PUBLICIDADE
Notícias

Focus: previsão para IPCA em 2014 sobe para 6,48%

09:00 | 14/07/2014
A projeção para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2014 subiu de 6,46% para 6,48% depois de três semanas consecutivas estável. Segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira, 14, pelo Banco Central, há quatro semanas, a estimativa era de 6,46%. Para 2015, a projeção também se manteve estável entre uma semana e outra, em 6,10%. Um mês antes, a expectativa estava em 6,08%. A previsão de inflação para os próximos 12 meses à frente subiu de 5,89% para 5,92%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Há quatro semanas estava em 5,91%.

 

Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para o IPCA em 2014 no cenário de médio prazo subiu de 6,41% para 6,51%. Para 2015, a previsão dos cinco analistas recuou de 7,03% para 6,75%. Há quatro semanas, o grupo apostava em altas de 6,30% para 2014 e 7,03% para 2015. Entre todos os analistas ouvidos pelo BC, a mediana das estimativas para o IPCA de julho caiu de 0,25% para 0,24%. Para agosto, a previsão segue estável em 0,29% há três semanas.

 

Selic

 

Os economistas consultados pelo BC mantiveram a previsão para a taxa Selic no fim de 2014 de 11,00% ao ano pela sexta semana seguida. Para 2015, a mediana ficou estável em 12% pela sétima semana consecutiva. A taxa básica de juros está em 11,00% ao ano desde a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorreu em 27 e 28 de maio. O próximo encontro da diretoria colegiada do BC começa nesta terça-feira, 15, e acaba na quarta-feira, 16.

 

A previsão para a Selic média em 2014 segue em 10,91% há seis semanas. Para 2015, permanece em 11,88%, um mês antes, essa taxa estava em 11,96%.

 

Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para a Selic no fim de 2014, no médio prazo, segue em 11% há três semanas. Para 2015, no entanto, subiu de 11% ao ano para 11,50% entre uma semana e outra. Há quatro semanas a projeção era, respectivamente, 11,25% ao ano e 11,63%.

TAGS