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Número de consorciados cresce 11,1% em um ano, diz Abac

13:56 | 03/06/2013
O número de participantes de consórcios aumentou 11,1% entre abril de 2012 e abril de 2013, elevando o volume de participantes de 4,88 milhões para 5,42 milhões no período, apontam dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), divulgados nesta segunda-feira.

De acordo com a Abac, o crescimento foi bem dispersado entre os setores em que é possível obter consórcios. O setor de veículos leves, que inclui automóveis, camionetas e utilitários, teve alta de 23,5% no período de um ano. Na sequência aparecem imóveis (5,8%), motocicletas (5,2%), veículos pesados (4,6%) e serviços (23,3%).

No primeiro quadrimestre do ano, entre janeiro e abril, as vendas de novas cotas de consórcio cresceram 4,1% na comparação com o mesmo período de 2012, somando 837,2 mil ante 804,2 mil no ano passado. Já as contemplações - momento que o consorciado recebe a carta de crédito e pode adquirir seus bens ou serviços - tiveram aumento de 0,6% nos primeiros quatro meses do ano na mesma base de comparação, totalizando 398,9 mil no período.

O volume de negócios também teve alta, crescendo 11,4% entre janeiro e abril deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo R$ 26,3 bilhões ante R$ 23,6 bilhões de 2012.

De acordo com o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi, vários fatores justificam o crescimento. "Além da maturidade no comportamento, o consumidor está mais consciente sobre os benefícios da educação financeira. Com isso, a atitude de planejar é mais que economizar. É concretizar os sonhos de consumo e formar ou ampliar patrimônio, de forma simples, com disciplina, objetivo definido e menor custo", acrescenta.

"Quando verificamos que um em cada sete automóveis ou uma em cada duas motocicletas foram comercializados via consórcio, constatamos a importância do segmento para todos os envolvidos no Sistema: consumidor, fabricante, comerciante ou prestador de serviços, e, principalmente, sua influência na atividade econômica nacional", complementou o presidente da ABAC.

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