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Kuroda, do BoJ, defende intervenção da China no mercado de ações

18:20 | 15/07/2015
As medidas agressivas da China para conter a queda nos preços das ações foram alvo de críticas de defensores do livre mercado, mas o presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Haruhiko Kuroda, argumenta que na opinião dele é injusto apontar a China como um país radicalmente intervencionista. "Eu não acho que é apropriado dizer que a China é o único país fazendo algo realmente sem paralelo", disse Kuroda em entrevista coletiva.

O BoJ, inclusive, é atualmente o maior investidor único no mercado de ações de Tóquio, graças a compras agressivas de fundos de equity lançadas em 2013 pelo próprio Kuroda. Também nos anos 1990, o Japão utilizou várias ferramentas para impulsionar seu mercado de ações, como destinar economias para a compra de ações, fazer pedidos para companhias que aumentassem seus dividendos e pressionar os operadores para que não vendessem ações. Muitos no Japão, inclusive, compararam as atitudes de Pequim com as do governo japonês no passado para defender seu mercado de ações. Fonte: Dow Jones Newswires.

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