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Lucro do Bradesco diminui para R$ 17,121 bilhões em 2016

Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 4,385 bilhões no quarto trimestre, um recuo de 3,9% em comparação ao mesmo período em 2015

11:24 | 02/02/2017
O Bradesco divulgou nesta quinta-feira, 2, que seu lucro no ano passado diminuiu na comparação com 2015, o recuo foi de 4,2%, os rendimentos totais do banco chegaram a R$ 17,121 bilhões em 2016. Já o  lucro líquido ajustado foi de R$ 4,385 bilhões no quarto trimestre de 2016, uma queda de 3,9% em comparação ao mesmo período em 2015.

O lucro contábil foi de R$ 3,592 bilhões no último trimestre do ano passado, número 17,5% menor que o obtido entre outubro e dezembro do ano anterior. Os números referentes a 2015 não incluem o HSBC, cuja a aquisição foi conretizada em julho de 2016. Por isso, as bases não são comparáveis com exatidão.

A margem financeira total do Bradesco foi de R$ 15,669 bilhões entre outubro e dezembro, o que indica alta de 8% frente ao quarto trimestre do ano passado. Em relação ao terceiro trimestre, porém, o número caiu 7,5%. 

As despesas com prestação de serviços subiram 14,4% em relação ao quarto trimestre de 2015, para R$ 7,545 bilhões. Comparando com o terceiro trimestre, a alta foi de 1,3%. 

O índice de inadiplência superior a três meses fechou o último ano em 5,5%, maior que os 4,1% no mesmo período de 2015. A inadimplência pessoa física do banco também piorou, saindo de 6,53% no terceiro para 6,94% no quarto trimestre.

Somente a inadimplência de grandes empresas do banco melhorou, sendo qa recuperação é explicada pela saída de um grande cliente corporativo (provavelmente a Sete Brasil) do portfólio do banco. O índice teve queda de 2,03% para 1,24%, na comparação trimestral. Sem o caso específico, o índice teria sido de 1,06% no terceiro trimestre — ou seja, subiria no quarto.
 
2017

Após ter tido prejuízos de provisões para calotes e R$ 21,7 bilhões em 2016, o banco projeta para o fim deste ano um montante de R$ 21 bilhões a R$ 24 bilhões.

Para o crédito, o Bradesco prevê um ano fraco, a previsão de expansão para o período é de 1 a 5%. Além disso, devido ao ciclo de queda da Selic, a estimativa para margem financeira com juros pró-forma foi fixada no intervalo de queda de 4% a 0%. Informações obtidas pelo Valor Econômico.
 
Redação O POVO Online 


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