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Temer diz que o PIB voltará a crescer em 2017

Em um discurso otimista, o presidente espera por crescimento do PIB no segundo semestre de 2017

13:27 | 09/11/2016
Segundo Temer, a partir do segundo semestre do próximo ano, o país voltará  a ter crescimento positivo do Produto Interno Bruto (PIB) e diminuição do desemprego no próximo ano.

“Nossa esperança é que no segundo semestre de 2017 tenhamos um PIB que não vai ser negativo. Se for, cobrem do Meirelles”, disse o presidente, referindo-se ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

O último relatório Focus do Banco Central mostrou que a previsão de crescimento do PIB é 1,2% para 2017. Este ano, o mercado prevêum recuo de 3,31%.

Segundo o IBGE, a taxa de desemprego chegou a 11,8% no terceiro semestre deste ano.

Durante um seminário sobre infraestrutura na Confederação Nacional da Indústria, Temer destacou a retomada da confiança no Brasil e afirmou que o país começa a apresentar sinais de melhora na economia. o presidente encionou a queda do chamado risco-país nos últimos meses, para o atual patamar de 318 pontos.

“Quando chegarmos a 240 pontos retornamos ao nosso grau de investimento. Eu estou falando de seis meses, quatro meses mais dois meses onde havia uma época muito áspera em termos econômicos, mas a democracia é assim”, disse, referindo-se ao período desde o afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff.

Durante a reunião, Michel Temer voltou a defender, mais uma vz, a Proposta da Emenda à constituição, a PEC 241, alegando que o governo está ''desmontando um ciclo peverso''.

''Recebemos um país que acumulava dívida pública crescente e desemprego em níveis alarmantes. E estamos desmontando um ciclo perverso. O padrão de despesas consolidado nos últimos anos é insustentável. É preciso começar cortando na carne, limitando os gastos do poder público”, disse.

O presidente recebeu reclamações do presidente da CNI, Robson Andrade, sobre a logística do país, Temer admitiu que o governo precisa trabalhar mais com a inciativa privada.

“Sinto preconceito no ar. As pessoas querem emprego mas não querem incentivar a iniciativa privada”, afirmou.
 
Redação O Povo Online 
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