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Inflação dos alimentos é maior que a média nacional

Dentre os índices regionais, o maior foi o de Fortaleza (1,21%)

10:45 | 09/05/2014

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC apresentou variação de 0,78% em abril e ficou abaixo do resultado de 0,82% de março em 0,04 ponto percentual. Nos primeiros quatro meses do ano a variação situou-se em 2,90%, acima da taxa de 2,66% de igual período de 2013. Considerando os últimos doze meses, o índice ficou em 5,82%, acima da taxa de 5,62% dos doze meses anteriores. Em abril de 2013 o INPC foi de 0,59%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 Os produtos alimentícios aumentaram 1,34% em abril, enquanto os não alimentícios ficaram com 0,54%. Em março, os resultados haviam sido 1,88% e 0,37%, respectivamente.

 Dentre os índices regionais, o maior foi o de Fortaleza (1,21%) em virtude da alta de 2,68% nos preços dos alimentos consumidos em casa, que ficou acima da média nacional (1,62%). A região metropolitana de São Paulo (0,54%) apresentou o menor índice.

 IPCA

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês de abril apresentou variação de 0,67%, com resultado 0,25 ponto percentual inferior à alta do mês de março que foi de 0,92%. Com este resultado, o IPCA, que é utilização pelo governo para balizar as metas de inflação fixadas pelo Banco Central, passou a acumular nos primeiros quatro meses do ano alta de 2,86% - resultado acima da taxa de 2,5% de igual período de 2013.

 Os dados indicam que a variação dos últimos doze meses (a taxa anualizada) acumulou alta de 6,28%, acima dos 6,15% relativos aos doze meses anteriores. Em abril de 2013 a taxa foi de 0,55%.

 Os maiores índices regionais em abril foram constatados nas regiões metropolitanas de Porto Alegre e Fortaleza, ambas 1,08% - resultado 0,41 ponto percentual superior à média nacional de 0,67%.

 Os principais responsáveis pela desaceleração no ritmo de crescimento do IPCA de março para abril foram os grupos alimentação e bebidas (que caiu de 1,92% em março para 1,19% em abril – 0,73 ponto percentual de queda entre um período e outro); e transporte (de 1,38% para 0,32% - menos 1,32 ponto percentual).

 Ainda assim, segundo o IBGE, o grupo dos alimentos continuou apresentando não só a mais elevada variação (1,19%) como o maior impacto no mês (0,30 ponto percentual).

Redação O POVO Online com informações da Agência Brasil

 

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