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Produção industrial em Fortaleza tem alta de 2,4% em janeiro

10:07 | 09/03/2016

A produção industrial em Fortaleza teve alta de 2,4% entre os meses de dezembro de 2015 e janeiro de 2016, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expansão no Estado foi maior que a média nacional, de 0,4%.Enquanto isso, estados como Rio de Janeiro (-1,5%), Pernambuco (-2,1%) e Amazonas (-2,1) tiveram queda na produção durante o mesmo período analisado.

Dos 14 estados observados pelo IBGE, 8 registraram crescimento. Os avanços mais intensos foram em Santa Catarina (3,7%) e Pará (3,3%). Bahia (2,6%), Rio Grande do Sul (2,5%), Paraná (2,2%), Região Nordeste (1,5%) e São Paulo (1,1%) também apontaram avanços mais elevados do que a média nacional.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 13,8%, em janeiro de 2016, com doze dos quinze locais pesquisados apontando resultados negativos. Vale citar que janeiro de 2016 (20 dias) teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (21).

De acordo com o IBGE, nesse mês, os recuos mais intensos foram registrados por Amazonas (-30,9%), Pernambuco (-29,4%) e Espírito Santo (-26,3%), pressionados, em grande parte, pela queda na fabricação dos setores de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, de bebidas, de outros equipamentos de transporte (motocicletas e suas peças) e de máquinas e equipamentos, no Amazonas; de produtos alimentícios, em Pernambuco; e de indústrias extrativas, no Espírito Santo. Minas Gerais (-18,3%), São Paulo (-16,1%) e Rio de Janeiro (-14,1%) também apontaram resultados negativos mais acentuados do que a média nacional (-13,8%), enquanto Paraná (-13,6%), Goiás (-13,4%), Santa Catarina (-11,2%), Ceará (-9,7%), Rio Grande do Sul (-5,7%) e Região Nordeste (-3,2%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas nesse mês.

Por outro lado, Pará (10,5%), Bahia (10,3%) e Mato Grosso (9,3%) assinalaram os avanços nesse mês, impulsionados, em grande parte, pelo comportamento positivo vindo de indústrias extrativas (minérios de ferro em bruto), no primeiro local; de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel e óleos combustíveis), no segundo; e de produtos alimentícios (carnes de bovinos frescas ou refrigeradas), no último.

Redação O POVO Online

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