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36% dos consumidores fazem compras para aliviar o estresse

O estudo aponta ainda que três em cada dez (29,5%) consumidores concordam que fazer compras melhora o humor e 24,5% confessam realizar compras quando se sentem deprimidos

13:32 | 13/01/2016

Foi divulgado nesta quarta-feira, 13, um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais e no interior do país na qual revela que mais de um terço (36,3%) dos entrevistados fazem compras para aliviar o estresse do cotidiano, especialmente as mulheres (43,7%) e os consumidores das classes A e B (40,2%). Além disso, quase a metade dos consumidores (47,7%) admite fazer comprar para se sentir bem.

O estudo aponta ainda que três em cada dez (29,5%) consumidores concordam que fazer compras melhora o humor e 24,5% confessam realizar compras quando se sentem deprimidos. O levantamento demonstra que as mulheres são mais suscetíveis às emoções quando compram por impulso. São elas quem mais admitem a sensação de prazer ao comprarem algo sem planejar (37,7% contra 26,5% dos homens), além de serem as que mais citam o ato de fazer compras como o tipo de lazer preferido (35,9% contra 23,3% do total de entrevistados).

As mulheres apresentam os maiores percentuais de consumidores que compram por impulso quando estão deprimidas (30,5% contra 18,3% dos homens). Em relação à faixa etária, o levantamento indica que os mais jovens são os que mais ficam entusiasmados e se divertem ao comprar produtos não planejados (41,8% contra apenas 19,6% das pessoas acima de 55 anos).

Consumidor compra por impulso para não "perder boa oportunidade"

O estudo mostra que em situações de compras impulsivas, o imediatismo e a necessidade de urgência acabam sendo mais fortes do que a capacidade de reflexão do consumidor. Cerca de 44,5% dos entrevistados  não consegue resistir aos próprios desejos porque acredita que se não realizarem aquela compra, mesmo que o produto seja desnecessário, vão desperdiçar uma 'boa oportunidade'.

Outros 36,9% admitem que quando surge o desejo de comprar algo, eles não sossegam enquanto não concretizarem a compra, especialmente as mulheres (41,6%). E 30,1% dos entrevistados gastam mais do que o previsto em promoções com medo de acabarem se arrependendo depois e 32,9% admite que, geralmente, compra produtos que nem tinha a intenção de adquirir antes de entrar numa loja.

E, ainda, 30,7% admitem que ao ver um produto atrativo não pensam nas consequências da compra antes de efetivá-la e 25,8% dos entrevistados reconhecem não ter o costume de avaliar todos os aspectos envolvidos numa compra. Segundo a pesquisa, 30,8% dos consumidores reconhecem que estão com as finanças pessoais descontroladas por causa de compras impulsivas.

 

Redação O Povo Online

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