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"Uber da gasolina" gera polêmica nos EUA

Serviço semelhante ao Uber cobra valor inferior ao praticado nos demais postos. A segurança no transporte do combustível, no entanto, é questionada

16:08 | 04/05/2016
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Abastecer o veículo se tornou uma tarefa mais cômoda para muitas pessoas nos Estados Unidos.

Nos últimos meses, o serviço de entrega de combustível, espécie de "Uber da gasolina", vem se popularizando no País, mas também vem gerando polêmica.

O serviço é oferecido por empresas como a Filld, WeFuel, Yoshi, Purple e Booster Fuels e a cada abastecimento são cobrados 5 dólares, valor inferior ao preço praticado pelos demais postos.

Assim como o Uber, o cliente precisa apenas baixar o aplicativo para smartphone e fazer um chamado, com pelo menos uma hora de antecedência, quantas vezes precisar.

No horário escolhido pelo usuário do app, um caminhão tanque da empresa é deslocado para o local solicitado e abastece o tanque do carro.
[SAIBAMAIS 3]
Como o combustível é armazenado no caminhão, autoridades alertam para os perigos de transporte do combustível, ainda que o caminhão venha equipado com dois extintores de incêndio, baldes com produtos destinados a absorver vazamentos e cones de trânsito.

O "Uber da gasolina" chega a movimentar anualmente mais de 500 bilhões de dólares do País, levando empresas a investir na otimização do serviço. A Purple conta com uma frota de mais de 80 veículos e a WeFuel trabalha no desenvolvimento de uma tecnologia que prevê quando o tanque do carro do cliente entra na reserva.

Redação O POVO Online
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