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Correção: Alckmin alerta sobre competitividade ao etanol

21:10 | 23/07/2014
O título e o texto da nota enviada anteriormente possuem incorreções. Ao contrário do informado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, não pediu a volta da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) da gasolina. Ele limitou-se a lembrar que a retirada da Cide, feita pelo governo federal, tornou o etanol menos competitivo e defendeu que o governo aja para dar melhores condições ao etanol. Segue abaixo o texto, com as devidas correções.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição, avaliou nesta quarta-feira, 23, a situação do etanol em relação à gasolina. Ele lembrou que a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que já foi de R$ 0,28 por litro de gasolina, foi zerada pelo governo federal para evitar repasses de aumentos da gasolina aos consumidores, o que prejudicou a competitividade do combustível de cana-de-açúcar.

"Nós temos um problema localizado no setor sucroalcooleiro em razão da competitividade frente à gasolina. Para ter uma ideia da dificuldade do setor do álcool, o Brasil fechou 41 usinas no País. Então, São Paulo é que está segurando a peteca, porque nós temos 33% da frota, mas respondemos por 66% da demanda do álcool. Por quê? Porque aqui é o imposto mais barato. Nós mantivemos o ICMS da gasolina em 25% e reduzimos para 12% o etanol, porque é uma energia limpa, verde, renovável, gera muito emprego", comentou Alckmin. "Então, aqui, o álcool é competitivo no carro flex-fuel, mas fora de São Paulo é uma grande dificuldade. Então o governo federal precisa rapidamente agir no sentido de dar condições", acrescentou o governador.

"Tinham a Cide, vocês devem lembrar da contribuição, da Cide. A Cide só incidia na gasolina, e não no álcool. Então, ajudava um pouco a dar mais competitividade (ao etanol). Aí, (o governo federal) foi tirando tudo, o álcool foi perdendo competitividade", completou.

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