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A transformação digital ao alcance das empresas

Líder mundial em soluções de software, a BMC, realizou em São Paulo mais uma edição do road show que passou por sete países para debater se transformação digital é uma tendência ou realidade

18:01 | 01/12/2016
A expressão do momento no mundo dos negócios é transformação digital. Se já não é uma realidade dentro dos negócios de diferentes segmentos, é um objetivo a ser alcançado. E essa não é uma exigência gerada apenas pela concorrência, mas pelo novo comportamento do consumidor. As empresas precisam ser digitais, porque as pessoas se tornaram digitais.
 Esse cenário é tão presente nos dias atuais que quem não nasceu digital, como as 12 mil startups de tecnologia que existem no mercado, estão se reinventando, se reconstruindo. “Toda transformação digital requer governança, métrica e tecnologias habilitadoras, o grande catalizador dessa transformação”, diz Ricardo Fernandes, country manager da BMC Brasil, durante o evento BMC Exchange São Paulo. A BMC é uma das líderes globais em soluções de softwares de TI e reuniu em São Paulo CIOs de grandes empresas atuantes no País para debater os caminhos para as empresas se tornarem digitais e as tecnologias que a movem.
 “Estamos vivendo a quarta revolução industrial, que é a digital, uma revolução ligada ao comportamento. As pessoas estão tão mal acostumadas com a tecnologia que elas se perguntam por que negócios que a interessam não têm um site?”, analisa Saar Shwartz, VP de estratégia da BMC.
 A BMC tem 18 canais no Brasil. São revendedores, parceiros que impulsionam as vendas.  Eles representam 30% das vendas e segundo Ricardo Fernandes a meta é chegar a 50%. O foco da empresa são fortemente as financeiras, maiores investidores, telecomunicações e o foco são os governos. “Atendemos todo tipo de indústria. O varejo começa a olhar para a transformação digital como um caminho sem volta. Mas nosso objetivo é chegar aos governos, é preciso oferecer serviços à população, atendimentos básicos, que muitas vezes se tem a intenção, mas não tem capacidade”, explica  Marco Fontenelle, diretor de canais e alianças da BMC no Brasil.
 Para os bancos a grande questão é como se diferenciar como banco, explica Ricardo. “As intels ainda estão se descobrindo como empresas digitais e estão pensando em como lançar novos negócios. Já o varejo percebe como a automação é vital para otimizar processos”, diz.
 Se a transformação digital é uma tendência para as empresas, já é uma realidade para as pessoas.
 
Paula Lima
Enviada a São Paulo*
 
*A jornalista viajou a convite da BMC 
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