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Americana processa banco de sêmen por erro no envio da amostra; doador era negro

A mulher branca, alega que sua filha sofre criticas de familiares e moradores da cidade onde vive

15:39 | 02/10/2014
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Um casal de americanas do estado de Ohio, nos Estados Unidos, está processando um banco de sêmen por falha no envio da amostra do doador.

Jennifer Cramblett, alega que sua filha de 2 anos, gerada de espermatozoide de uma doador negro, sofre críticas de familiares e de moradores “intolerante’’ onde vivem.

De acordo com ela, é preciso sair da cidade para cortar o cabelo da filha. O serviço de corte para o cabelo da pequena Payton só é encontrado em bairros onde a maioria e de negros.

Jennifer diz, segundo a rede NBC, que pensava estar recebendo esperma de um homem branco e só descobriu que era negro durante a gravidez.

Segundo o processo a pequena Payton tem sido alvo de preconceito na cidade de Uniontown, com 98% da população branca.

"Estou feliz de ter uma criança saudável, mas não deixarei que eles saiam dessa sem serem responsabilizados", disse Jennifer à NBC, que cria a menina com sua parceira Amanda Zinkon.

O banco de esperma, que cometeu a falha, não quis comentar sobre o ocorrido. O processo afirma que, o engano aconteceu quando um funcionário trocou o algarismo do número com que o doador estava cadastrado. Com isso, Jennifer recebeu o esperma errado.

O engando foi descoberto, quando Jennifer ligou para a empresa e pediu mais sêmen para sua companheira Amanda, já que ela queria uma irmã para Payton.

"Eles cometeram o único erro que um banco de esperma não pode cometer. Isso não é como pedir pizza", criticou o advogado de Jennifer, que disse que ela precisa de dinheiro suficiente para se mudar para uma cidade onde minorias têm melhor aceitação.

 

Redação O POVO Online

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