hora, trabalhos alternativos também podem ser uma fonte de renda temporária”, diz. 
 
Redação O POVO Online 
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