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35% não conseguirão manter o padrão de vida nem por um mês sem emprego

Segundo SPC Brasil, 41% dos devedores consideram o limite do cartão ou do cheque especial como parte do dinheiro disponível em seu orçamento

11:55 | 21/01/2016

Estudo realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), somente com consumidores que vivem fora do seu padrão de vida (aqueles que gastam mais do que podem ou terminam o mês 'no zero a zero'), divulgado hoje (21), revela que 35% dessas pessoas  não conseguiriam manter o seu atual padrão de vida nem por um mês se ficassem desempregados ou passassem por dificuldades financeiras.

 

Além disso, apenas 28% garantem contar com alguma reserva financeira para recorrer em momentos de aperto.

Só 22% desses entrevistados afirmaram que sempre se planejam antes de fazer uma compra e que só adquirem o produto desejado se não estiverem com as finanças comprometidas. Ainda de acordo com a pesquisa, três em cada dez (28%) consumidores que terminam o mês devendo admitiram recorrer a algum tipo de financiamento ou cartão de crédito quando querem adquirir algum produto que não tem condições de comprar.

Devedores usam cheque especial e cartão como extensão da renda


41% dos consumidores que estão 'no vermelho' consideram o limite do cartão ou do cheque especial como parte do dinheiro disponível no orçamento mensal.

 

Existem percentuais consideravelmente maiores em relação a métodos que visam ao aumento do padrão de vida na comparação com os que terminam o mês sem sobras de dinheiro, como o uso do cartão de crédito (33% contra 19% daqueles que estão no 'zero a zero'), do cheque especial (19% contra 2%) e de empréstimos ou financiamentos (16% contra 4%).

Segundo o estudo, 39% dos brasileiros que terminam o mês com as contas no vermelho admitiram estar com o nome em cadastrados de inadimplentes.

 

Redação O POVO Online

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