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Banco do Brasil defende que "não há procedência" na ilação

A Polícia Federal realizou buscas e apreensão em Ribeirão Preto, Curitiba e na sede do BB em Brasília

17:17 | 20/05/2016
O Banco do Brasil (BB) negou qualquer procedência na ilação de que buscas realizadas pela Polícia Federal em unidades do BB, esta semana, possam "pegar em cheio" a gestão do vice-presidente de agronegócios e micro e pequenas empresas do Banco, Osmar Dias, como informado pela coluna Esplanada do O POVO, nesta sexta-feira, 20.
 
A Operação TurboCred, da Polícia Federal (PF) realizou buscas e apreensão em Ribeirão Preto, Curitiba, terra de Osmar, e na sede do BB em Brasília. O vice-presidente é irmão do senador Alvaro Dias (PV-PR).
 
"Conforme a própria PF já divulgou amplamente, tratam-se de desdobramentos de operação que data de meados de 2015, chamada Golden Boy, e que investiga fraudes praticadas em agências da região de Ribeirão Preto. As auditorias internas do Banco resultaram na demissão de dois funcionários, e seguem apurando a ocorrência de outros casos pontuais, envolvendo essas práticas. Ou seja, o foco são atuações de fraudadores", diz nota do BB.
 
"O BB sempre colabora com as forças de segurança, e oferece notícias-crime dos ilícitos identificados. Na maior parte dos casos, as denúncias partem do próprio BB. Pedimos, portanto, a publicação desses urgentes esclarecimentos, inclusive em benefício do êxito das apurações da PF".
Redação O POVO Online
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