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Aumentam os recursos disponíveis para empréstimo

As empresas de turismo terão disponíveis cerca de R$ 1,16 bilhão para financiar projetos de expansão, construção, reforma, modernização e aquisição de bens e serviços

09:12 | 24/12/2015

As empresas de turismo terão disponíveis cerca de  R$ 1,16 bilhão para financiar projetos de expansão, construção, reforma, modernização e aquisição de bens e serviços. A programação de 2016 dos fundos constitucionais (FCO, FNE e FNO) é quase três vezes maior que os R$ 412 milhões emprestados de janeiro a outubro de 2015.
O valor disponível pelo FCO, FNE e FNO tem como finalidade estimular o desenvolvimento regional por meio de empreendimentos turísticos nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte é 30,6% maior que o disponibilizado em 2015 após a reprogramação, R$ 888 milhões.
As linhas de crédito especiais são estimuladas pela articulação do Ministério do Turismo, por meio do Departamento de Financiamento e Promoção de Investimentos no Turismo – DFPIT, com o Ministério da Integração, SUDECO, SUDENE, SUDAM, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia.
De acordo com  o  Secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Neusvaldo Ferreira Lima, há dinheiro com taxas de juros especiais e prazos estendidos para projetos bem elaborados. Os fundos constitucionais cobram juros a partir de 12% ao ano e o prazo de financiamento chega a 20 anos.
O turismo do Nordeste deverá receber com a maior parte dos recursos: R$ 700 milhões disponíveis no Banco do Nordeste.  Os empreendimentos do Centro-Oeste contarão com R$ 317 milhões em linhas operadas pelo Banco do Brasil, enquanto, no Norte, serão R$ 150 milhões no Banco da Amazônia.
O valor resulta dos Fundos Constitucionais de Financiamento, que incluem parte da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). Os fundos potencializa o setor privado e seus recursos podem ser aplicados em qualquer segmento do setor, como meios de hospedagem, parques temáticos, eventos, transporte e agências de turismo.

 

Redação O POVO Online

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