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Empresários da indústria cearense continuam pessimistas, revela Icei

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado pela Fiec, é medido desde 2007. O resultado, referente a dezembro de 2015, foi o pior para o Ceará desde que começou a ser medido
11:28 | Jan. 11, 2016
Autor O Povo
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O Povo Jornal
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Tipo Notícia

Os empresários da indústria cearense continuam pessimistas, pelo 10º mês consecutivo. É o que revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), com base em dados colhidos em dezembro de 2015.

Com 38 pontos, o indicador se mantém abaixo da linha divisória dos 50 pontos ideais, sugerindo a descrença dos industriais do Estado em uma recuperação da economia brasileira no 1° semestre de 2016. A redução do índice, comparado com o mês imediatamente anterior, foi de 2,5 pontos. Já em comparação a dezembro de 2014, nota-se uma diferença de -12,3 pontos, e, em relação à média histórica, de -20,5 pontos.

Já na visão por porte, as médias empresas apresentam menores índices de confiança, apesar da redução, frente novembro, ocorrer também nas pequenas e grandes indústrias.

Na análise setorial do Icei, para o Ceará, a indústria da construção apresenta maior nível de pessimismo, com índice de 34,4 pontos, pior resultado da série histórica. Essas foram as principais conclusões da pesquisa Índice de Confiança do Empresário Industrial realizada pelo Núcleo de Economia e Estratégia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria – CNI.

Icei

O Icei varia de 0 a 100. Os valores acima de 50 pontos indicam empresários confiantes em relação às condições atuais da sua empresa, da economia cearense e brasileira, bem como às expectativas sobre  a empresa, a economia cearense e a brasileira.

Brasil
Considerando os resultados para o Brasil, observa-se comportamento semelhante ao estadual, com índice de confiança variando próximo aos 36 pontos nos últimos quatro
meses. Comparado com dezembro de 2014, nota-se redução de -9,2 pontos, já quando comparado à média de toda série histórica, há decréscimo de 19 pontos, evidenciando a
elevação no pessimismo dos gestores da indústria nacional no 2° semestre do ano.

Redação O POVO Online 

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