Diretor do BC se reúne com presidente do sindicato dos funcionários em SP
A reestruturação da carreira consta do Projeto de Lei Complementar (PLC) 36/16, que trata também de reajustes salariais. Quanto à questão financeira não há divergência. Foi aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado no dia 12 deste mês aumento de 27,9% a ser pago em quatro vezes. A primeira, de 5,5%, em agosto para entra na folha de setembro, a segunda em janeiro de 2017, a terceira em janeiro de 2018 e a quarta e última em janeiro de 2019.
O impasse, que levou à greve os técnicos do BC, reside no fato de alguns senadores não terem se colocado de acordo com a reestruturação da carreira de técnicos do BC, deixando para apreciação do presidente em exercício da República, Michel Temer. De acordo com o Sinal, cujos representantes já se reuniram com membros da Casa Civil, a intenção é assegurar a sanção integral do PLC 36/16.
A greve dos técnicos do BC, iniciada no último dia 11, está sob a orientação do Sindicato Nacional dos Técnicos do Banco Central (SintBancen) cujo presidente é Willekens Brasil. Mas de acordo com o Sinal, a pauta é conjunta já que a entidade congrega em nível nacional todos os funcionários do BC, inclusive os técnicos grevistas.
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