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Banco dos Brics: Ninguém tem poder de veto

08:34 | 17/07/2014

Para o embaixador Carlos Cozendey, Secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, há um equilíbrio entre as posições que foram estabelecidas para a composição do Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics (NBD). “O principal objetivo na negociação era que o capital fosse repartido por igual e ninguém tivesse veto nos processos decisórios.

Todos têm o mesmo poder de voto”, assinala.


Cozendey considera interessante que a sede seja em Xangai, porque é um centro financeiro importante e a China tem uma poupança elevada. “Se você quer captar, Xangai é um bom lugar para estar. Em compensação, na ordem das presidências do banco, a China vai ser o último presidente”, avalia.


Cozendey explica que o presidente do banco, que será indiano, vai comandar, junto com os outros vice-presidentes (um de cada país), as propostas a serem apresentadas. “Daí, o Conselho de Administração aprova, ou não, cada proposta”, revela. Em alguns casos, as propostas também podem ir para o Conselho de Governos (presidida pela Rússia). (JM)

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