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Indicadores antecedentes caem de 100,1 em junho para 100,0 em julho na OCDE

08:35 | 08/09/2015
O levantamento de indicadores antecedentes dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) recuou de 100,1 em junho para 100,0 em julho, informou a própria entidade nesta terça-feira. O crescimento deve desacelerar em várias das maiores economias do mundo, incluindo China, Estados Unidos e Reino Unido, de acordo com a pesquisa. A entidade sediada em Paris informou que suas medidas da atividade econômica em futura, baseada em dados disponíveis em julho, também apontam para desaceleração no Canadá, na Rússia e no Brasil. No caso brasileiro, o número recuou de 98,9 em junho para 98,7 em julho.

Um nível abaixo de 100,0 aponta para desaceleração econômica e acima de 100,0, para aceleração no crescimento.

Caso as previsões se confirmem, isso pode significar mais um ano desapontador para a economia global, que luta para se recuperar dos efeitos da crise financeira de 2008. Num encontro em Ancara, na Turquia, na sexta-feira e no sábado, ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G-20 afirmaram que a expansão econômica até agora neste ano "fica abaixo das nossas expectativas". "Nos comprometemos a adotar ação decisiva para manter a recuperação econômica nos trilhos e estamos confiantes de que a recuperação global econômica ganhará velocidade", afirmaram as autoridades em comunicado.

O índice de indicadores antecedentes para a China da OCDE mostrou queda de 97,9 em junho para 97,6 em julho. Várias outras economias em desenvolvimento importantes mostram sinais de fraqueza, como África do Sul, Rússia e Brasil, que tiveram contração econômica no segundo trimestre. Os indicadores antecedentes sugerem que a Índia será a principal exceção, com maior crescimento.

No caso da zona do euro, os números da OCDE apontam que ela deve evitar uma desaceleração. Há sinais ainda de maior crescimento na França. Fonte: Dow Jones Newswires.

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