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Custo de vida em SP subiu 0,81% em março, diz o Dieese

11:40 | 07/04/2014
A inflação na cidade de São Paulo, medida pelo Índice do Custo de Vida (ICV) apurado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), variou 0,81% em março, uma aceleração ante fevereiro (0,61%). Em 12 meses até março, o indicador acumula alta de 6,78%. No acumulado do primeiro trimestre, a inflação para o paulistano é de 3,40%.

As maiores pressões em março vieram de Alimentação (1,83%), Transporte (0,93%), Despesas Pessoais (0,51%) e Habitação (0,29%). Juntos, os quatro grupos contribuíram com 0,78 ponto porcentual na taxa de março.

Também registraram variação positiva Vestuário (0,34%), Saúde (1,07%), Despesas Diversas (1,07) e Recreação (0,49%). Foram apurados decréscimos em Equipamentos Domésticos (-0,12%) e Educação e Leitura (-0,84%).

De acordo com o Dieese, as famílias paulistanas que sofreram em março maior impacto do aumento do custo de vida foram aquelas com menor renda e rendimento intermediário. Para os dois estratos da sociedade, de acordo com o Dieese, as variações do custo de vida foram de 1,00% e 0,94%, respectivamente, portanto acima da média do indicador. Já para as famílias de maior renda o custo de vida subiu 0,68% em março.

Pressão de alta

A alta em Alimentação foi puxada por alimentos in natura e semielaborados (3,14%), alimentação fora do domicílio (0,80%) e indústria da alimentação (0,74%). Já no grupo Transporte, houve pressão dos reajustes dos combustíveis pelo quarto mês seguido no item transporte individual, que subiu 1,35%.

Já em Despesas Pessoais o subgrupo higiene e beleza apresentou variação mensal de 1,07%. Em Habitação, a pressão veio de operação do domicílio (0,48%) e conservação do domicílio (0,23%).

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