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Importação de vestuário tem queda histórica

No entanto, exportações começam a crescer e demissões diminuem em abril

11:55 | 01/06/2016

As importações de vestuário em abril do País apresentaram uma queda de 60%, em toneladas, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Foi a maior queda registrada desde janeiro de 2000. Os produtos chineses foram responsáveis por 50% do total, de acordo com o balanço da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

 

Em relação as exportações, o índice continua negativo, porém alguns setores já mostram forte aumento no volume exportado, como é o caso de cama, mesa e banho (aumento de 43 %), vestuário (11%), tecidos (29,5%), filamentos (12,8%) e fios (137%).

Ainda sob influência da desvalorização cambial, mas já evidenciando a queda nas importações, a balança comercial teve melhora no déficit, saindo de U$ 2,1 bilhões negativos para US$ 1 bilhão de jan-abril/16 contra mesmo período do ano anterior.

Produção Física


A produção física, que ainda não inclui o mês de abril, aponta que o segmento têxtil caiu 15,9% e o de confecção retrocedeu 11,4% no acumulado de jan-mar/16 em comparação a jan-mar/15. Somente no mês de março, o segmento têxtil e o de vestuário apresentaram queda de 15,7% e 8,6%, respectivamente.

Varejo


No acumulado do trimestre, o volume de vendas caiu 12,9% e a receita nominal recuou 7,6%. Apenas no mês de março, a queda foi de 14,1% em volume de vendas e de 8,6% na receita nominal.
          
Emprego

O Setor Têxtil e de Confecção reduziu significamente o número de demissões em abril/16 em comparação a abril/15, reduzindo de 5.149 postos fechados para somente 633 demissões. Na pesquisa conjuntural mensal da Abit, 72% dos empresários irão manter o número de funcionários nos próximos meses e 7% irão começar a contratar em junho.

 

Redação O POVO Online

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